Q21 y olvídate de algún problema con los nuevos vecinos de terrazas de Teatinos nuevos vecinos grupo roca cañaveral// Presidente de associação de venezuelanos é candidato do PPM pelo círculo Fora da Europa. "Portugueses sentem-se revoltados" - EntornoInteligente
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A ideia teve-a há apenas umas semanas mas por esta altura já está tudo preparado. Christian Höhn, presidente da Venexos, uma associação que ajuda venezuelanos residentes em Portugal e tem enviado medicamentos para a Venezuela, é o candidato do Partido Popular Monárquico (PPM) às eleições legislativas de 6 de outubro pelo círculo de Fora da Europa.

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Ao Expresso, explica que decidiu candidatar-se depois de se ter apercebido que havia “uma revolta muito grande” entre a comunidade portuguesa emigrada. “Os portugueses lá fora sentem-se completamente perdidos e sentem que foram abandonados pelo seu país”. É isso que lhe têm dito. “Queixam-se de não ter resposta da parte dos consulados portugueses ou de essa resposta ser muito demorada, nomeadamente quando pretendem renovar o cartão de cidadão ou ver reconhecidas as suas habilitações literárias e qualificação profissional para poderem exercer as suas profissões em Portugal, quando decidem voltar.”

Outra queixa que diz ter ouvido várias vezes desde que decidiu candidatar-se tem a ver com a “falta de incentivos para os emigrantes portugueses que pretendem regressar e investir no país”. “Portugal acaba por ser pouco atrativo para eles, e por esta razão. Sentem que estão a investir e a levar dinheiro para Portugal sem receber nada em troca”, sublinha.

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Uma “mudança é urgente”, diz Christian Höhn, que se considera “um ativista e não um político”, mas acredita que será mais capaz de contribuir para essa mudança se estiver “dentro e não fora”. “Sempre fui um bocadinho contra a política, na verdade, mas percebi que a única forma de mudar as coisas é através da política. Se estiver lá dentro, na Assembleia da República, eles são obrigados a ouvir-me”. Christian Höhn é filho de pais alemães que fugiram da Alemanha Nazi para a Venezuela e fixou-se em Portugal em maio de 1999, tendo adquirido a nacionalidade portuguesa. E acredita que isso poderá jogar a seu favor, de uma forma positiva. “Sei o que custa emigrar porque sou filho de pais imigrantes e eu próprio sou imigrante aqui. Creio que isso é algo que também me distingue.”

Enquanto presidente da Venexos e representante (não oficial, mas no sentido de ser uma figura conhecida e que presta apoio de diversas formas) em Portugal da comunidade de venezuelanos e lusodescendentes regressados da Venezuela, Christian Höhn tem tentado chamar a atenção para a situação que se vive no país e as principais dificuldades por que passam aqueles que ali vivem (organizou recentemente um protesto contra o Governo venezuelano, liderado por Nicolás Maduro, em Lisboa), e essa luta pretende levá-la para o Parlamento. Assume-o com “sinceridade”, dizendo haver “assuntos da Venezuela” que espera poder expor caso seja eleito. Até porque “sempre” que tentou fazê-lo, foi sem sucesso. “Nenhuma das promessas políticas que me foram feitas em relação à Venezuela foi cumprida”.

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Venezuela ocupa lugar cimeiro na lista de preocupações O foco na Venezuela é evidente nas suas propostas, que vão desde a criação de mecanismos institucionais que permitam de “forma célere” repatriar portugueses e seus descendentes em situações de catástrofe, através, por exemplo, do “imediato reconhecimento de que o atual regime venezuelano é ilegítimo e antidemocrático” e pela isenção de propinas “desde a creche até ao ensino superior durante 10 anos” para luso-venezuelanos, assim como a isenção de IRC para empresas venezuelanas durante o mesmo período de tempo.

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Um dos cartazes do movimento “Portugal pelo Mundo”.

O reconhecimento “eficiente” das habilitações literárias e qualificação profissional “obtidas na Venezuela” é também uma proposta, assim como são, afastado o foco do país da América Latina, a criação de “canais diretos de contacto” entre os emigrantes portugueses que pretendam investir em Portugal e as entidades locais consideradas relevantes. Na área da educação, defende a criação de uma “ampla rede de intercâmbio entre os filhos e netos da nossa diáspora e as escolas e universidades portuguesas”, para que os filhos e descendentes de emigrantes portugueses “nunca esqueçam a sua origem e a sua identidade” e a criação de bolsas de estudo dirigidas aos “filhos da diáspora”. A ideia, explica, é a de “atrair para Portugal jovens de grandes capacidades, que podem dar um grande contributo” para a “recuperação” do país.

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Porquê o PPM? “Foi o que deu mais liberdade à candidatura” Christian Höhn deixa claro que, apesar da candidatura pelo PPM (é obrigatória a candidatura às legislativas por um partido), pretende manter-se como independente, e que é precisamente por isso que se candidata por este partido, que foi “o que maior liberdade deu à candidatura”. É número dois da sua lista o advogado José Diogo Marques, especializado nas áreas de ordenamento do território, urbanismo e administração pública.

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O presidente da Venexos tem como adversários o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, cuja apresentação como cabeça de lista do PS no círculo Fora da Europa causou alguma surpresa, José Cesário (deputado desde 1983, primeiro pelo círculo de Viseu e depois por Fora da Europa, tendo sido ainda secretário de Estado das Comunidades e da Administração Local em governos social-democratas) e Gonçalo Nuno Santos, candidato pelo CDS-PP, e que foi diretor do Centro das Comunidades Madeirenses e ex-deputado social-democrata por este círculo na IX e X legislaturas

A lista do Bloco de Esquerda tem como cabeça de lista o ator e encenador João Branco, 50 anos, residente em Cabo Verde, pela Coligação Democrática Unitária (CDU) é candidata Dulce Kurtenbach, 72 anos, professora aposentada da Universidade de Zhoukou, na região chinesa de Henan, e membro da Organização da Emigração do PCP, e pelo Partido das Pessoas, dos Animais e da Natureza (PAN), Catarina Ressurreição, 40 anos, e proprietária de um negócio em Cabo Verde

Pelo círculo de Fora da Europa concorrem 20 dos 21 partidos e movimentos candidatos às legislativas de outubro. Nas últimas legislativas, venceu, neste círculo, a coligação PSD/CDS-PP, com 48,46% dos votos, seguindo-se o Nós Cidadãos, que teve 17,90%, e o PS, que conquistou 10,83% dos votos

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