Massacre no Texas: vítimas começam a ser identificadas

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Eleições Covid em alta Escola atacada no Texas Influencer morre nos EUA Operação na Vila Cruzeiro Massacre no Texas: vítimas começam a ser identificadas Parentes de alunos e professores mortos no colégio de ensino fundamental de Evalde começam a identificar as vítimas. Por g1

25/05/2022 07h14 Atualizado 25/05/2022

1 de 1 Uziyah Garcia, 8, uma das vítimas do massacre de 24 de maio de 2022 na escola de ensino fundamental de Uvade, no Texas, em uma foto divulgada pelo seu avô. — Foto: Associated Press Uziyah Garcia, 8, uma das vítimas do massacre de 24 de maio de 2022 na escola de ensino fundamental de Uvade, no Texas, em uma foto divulgada pelo seu avô. — Foto: Associated Press

As vítimas do massacre em uma escola de ensino fundamental no Texas na terça-feira (24), no qual um assassino matou 19 estudantes e duas professoras, começaram a ser identificadas nesta quarta-feira (25).

Entre as vítimas, estão os alunos Xavier Lopez, 10, Nevaeh Bravo, Uziyah Garcia, 8, e as professoras Irma Garcia e Eva Meireles .

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A polícia segue no local para identificar as vítimas.

Uziyah Garcia, 8

«Ele era o menino mais doce que eu já conheci». Foi dessa forma que Manny Renfro, avô de Uziyah Garcia, uma das vítimas, se referiu a seu neto.

«Nós jogávamos futebol americano juntos, ele era muito rápido. E o menino mais doce que eu já conheci», contou Renfro à agência de notícias Associated Press.

Amerie Jo Garza

O pai de Amerie, que passou a noite buscando pela filha, que estava desaparecida. Nesta manhã, ele confirmou através das redes sociais que ela estava entre as vítimas.

«Meu pequeno amor está voando alto com os anjos agora», lamentou, em uma publicação em uma rede social.

Eva Mireles, professora

Parentes da professora do quarto ano da escola Eva Mireles, 44, confirmaram pelas redes sociais que ela foi uma das vítimas do massacre.

«Ela era aventureira e eu poderia dizer um monte de coisas maravilhosas sobre ela. Vai fazer muita falta», disse Amber Ybarra, parente de Mireles e ex-aluna do colégio.

«Para mim, esse caso alerta para a necessidade de olhar para a saúde mental das pessoas», opinou.

LINK ORIGINAL: G1 Globo

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