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EntornoInteligente | João Loureiro foi ouvido durante quatro horas pela Polícia Federal do Brasil

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Um dos passageiros era  João Loureiro, ex-presidente do Boavista, que acabou por desistir do voo e que antes disso terá mesmo insistido com o comandante do avião para que fosse feita uma fiscalização rigorosa à carga, segundo disse o próprio ao JN. AO PÚBLICO, a Polícia  Federal do Brasil disse que João Loureiro permaneceu no país a pedido das autoridades e que foi ouvido esta sexta-feira na qualidade de testemunha. “Não ficou retido. Nenhum tripulante ou outro passageiro ficou detido”, disse fonte da Polícia  Federal, sublinhando que apenas foram ouvidos os três membros da tripulação e que dos passageiros apenas foi ouvido João Loureiro

Segundo a Polícia Federal, o depoimento do ex-presidente do Boavista durou cerca de quatro horas e foram “extraídos registos do telemóvel, nomeadamente mensagens e fotografias, com autorização do passageiro, para ver se confirma o que foi falado”. João Loureiro tinha dito à SIC que tinha enviado mensagens ao comandante a insistir que fosse feita uma fiscalização à carga do avião.

Além disso, a mesma fonte referiu que João Loureiro “foi advertido que teria de informar qualquer mudança de endereço”. As autoridades quiseram saber qual o motivo da viagem de Portugal para o Brasil, no dia 27 de Janeiro. Respondeu que a viagem teve como objectivo “auxiliar um grupo empresarial”. De facto, o ex-presidente do Boavista disse à SIC que viajou a convite de uma empresa que o queria contratar como consultor.

A Policia Federal diz que João Loureiro referiu que apenas teve conhecimento da apreensão da droga no avião no dia 10 de Fevereiro e que viajou de Salvador para São Paulo no dia 9 de manhã.

O voo de regresso do Brasil para Portugal estava previsto para dia 7 de Fevereiro, com uma escala em Cabo Verde, e com hora prevista de chegada a Tires às 17h30 desse mesmo dia. Mas o comandante do aparelho detectou um problema e teve de chamar assistência de técnicos, segundo disse ao PÚBLICO uma fonte da OMNI, empresa proprietária do avião

A Polícia Federal do Brasil apreendeu, no dia 9 de Fevereiro, no Aeroporto Internacional de Salvador , no Brasil, 500 quilos de cocaína dentro de um jacto privado que tinha como destino final o aeródromo de Tires, em Cascais. Suspeita-se que a avaria detectada no avião, que obrigou o aparelho a ficar em terra e que depois levou à descoberta da droga, foi causada durante a inserção dos pacotes de cocaína na fuselagem do avião.

Um dos passageiros era  João Loureiro, ex-presidente do Boavista, que acabou por desistir do voo e que antes disso terá mesmo insistido com o comandante do avião para que fosse feita uma fiscalização rigorosa à carga, segundo disse o próprio ao JN. AO PÚBLICO, a Polícia  Federal do Brasil disse que João Loureiro permaneceu no país a pedido das autoridades e que foi ouvido esta sexta-feira na qualidade de testemunha. “Não ficou retido. Nenhum tripulante ou outro passageiro ficou detido”, disse fonte da Polícia  Federal, sublinhando que apenas foram ouvidos os três membros da tripulação e que dos passageiros apenas foi ouvido João Loureiro

Segundo a Polícia Federal, o depoimento do ex-presidente do Boavista durou cerca de quatro horas e foram “extraídos registos do telemóvel, nomeadamente mensagens e fotografias, com autorização do passageiro, para ver se confirma o que foi falado”. João Loureiro tinha dito à SIC que tinha enviado mensagens ao comandante a insistir que fosse feita uma fiscalização à carga do avião.

Além disso, a mesma fonte referiu que João Loureiro “foi advertido que teria de informar qualquer mudança de endereço”. As autoridades quiseram saber qual o motivo da viagem de Portugal para o Brasil, no dia 27 de Janeiro. Respondeu que a viagem teve como objectivo “auxiliar um grupo empresarial”. De facto, o ex-presidente do Boavista disse à SIC que viajou a convite de uma empresa que o queria contratar como consultor.

A Policia Federal diz que João Loureiro referiu que apenas teve conhecimento da apreensão da droga no avião no dia 10 de Fevereiro e que viajou de Salvador para São Paulo no dia 9 de manhã.

O voo de regresso do Brasil para Portugal estava previsto para dia 7 de Fevereiro, com uma escala em Cabo Verde, e com hora prevista de chegada a Tires às 17h30 desse mesmo dia. Mas o comandante do aparelho detectou um problema e teve de chamar assistência de técnicos, segundo disse ao PÚBLICO uma fonte da OMNI, empresa proprietária do avião.

A própria  OMNI  emitiu, esta sexta-feira, um comunicado a explicar esta situação:  ” Na viagem para o aeroporto em Salvador, a fim de aguardar pela autorização de regresso para Lisboa, foi detectado um problema técnico durante a aproximação. Esta situação ocasionou a necessidade de intervenção de manutenção no avião, tendo sido prontamente solicitada pelo Comandante do voo à Dassault (fabricante do avião), em São Paulo”.

Ao que o PÚBLICO apurou, os mecânicos chegaram ao aeroporto de Salvador na noite de 8 de Fevereiro e, como já era tarde, apenas mexeram no avião no dia seguinte de manhã. E foi nessa altura, ao fiscalizarem o aparelho, que descobriram a droga escondida (encontraram um volume afixado à estrutura interna do avião), tendo dado o alerta às autoridades com o conhecimento do comandante do aparelho.

É convicção dos técnicos que a avaria que foi sinalizada pelo comandante foi provocada pela inserção dos pacotes de droga na fuselagem do aparelho. A droga estava escondida na fuselagem do avião e em vários compartimentos.

A tripulação, comandante, co-piloto e uma hospedeira de bordo foram ouvidos pelas autoridades e acabaram por regressar a Portugal em voos comerciais, uma vez que o jacto, que pertence a uma empresa portuguesa, ficou apreendido. A Polícia Federal do Brasil está agora a tentar perceber de onde vinha a cocaína e quem seria o seu proprietário. Há suspeitas que a droga tenha sido colocada no avião em São Paulo, onde o aparelho esteve vários dias parado.

Quem eram os passageiros? Na altura da apreensão da droga não estavam passageiros a bordo porque, devido à demora e incerteza do tempo para resolver o problema do avião, os passageiros optaram por viajar por outros meios.

No voo de São Paulo para Salvador estavam apenas dois passageiros, um cidadão espanhol, e João Loureiro, ex-presidente do Boavista. Mas no voo de regresso de Salvador para Portugal a lista de passageiros aumentou: além do cidadão espanhol e de João Loureiro, constavam da lista do voo, quatro empresários ligados ao futebol, nomeadamente Bruno André Carvalho dos Santos, Hugo Miguel Gonçalves Cajuda de Sousa, Paulo Jorge Saturnino Cunha, Bruno Geraldes de Macedo e o jogador Lucas Veríssimo da Silva,  contratado pelo Benfica.

“Esteva previsto regressar nesse voo, junto com outros passageiros”, disse João Loureiro ao JN, “mas já tinha desistido de o fazer bem antes da data prevista e de o assunto ser espoletado, tendo comunicado bem antes à empresa de aviação respectiva que iria regressar a Portugal num voo comercial através de um outro país europeu”. Tal como acabaram por fazer os restantes passageiros, disse ao PÚBLICO a empresa responsável pelo voo.

Neste momento, segundo fonte da Polícia Federal, ainda não foram feitas detenções relacionadas com este caso.

A Policia Judiciária portuguesa tem colaborado com as autoridades brasileiras no combate ao tráfico de droga e este caso está abrangido por essa colaboração.

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