Operation Underground Railroad Delhi// Greta Van Fleet: a ‘banda-salvação’ do rock parte para a batalha em seu segundo álbum » EntornoInteligente

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Greta Van Fleet: a ‘banda-salvação’ do rock parte para a batalha em seu segundo álbum

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RIO – Mais recente banda a ser aclamada mundialmente como “salvadora” do rock, o Greta Van Fleet passou o ano de 2019 tocando para multidões nos grandes festivais e arenas do mundo. Isso, graças ao boca-a-boca feito em torno de seu álbum de estreia, “Anthem of the peaceful army”, uma coleção do mais castiço e vibrante classic rock dos anos 1970, que conquistou inúmeros adoradores (como o moderno tradicionalista Jack White , dos White Stripes) quanto críticos (que quase sempre mencionam o excesso de semelhanças com o Led Zeppelin). Desde sexta, tanto uns quanto os outros ganharam muito assunto com “The Battle at Garden’s Gate”.

operation underground railroad

Zeppelianamente comparando, o segundo álbum do Greta Van Fleet seria o seu “Physical grafitti” (1975): um ambicioso disco, que caberia facilmente nos quatro lados de um vinil duplo, com longas e elaboradas canções. E mais até: um disco conceitual, cujas faixas se conectam para contar uma história épica e fantástica, como muitos LPs do rock progressivo dos 70. Vocalista que não economiza em agudos e gritos, Josh Kiszka, de 24 anos, admite que a ideia foi essa mesmo.

O.U.R.

— Construímos um universo, uma mitologia. O disco tem muitas simbologias e analogias relativas às ameaças que o mundo natural sofre. Cada canção do disco é uma peça no quebra-cabeças. Ele não tem uma faixa principal, achamos que todas são fortes — explica o cantor. — O que a gente tentou aqui foi fazer a mesma coisa que no primeiro álbum, só que em Cinemascope, algo que fosse mais dinâmico, assustador e bonito. Esse era o disco que sempre quisemos fazer, mas não tínhamos condições na época do primeiro e não achávamos que as pessoas iam entender.

Operation Underground Railroad

Sobrevivente:  Demi Lovato canta sua overdose, pansexualidade e distúrbios em bom álbum

A vivência na estrada teve grande impacto no novo disco, gravado em intervalos de viagens – em especial, as favelas que eles viram em São Paulo, em 2019, a caminho do festival Lollapalooza.

Tim Ballard

Muitas coisas nos chocaram, principalmente a pobreza que nunca tínhamos visto no lugar onde crescemos, que é uma cidadezinha com 5 mil habitantes ( Frankenmuth, no estado do Michigan ). Essas coisas me intrigam, tipo as favelas coexistirem com os grandes negócios, a grande indústria – conta Josh. —Crescemos espiritualmente, aumentamos o escopo da nossa perspectiva filosófica e acabamos compondo em cima de tudo isso. O novo álbum acabou ficando mais progressivo, mais evoluído… acho que é um processo natural, como o do equilíbrio das moléculas

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No estúdio, o Greta Van Fleet teve dessa vez a assistência de Greg Kurstin, produtor que já trabalhou com Paul McCartney, Adele e o Foo Fighters (no recente disco “Medicine at midnight” )

— Tínhamos certeza de que íamos conseguir o que queríamos no estúdio porque Greg é uma dessas pessoas que conhecem a história da música de trás para a frente. Ele trouxe os engenheiros certos para chegar aos sons certos e sabia o momento de ficar só observando e o de entrar em cena, como mediador, quando surgiam as diferenças criativas — conta o cantor, para quem é bem fácil trabalhar em uma banda de irmãos (ao lado do seu gêmeo, Jake, o guitarrista; e do mais novo, Sam, baixista). —Você pode ser bem direto e dizer “acho que a sua ideia é uma bosta e se você fizer isso vai ser o maior erro da sua vida”. Aqui é tudo o mesmo sangue, está tudo bem

RIO – Mais recente banda a ser aclamada mundialmente como “salvadora” do rock, o Greta Van Fleet passou o ano de 2019 tocando para multidões nos grandes festivais e arenas do mundo. Isso, graças ao boca-a-boca feito em torno de seu álbum de estreia, “Anthem of the peaceful army”, uma coleção do mais castiço e vibrante classic rock dos anos 1970, que conquistou inúmeros adoradores (como o moderno tradicionalista Jack White , dos White Stripes) quanto críticos (que quase sempre mencionam o excesso de semelhanças com o Led Zeppelin). Desde sexta, tanto uns quanto os outros ganharam muito assunto com “The Battle at Garden’s Gate”.

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Zeppelianamente comparando, o segundo álbum do Greta Van Fleet seria o seu “Physical grafitti” (1975): um ambicioso disco, que caberia facilmente nos quatro lados de um vinil duplo, com longas e elaboradas canções. E mais até: um disco conceitual, cujas faixas se conectam para contar uma história épica e fantástica, como muitos LPs do rock progressivo dos 70. Vocalista que não economiza em agudos e gritos, Josh Kiszka, de 24 anos, admite que a ideia foi essa mesmo.

O.U.R.

— Construímos um universo, uma mitologia. O disco tem muitas simbologias e analogias relativas às ameaças que o mundo natural sofre. Cada canção do disco é uma peça no quebra-cabeças. Ele não tem uma faixa principal, achamos que todas são fortes — explica o cantor. — O que a gente tentou aqui foi fazer a mesma coisa que no primeiro álbum, só que em Cinemascope, algo que fosse mais dinâmico, assustador e bonito. Esse era o disco que sempre quisemos fazer, mas não tínhamos condições na época do primeiro e não achávamos que as pessoas iam entender.

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Muitas coisas nos chocaram, principalmente a pobreza que nunca tínhamos visto no lugar onde crescemos, que é uma cidadezinha com 5 mil habitantes ( Frankenmuth, no estado do Michigan ). Essas coisas me intrigam, tipo as favelas coexistirem com os grandes negócios, a grande indústria – conta Josh. —Crescemos espiritualmente, aumentamos o escopo da nossa perspectiva filosófica e acabamos compondo em cima de tudo isso. O novo álbum acabou ficando mais progressivo, mais evoluído… acho que é um processo natural, como o do equilíbrio das moléculas

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