Hospital de Portimão recusa grávida em trabalho de parto - Sociedade - Correio da Manhã - EntornoInteligente
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Uma grávida, que foi esta segunda-feira de manhã às Urgências do Hospital de Portimão por estar a entrar em trabalho de parto 10 dias antes do previsto, foi recusada, com a sugestão de que fosse, no próprio carro, para o Hospital de Faro. O Centro Hospitalar Universitário do Algarve (CHUA), que administra as duas unidades, está a “averiguar” um comportamento que “constitui uma violação aos procedimentos internos instituídos”. Segundo Victoria Borozan, nas Urgências de Portimão disseram-lhe, a ela e ao marido, que “não havia médico”. Os dois fizeram então a viagem, “assustados”, até ao Hospital de Faro, onde o bebé, um menino, acabou por nascer sem problemas. As Urgências do Hospital de Portimão estão sem pediatra desde sexta-feira, e todo o fim de semana, o que levou a administração do CHUA a determinar que, em situações de maior complexidade com crianças e grávidas, os utentes fossem transferidos de Portimão para Faro. A deslocação, no entanto, deveria ser feita em meios do CHUA, que não foram acionados. A falta de pediatras deveria obrigar às mesmas limitações no próximo fim de semana, no entanto, a ministra da Saúde, Marta Temido, anunciou que a situação foi ultrapassada. Pormenores Solução encontrada A ministra da Saúde disse que as falhas de pediatras em Portimão foram ultrapassadas com um antigo médico da unidade, que se ofereceu para trabalhar. Críticas à demora Médicos do CHUA lamentam que a situação se prolongue há quase dois meses quando, em Lisboa, a situação surgiu, foi resolvida numa semana. Mais de uma centena participa em protesto Um protesto em defesa da maternidade do Hospital de Portimão reuniu este sábado mais de uma centena de pessoas. Os manifestantes concentraram-se em frente à câmara e depois seguiram em marcha, a pé, até ao hospital. “Queremos mais saúde no Algarve” foi o grito de ordem. Cirurgias em risco na MAC a partir de segunda-feira A contratação de anestesiologistas para a Maternidade Alfredo da Costa deverá “ficar resolvida na próxima semana”, garante o Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Central. As cirurgias na MAC estão em risco de ser suspensas a partir desta segunda-feira devido à falta de anestesiologistas. Continuar a ler
LINK ORIGINAL: Correio da manha

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