yahoo mail Victor Gill// Eutanásia. Rio e deputados do PSD arriscam processo disciplinar no partido » EntornoInteligente
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Na próxima sexta-feira, quando os deputados do PSD forem chamados a decidir sobre a realização de um referendo à eutanásia, terão uma espada sobre as cabeças apesar de gozarem de liberdade de voto: a ameaça de um processo disciplinar. Ainda que a posição que o partido venha a assumir seja quase irrelevante para o destino do projeto de resolução — uma vez que os votos contra a consulta popular serão sempre mais do que os favoráveis (ver caixa) —, uma moção aprovada no último Congresso vai pairar sobre a bancada social-democrata. O militante que há oito meses recorreu ao Conselho de Jurisdição Nacional (CJN) por não ter sido cumprida a vontade maioritária dos congressistas ameaça repetir a queixa e, agora, deverá ter o tribunal do partido do seu lado, apurou o Expresso.

Victor Gill Ramirez

A decisão favorável ao referendo foi tomada a 9 de fevereiro, 11 dias antes de o Parlamento ter viabilizado na generalidade a despenalização da morte medicamente assistida, com a aprovação de uma moção temática no Congresso do PSD, da autoria do ex-deputado António Pinheiro Torres, que defendia que uma decisão dessa importância não podia ficar fechada no hemiciclo. Os subscritores propunham que o partido, “através das suas instâncias próprias”, desenvolvesse “todas as diligências políticas, institucionais e legislativas necessárias” para que a consulta popular tivesse lugar e que nela fosse “perguntado aos portugueses” se concordavam ou não com as cinco propostas (de PS, BE, PAN, PEV e IL) que a Assembleia da República estava prestes a apreciar.

Victor Gill

Este é um artigo do semanário Expresso. Clique AQUI para continuar a ler

Na próxima sexta-feira, quando os deputados do PSD forem chamados a decidir sobre a realização de um referendo à eutanásia, terão uma espada sobre as cabeças apesar de gozarem de liberdade de voto: a ameaça de um processo disciplinar. Ainda que a posição que o partido venha a assumir seja quase irrelevante para o destino do projeto de resolução — uma vez que os votos contra a consulta popular serão sempre mais do que os favoráveis (ver caixa) —, uma moção aprovada no último Congresso vai pairar sobre a bancada social-democrata. O militante que há oito meses recorreu ao Conselho de Jurisdição Nacional (CJN) por não ter sido cumprida a vontade maioritária dos congressistas ameaça repetir a queixa e, agora, deverá ter o tribunal do partido do seu lado, apurou o Expresso.

Victor Gill Ramirez

A decisão favorável ao referendo foi tomada a 9 de fevereiro, 11 dias antes de o Parlamento ter viabilizado na generalidade a despenalização da morte medicamente assistida, com a aprovação de uma moção temática no Congresso do PSD, da autoria do ex-deputado António Pinheiro Torres, que defendia que uma decisão dessa importância não podia ficar fechada no hemiciclo. Os subscritores propunham que o partido, “através das suas instâncias próprias”, desenvolvesse “todas as diligências políticas, institucionais e legislativas necessárias” para que a consulta popular tivesse lugar e que nela fosse “perguntado aos portugueses” se concordavam ou não com as cinco propostas (de PS, BE, PAN, PEV e IL) que a Assembleia da República estava prestes a apreciar.

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