PORTUGAL: PSD vai "explorar todas as hipóteses de financiamento" para novo hospital - EntornoInteligente

Entornointeligente.com / jornal da madeira / O presidente do PSD/Madeira afirmou, esta tarde, que irá explorar todas as hipóteses de financiamento para o novo hospital. Após uma reunião com o IASAÚDE, o cabeça de lista do partido às eleições regionais, instado pelos jornalistas, disse que a questão do novo hospital é uma prioridade que está em equação no programa do PSD, acrescentando, no entanto, que «é demagógico ou falso dizer que vamos construir essa nova unidade, que é uma necessidade da Região, no próximo mandato». «O que nós vamos fazer é tentar obter um consenso ao nível regional relativamente à forma de construção desse hospital, a sua localização e o seu financiamento», disse Miguel Albuquerque, acrescentando que depois desse consenso com a maioria das forças políticas, tentará obter meios de financiamento para o fazer. O candidato frisou que esta é uma prioridade, mas que, do ponto de vista do realismo político, «não pode se transformar num compromisso a curto prazo, designadamente nesta legislatura», acrescentando, ainda assim, que «é imperativo do ponto de vista regional a construção dessa unidade». No que respeita ao financiamento, o social-democrata disse que esta questão tem de ser tratada ao nível nacional e ao nível da União Europeia, lembrando o encontro que teve com o deputado relator do Plano Juncker, para ver se é possível obter verbas por essa via. «Vamos explorar todas as hipóteses», sublinhou Albuquerque, acrescentando que «uma das hipóteses é fazê-lo, por exemplo, através do próprio Plano Juncker», que diz respeito a fundos do Banco Europeu de Investimentos em «condições muito favoráveis e que podem potenciar uma conjugação entre o investimento público e o investimento privado». No entanto, disse que irá evitar as «parcerias público-privadas que acarretem iniquidades do ponto de vista do contribuinte». Em relação à saúde pública, o líder dos sociais-democratas defendeu a evolução para um sistema tripartido, com prestação de serviços públicos, contratualização com os privados, desde que seja benéfico para os contribuintes e para o doente, e ainda as Instituições Particulares de Solidariedade Social. Segundo garantiu, «não vamos ter a privatização da saúde». Depois da reunião com o IASAÚDE, Miguel Albuquerque destacou o facto de as receitas eletrónicas para o setor público entrarem em vigor a 1 de abril e de, neste momento, o protocolo de pagamento com as farmácias estar a ser rigorosamente cumprido. Deu conta ainda da intenção de, se for governo, dotar o IASAÚDE de um sistema de hardware e software que seja compatível com o SESARAM e com o sistema informático nacional. Apontou ainda a instalação, a nível regional, de uma central de compras.

Con Información de jornal da madeira

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