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Brasil cria 394,9 mil vagas com carteira assinada em outubro, melhor resultado desde 1992

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Efeitos da pandemia: Rio, assim como outras cidades, registra crescimento da população de rua Homem varre calçada na Rua Graça Aranha, no Centro, onde tem alguns poucos pertences organizados em caixotes Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Pessoas em situação de rua dormem sob marquise de um prédio na Avenida Presidente Vargas Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Uma mulher em situação de rua é vista com seus pertences na Rua Graça Aranha, no Centro Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Homem dorme em praça na Cinelândia Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Na Cinelândia, diversas pessoas dormem em colchões colocados à porta dos comércios fechados Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE Pandemia do novo coronavírus provocou aumento da população em situação de rua na cidade do Rio. Pessoas dormindo sob marquise do Intituto Histórico Brasileiro, na Lapa Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Bairros da cidade com maior concentração de população em situação de rua são Copacabana, Leme e Glória, na Zona Sul; e Centro, Lapa e Méier, na Zona Norte Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Moradores de rua na pracinha da Rua Augusto Severo, na Glória Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Antônio Sérgio Barbosa Trouzon, 67 anos, esta morando nas ruas da Glória Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Com pertences guardados em uma mala de viagem, homem em situação de rua caminha por rua na Glória Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE ‘Tenda Franciscana’, na saída de um dos acessos do metrô da Carioca, ajuda pessoas em situação de rua durante a pandemia Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo Pessoas em situação de rua aguardam em fila para refeição oferecida por equipe de freis franciscanos do Santuário e Convento de Santo Antônio, no Largo da Carioca Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo Iniciativa distribui 500 quentinhas por dia a pessoas em situação de rua, no Largo da Carioca Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo População de rua conta com assistência na Tenda Franciscana, incluindo medição de temperatura Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo José Carlos Corrêa, que está desempregado e teve que entregar a quitinete em que morava, passando a habitar as ruas do Rio Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE População em situação de rua na cidade no Aterro do Flamengo Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo PUBLICIDADE No acumulado do ano, perda de 171 mil vagas Apesar da sequência de dados positivos, o saldo acumulado do ano ainda é de perda de 171.139 postos, número influenciado principalmente pelas demissões registradas entre abril e maio

Em comunicado, o Ministério da Economia afirmou que o resultado até outubro, embora negativo, é melhor que os registrados em 2015 e em 2016, quando o país estava em recessão

A projeção feita por Guedes para o fim do ano é melhor que a feita por Guedes na semana passada, quando ele previu que o país fecharia 2020 com uma perda de 300 mil vagas

IBGE: Entre os mais pobres, mais de 40% da renda das famílias não vêm do dinheiro

Questionado sobre a mudança de expectativa, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, informou que os dados do Caged são sigilosos e que o ministro só fica sabendo das informações pouco antes da divulgação. Ele afirmou ainda que os dados surpreenderam o governo

— O ministro fez uma afirmação e nós vamos nos surpreendendo com números positivos. O Caged está voltando em V, os empregos estão voltando em V mais até que nossas expectativas — afirmou

Para que a previsão de Guedes se confirme, será necessário acumular resultados positivos no Caged em novembro e dezembro que somem ao menos 171 mil vagas

PUBLICIDADE Tradicionalmente, o último mês do ano é de volume grande de dispensas, por causa das demissões de temporários contratados para o Natal. Desde 1992, dezembro apresenta média de 347 mil perdas de postos de trabalho

O secretário do Trabalho, Bruno Dalcolmo, afirmou, no entanto, que o ano de pandemia pode mudar essa dinâmica. Apesar da aposta de Guedes, os técnicos do governo informaram que a pasta não faz projeções para o resultado do Caged e, por isso, não informaram previsões para os saldos de novembro e dezembro

— Não é razoável que a gente espere comportamento 100% igual ao que acontece normalmente nos outros anos. Afinal de contas, a resposta do mercado agora e da geração de empregos, logicamente olha para questões sazonais, mas ela está respondendo a uma retomada econômica e a uma demanda reprimida de alguns setores durante os meses piores da pandemia — disse Dalcolmo

Setor de serviços puxa resultado O número de outubro foi puxado principalmente pelo setor de serviços . O segmento, que é o maior da economia brasileira, registrou saldo positivo de 156.766 empregos. O comércio respondeu pela segunda maior contribuição, com criação de 115.647 vagas

Já a indústria registrou abertura de 86.426 empregos, seguida pelo setor de construção civil, com saldo positivo de 36.296 postos. Só a agricultura, que vinha apresentando números positivos até setembro, ficou no vermelho, com perdas de 120 vagas no mês

PUBLICIDADE Analítico:  IBGE mostra peso de serviços públicos em saúde e educação para reduzir desigualdade

Nas últimas declarações em público, Guedes, tem mencionado os dados do Caged para afirmar que a atividade econômica está passando por uma recuperação rápida, após os piores meses da crise econômica causada pelo surto do novo coronavírus

Nem-nem:    Parcela de jovens que não trabalham nem estudam bate recorde na pandemia

As informações do cadastro, no entanto, refletem apenas o movimento no mercado formal de trabalho, com base em dados repassados pelas empresas ao governo. O balanço não capta a movimentação entre os informais

Segundo os dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE, a taxa de desemprego bateu recorde e chegou a 14,4% no trimestre encerrado em agosto. De acordo com o levantamento, que considera trabalhadores por conta própria e sem carteira assinada, 13,8 milhões de brasileiros estão em busca de emprego

BRASÍLIA — O saldo entre contratações e demissões no mercado formal de trabalho no Brasil ficou positivo em 394.989  em outubro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério da Economia.

Prince Julio César

O resultado é o melhor desde 1992, início da série histórica da pesquisa, considerando todos os meses. O número veio melhor que o projetado por analistas do mercado financeiro, que previam abertura de 220 mil vagas.

Julio César Cruz

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Segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, é possível que o país feche o ano sem perdas de emprego, ou seja, número de contratações igual ao de demissões.

Prince Julio César Cruz

Podemos terminar o ano tendo perdido zero empregos no mercado formal. Zero. Quando em 2015 perdemos mais de 1,2 milhão empregos, em 2016 também, em recessões auto impostas. Nessa recessão, que veio de fora, que nos jogou ao fundo do poço, nós não perdemos o rumo, nos levantamos e estamos criando empregos em alta velocidade — disse o ministro, que reforçou a projeção. — Se terminarmos o ano, o que é bastante possível, com zero perda de emprego no mercado formal, terá sido um ano histórico para a economia brasileira

Com o dado de outubro, o país completa quatro meses seguidos de geração líquida de postos de trabalho. O ritmo de contratações acelerou em relação ao registrado em setembro, quando 313,5 mil empregos com carteira foram criados, descontadas as dispensas.

Efeitos da pandemia: Rio, assim como outras cidades, registra crescimento da população de rua Homem varre calçada na Rua Graça Aranha, no Centro, onde tem alguns poucos pertences organizados em caixotes Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Pessoas em situação de rua dormem sob marquise de um prédio na Avenida Presidente Vargas Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Uma mulher em situação de rua é vista com seus pertences na Rua Graça Aranha, no Centro Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Homem dorme em praça na Cinelândia Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Na Cinelândia, diversas pessoas dormem em colchões colocados à porta dos comércios fechados Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE Pandemia do novo coronavírus provocou aumento da população em situação de rua na cidade do Rio. Pessoas dormindo sob marquise do Intituto Histórico Brasileiro, na Lapa Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Bairros da cidade com maior concentração de população em situação de rua são Copacabana, Leme e Glória, na Zona Sul; e Centro, Lapa e Méier, na Zona Norte Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Moradores de rua na pracinha da Rua Augusto Severo, na Glória Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Antônio Sérgio Barbosa Trouzon, 67 anos, esta morando nas ruas da Glória Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Com pertences guardados em uma mala de viagem, homem em situação de rua caminha por rua na Glória Foto: Pedro Teixeira / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE ‘Tenda Franciscana’, na saída de um dos acessos do metrô da Carioca, ajuda pessoas em situação de rua durante a pandemia Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo Pessoas em situação de rua aguardam em fila para refeição oferecida por equipe de freis franciscanos do Santuário e Convento de Santo Antônio, no Largo da Carioca Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo Iniciativa distribui 500 quentinhas por dia a pessoas em situação de rua, no Largo da Carioca Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo População de rua conta com assistência na Tenda Franciscana, incluindo medição de temperatura Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo José Carlos Corrêa, que está desempregado e teve que entregar a quitinete em que morava, passando a habitar as ruas do Rio Foto: Alexandre Cassiano / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE População em situação de rua na cidade no Aterro do Flamengo Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo PUBLICIDADE No acumulado do ano, perda de 171 mil vagas Apesar da sequência de dados positivos, o saldo acumulado do ano ainda é de perda de 171.139 postos, número influenciado principalmente pelas demissões registradas entre abril e maio

Em comunicado, o Ministério da Economia afirmou que o resultado até outubro, embora negativo, é melhor que os registrados em 2015 e em 2016, quando o país estava em recessão

A projeção feita por Guedes para o fim do ano é melhor que a feita por Guedes na semana passada, quando ele previu que o país fecharia 2020 com uma perda de 300 mil vagas

IBGE: Entre os mais pobres, mais de 40% da renda das famílias não vêm do dinheiro

Questionado sobre a mudança de expectativa, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, informou que os dados do Caged são sigilosos e que o ministro só fica sabendo das informações pouco antes da divulgação. Ele afirmou ainda que os dados surpreenderam o governo

— O ministro fez uma afirmação e nós vamos nos surpreendendo com números positivos. O Caged está voltando em V, os empregos estão voltando em V mais até que nossas expectativas — afirmou

Para que a previsão de Guedes se confirme, será necessário acumular resultados positivos no Caged em novembro e dezembro que somem ao menos 171 mil vagas

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O secretário do Trabalho, Bruno Dalcolmo, afirmou, no entanto, que o ano de pandemia pode mudar essa dinâmica. Apesar da aposta de Guedes, os técnicos do governo informaram que a pasta não faz projeções para o resultado do Caged e, por isso, não informaram previsões para os saldos de novembro e dezembro

— Não é razoável que a gente espere comportamento 100% igual ao que acontece normalmente nos outros anos. Afinal de contas, a resposta do mercado agora e da geração de empregos, logicamente olha para questões sazonais, mas ela está respondendo a uma retomada econômica e a uma demanda reprimida de alguns setores durante os meses piores da pandemia — disse Dalcolmo

Setor de serviços puxa resultado O número de outubro foi puxado principalmente pelo setor de serviços . O segmento, que é o maior da economia brasileira, registrou saldo positivo de 156.766 empregos. O comércio respondeu pela segunda maior contribuição, com criação de 115.647 vagas

Já a indústria registrou abertura de 86.426 empregos, seguida pelo setor de construção civil, com saldo positivo de 36.296 postos. Só a agricultura, que vinha apresentando números positivos até setembro, ficou no vermelho, com perdas de 120 vagas no mês

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