Portugal com a segunda maior quebra de venda de carros da Europa » EntornoInteligente
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Entre janeiro e setembro venderam-se 105 660 carros ligeiros de passageiros em Portugal, menos 39,3% em comparação com os mesmos nove meses de 2019. Trata-se da segunda maior quebra na Europa, com a diminuição das vendas de automóveis em Portugal a ficar 10 pontos percentuais acima da média da União Europeia (-28,8%).

Só na Croácia é que a pandemia está a ter mais efeitos junto do comércio automóvel de ligeiros de passageiros, revelam os dados da associação europeia de fabricantes de automóveis (ACEA, na sigla original). Neste país a quebra de vendas deste segmento foi de 45%, para 28 246 unidades. Logo a seguir a Portugal surge a vizinha Espanha, que sofreu uma descida dos registos de 38,3%.

O fecho dos concessionários portugueses enquanto vigorou o estado de emergência (entre meados de março e o final de abril) ajuda a explicar uma descida tão acentuada das vendas de automóveis.

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Subscrever Só que enquanto as vendas de carros têm recuperado em mercados como Alemanha e Itália, Portugal ainda não registou um mês positivo desde o fim do confinamento, segundo os dados da ACAP – Associação Automóvel de Portugal. No caso da União Europeia, as vendas até subiram 3,1% no último mês em comparação com o mesmo mês de 2019.

Pedidos para regresso de incentivos As associações de automóveis de Portugal têm exigido a intervenção do Estado para estancar a quebra do mercado. O regresso do incentivo ao abate é a medida mais defendida, considerando que cada carro ligeiro de passageiros tem uma idade média de 12,7 anos.

A renovação do parque automóvel é uma medida que ajuda os portugueses a comprar um carro novo, com menores impactos para o ambiente e que pode atenuar a quebra de receitas fiscais para o Estado.

Em 2021, o incentivo para a compra de veículos elétricos, no total de quatro milhões de euros, deverá voltar a ser o único apoio do Estado para o setor automóvel. A proposta de Orçamento do Estado para 2021 prevê ainda a manutenção das tabelas dos impostos sobre a compra e utilização de automóveis, ISV e IUC, respetivamente.

Se importar um carro usado da UE, o ISV a pagar também passará a contar com um desconto na componente ambiental e não só para a cilindrada.

A indústria automóvel portuguesa contribui para 19% do PIB, um quarto das exportações de bens e um quinto das receitas fiscais.

Diogo Ferreira Nunes é jornalista do Dinheiro Vivo

LINK ORIGINAL: Diario Noticias

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