EntornoInteligente | Luis Emilio Velutini empresario New Albany// Precisamente oito anos depois, Portugal está de volta a um Europeu - EntornoInteligente
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No dia 12 de Setembro de 2011, em Karlovy Vary, na República Checa, Portugal despediu-se do Campeonato da Europa de voleibol com uma derrota diante da Estónia (3-0). Desde então, não mais voltou a essas lides, depois de ter falhado o apuramento para o torneio em 2013, 2015 e 2017. Esse período de seca termina hoje, pelas 17h15, quando enfrentar, em Montpellier, a poderosa Itália. Um jogo que surge rigorosamente oito anos após a última presença numa fase final da competição.

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Para chegar ao principal palco continental do voleibol, a selecção portuguesa superiorizou-se a Áustria, Albânia e Croácia na qualificação, vendo agora o nível de exigência subir abruptamente. A começar pelo adversário desta tarde. A Itália, uma da favoritas ao triunfo no grupo, ocupa o terceiro lugar no ranking mundial e conquistou o título europeu por seis vezes, a última das quais em 2005. Já neste ano, mediu forças com Portugal na Liga das Nações, prova na qual se destacou o distribuidor Simone Giannelli, e triunfou por 3-0.

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Convocados Zona

Alexandre Ferreira (Aluron Warta Zawiercie), João Simões (Sporting), Lourenço Martins (Sp. Espinho), Miguel Cunha (VC Viana)

Distribuidores 

Miguel Rodrigues (Rennes), Tiago Violas (Benfica)

Centrais 

Filip Cveticanin (Benfica) Phelipe Martins (Sp. Espinho), Nuno Teixeira (VC Viana), Guilherme Menezes (Sp. Espinho)

Opostos 

Marco Ferreira (Sp. Espinho), Bruno Cunha (VC Viana)

Líberos 

João Fidalgo (Sporting), Januário Silva (Sp. Espinho)

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Subscrever × Os italianos não são, porém, os únicos gigantes que a equipa portuguesa vai encontrar nesta fase. A França, mesmo privada do poderoso atacante Earvin Ngapeth e envolvida numa polémica recente com a federação, entrará em cena a apenas uma vitória das 100 em Campeonatos da Europa. Actual 9.ª classificada do ranking, conta no currículo com um título continental (2015)

Esse é um objectivo que a Bulgária, outro dos competidores na poule A, ainda persegue (já foi medalha de prata uma vez e de bronze quatro), mas o 14.º “membro” da hierarquia já derrotou a França em 2019 (3-2), tendo, por outro lado, perdido com a Itália (1-3) e com Portugal (1-3). Em Europeus, contudo, levou a melhor no único confronto com a congénere portuguesa (3-0, em 1951)

Nesta conjuntura, Portugal surgirá sempre como um outsider , vendo as probabilidades de sucesso aumentarem frente aos outros dois adversários do grupo, a Grécia e a Roménia. De resto, são quatro as selecções de cada poule que se qualificam para os oitavos-de-final, sendo já certo que a A cruzará com a D, o que significa que, no limite, em caso de apuramento, a equipa orientada por Hugo Silva poderá vir a medir forças com a Rússia, actual campeã europeia e detentora de 14 títulos. Mas até lá, ainda teremos muito voleibol pela frente

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