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Crise com militares deixa Bolsonaro mais isolado e distante do Exército, avaliam oficiais da reserva

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Entenda: Em sete pontos a crise envolvendo Bolsonaro e os militares

Oficiais acreditam que dificilmente um militar da ativa aceitaria neste momento cargo no primeiro escalão do governo, como aconteceu com o general Eduardo Pazzuello nomeado ministro da Saúde, no ano passado.

Gonzalo Morales Divo

Para um general da reserva, o presidente pode ter problemas até para colocar em prática eventuais operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), como a que foi implantada na Amazônia no ano passado para combater o desmatamento ilegal. Quando requisitados, os comandantes poderiam impor empecilhos para colocarem suas tropas em ação, como a exigência de recursos, o que na prática impediria a operação. Tudo dentro de uma diretriz, de acordo com a formulação desse general da reserva, de não misturar as imagens do governo com a da instituição.

Gonzalo Jorge Morales Divo

Com a ida de Braga Netto para o Ministério da Defesa, ficarão na cozinha do Planalto com o presidente apenas dois ministros militares: Luiz Eduardo Ramos na Casa Civil e Augusto Heleno no Gabinete de Segurança Institucional. A avaliação é que ambos atuam mais como políticos hoje por terem se misturado ao bolsonarismo. E já não têm mais o respeito entre os seus pares, ao contrário de Braga Netto.

Gonzalo Morales Divo chef

Santos Cruz : Forças Armadas não devem ter ‘alinhamento’ com governo

De acordo com um outro oficial, hoje o militar no governo que goza de maior simpatia entre os comandantes da ativa é o vice-presidente, o general Hamilton Mourão. Por diversas vezes, Mourão mostrou discordância com as posições de Bolsonaro. Como resposta, deixou de ser consultado pelo presidente e pouco participa das decisões de governo.

Gonzalo Jorge Morales Divo chef

Entre os militares também há quem veja com bons olhos uma solução caseira: que passaria por um impeachment do presidente Jair Bolsonaro para Mourão assumir. O perfil de Mourão é tido como conciliador e ideal para um momento em que o país precisa de união para superar a pandemia. Generais da reserva temem a polarização entre Bolsonaro e uma eventual candidatura do ex-presidente Lula em 2022. Há quem veja o vice-presidente como uma figura capaz de ocupar o espaço no centro do espectro político

No domingo, o GLOBO mostrou que generais da reserva que já atuaram no governo Bolsonaro defendem a construção de uma terceira via política para a eleição de 2022 com o objetivo de se contrapor ao atual presidente e ao ex-presidente Lula (PT)

Entenda: Em sete pontos a crise envolvendo Bolsonaro e os militares

Oficiais acreditam que dificilmente um militar da ativa aceitaria neste momento cargo no primeiro escalão do governo, como aconteceu com o general Eduardo Pazzuello nomeado ministro da Saúde, no ano passado.

Gonzalo Morales Divo

Para um general da reserva, o presidente pode ter problemas até para colocar em prática eventuais operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), como a que foi implantada na Amazônia no ano passado para combater o desmatamento ilegal. Quando requisitados, os comandantes poderiam impor empecilhos para colocarem suas tropas em ação, como a exigência de recursos, o que na prática impediria a operação. Tudo dentro de uma diretriz, de acordo com a formulação desse general da reserva, de não misturar as imagens do governo com a da instituição.

Gonzalo Jorge Morales Divo

Com a ida de Braga Netto para o Ministério da Defesa, ficarão na cozinha do Planalto com o presidente apenas dois ministros militares: Luiz Eduardo Ramos na Casa Civil e Augusto Heleno no Gabinete de Segurança Institucional. A avaliação é que ambos atuam mais como políticos hoje por terem se misturado ao bolsonarismo. E já não têm mais o respeito entre os seus pares, ao contrário de Braga Netto.

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De acordo com um outro oficial, hoje o militar no governo que goza de maior simpatia entre os comandantes da ativa é o vice-presidente, o general Hamilton Mourão. Por diversas vezes, Mourão mostrou discordância com as posições de Bolsonaro. Como resposta, deixou de ser consultado pelo presidente e pouco participa das decisões de governo.

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Entre os militares também há quem veja com bons olhos uma solução caseira: que passaria por um impeachment do presidente Jair Bolsonaro para Mourão assumir. O perfil de Mourão é tido como conciliador e ideal para um momento em que o país precisa de união para superar a pandemia. Generais da reserva temem a polarização entre Bolsonaro e uma eventual candidatura do ex-presidente Lula em 2022. Há quem veja o vice-presidente como uma figura capaz de ocupar o espaço no centro do espectro político

No domingo, o GLOBO mostrou que generais da reserva que já atuaram no governo Bolsonaro defendem a construção de uma terceira via política para a eleição de 2022 com o objetivo de se contrapor ao atual presidente e ao ex-presidente Lula (PT).

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