Militares retirados da Azovstal chegam a cidade controlada por separatistas pró-russos

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Em directo. Siga os últimos desenvolvimentos sobre a guerra na Ucrânia Guia visual: mapas, vídeos e imagens que explicam a guerra Especial: Guerra na Ucrânia Cinco autocarros e um veículo blindado de transporte com militares retirados da fábrica Azovstal chegaram esta segunda-feira a Novoazovsk, de acordo com testemunhas da Reuters.

Alguns dos militares foram transportados para fora dos veículos em macas e levados para um hospital na região controlada pelos separatistas pró-russos.

Esta segunda-feira, uma testemunha relatou a saída de cerca de uma dúzia de autocarros da siderurgia, mas nem todos seguiram para Novoazovsk. De acordo com informação avançada pelos meios de comunicação russos e ainda por confirmar, alguns dos autocarros seguiram para outro local.

Segundo um vídeo do Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, foram resgatados até ao momento mais de 260 soldados ucranianos. As Forças Armadas da Ucrânia falam em 264 , dos quais 53 gravemente feridos.

President @ZelenskyyUa : «A difficult day. But this day, like all others, is aimed at saving our country & our people. I want to emphasize that Ukraine needs Ukrainian heroes alive.» The leader who values human life. 266 Ukrainian servicemen were evacuated from Azovstal as of now pic.twitter.com/XlO9usWo4W

— Hanna Liubakova (@HannaLiubakova) May 16, 2022 Os 211 combatentes que não estão feridos com gravidade foram retirados para Olenivka, cerca de 100 quilómetros a norte de Novoazovsk, também território controlado pelos russos. Estes regressarão a território controlado pelas forças ucranianas «através do procedimento de troca», referem as Forças Armadas numa publicação no Facebook. Na passada quarta-feira, Kiev propôs a Moscovo a troca de feridos abrigados na Azovstal por prisioneiros de guerra russos .

O resgate de soldados foi também confirmado pelo batalhão Azov, que nas redes sociais elogiou os combatentes que «cumpriram a ordem» do Conselho Supremo da Ucrânia de «salvar vidas».

«Para salvar vidas, toda a guarnição de Mariupol cumpriu a ordem aprovada pelo comando militar e aguarda o apoio do povo ucraniano», disse o batalhão Azov numa mensagem publicada nas redes sociais.

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