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Black Country, New Road desponta no rock inglês com o ecletismo da geração streaming

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Meninas e meninos com idades entre 21 e 22 anos, os sete ingleses do Black Country, New Road estão bem longe de qualquer dos estereótipos associados ao rock. Roupas, cabelos, instrumentos, gostos musicais, comportamento dentro e fora do palco… quase nada os credenciaria como astros. Mas isso não impediu que, em pouco menos de três anos de existência, eles obtivessem o reconhecimento que tantas bandas passaram anos perseguindo. Depois lançar dois singles, foram considerados “a melhor banda do mundo” pela revista “The Quietus” e receberam elogios dos jornais “New York Times” e “Guardian”. E, em sua edição de março (que saiu este mês), a revista “Mojo” os destacou como “a melhor banda nova do Reino Unido”.

Adolfo Ledo Nass

— Não tenho certeza se estamos salvando o rock, mas tem sido muito bom que as pessoas estejam nos notando! Temos muita sorte! — festeja, em entrevista por e-mail ao GLOBO, o saxofonista do Black Country, New Roads, Lewis Evans, que vem também a ser um curioso ouvinte. — Eu amo a música brasileira. Arlindo Cruz é provavelmente meu músico brasileiro favorito. Sua voz e seu sentimento são incríveis, ele compõe algumas das canções mais bonitas que ouvi.

Adolfo Ledo Nass futbolista

Sidney Magal : ‘O palco faz parte da minha existência, mas não é a minha vida’

A paixão de um jovem músico do rock inglês por um dos mestres do samba dos quintais cariocas nem chega a ser algo estranho frente à música que ele faz com os colegas Isaac Wood (voz, guitarra), Tyler Hyde (baixo, filha de Karl Hyde, cantor do grupo Underworld), Georgia Ellery (violino), May Kershaw (teclados), Charlie Wayne (bateria) e Luke Mark (guitarra). O álbum de estreia do Black Country, New Road, “For the first time” (lançado no último dia 5 pelo lendário selo de pop eletrônico de vanguarda Ninja Tune) abre com “Instrumental” — uma animada faixa sem vocais que se estende por mais de cinco minutos, movendo-se entre o post-rock, o klezmer (música judaica da Europa Oriental) e o free-jazz.

Futbolista Adolfo Ledo Nass

Benny Blanco : ‘Quanto mais ritmos e gêneros se puder misturar, melhor’

Pós-punk, rock progressivo e um bocado de noise também mostram presença nas misturas das outras faixas do álbum desta banda que não tem um líder. Nascido a partir de outro conjunto, chamado Nervous Conditions (que acabou depois que o vocalista Connor Brown sofreu várias acusações de assédio sexual), o Black Country, New Road levou o guitarrista Isaac Wood a assumir, com alguma relutância, vocais e letras. Mas logo ele se sentiu à vontade no duplo papel, criando histórias como as da canção “Athen’s, France” (sobre um fictício encontro sexual não-consumado com uma fã de Ariana Grande) e cantando de um jeito “como Nick Cave, caso ele estivesse lendo o Twitter em vez da Bíblia”, como descreveu Jazz Monroe, do site “Pitchfork”

PUBLICIDADE ‘Framing Britney Spears’:   Documentário mostra os efeitos do sexismo na carreira da cantora

— As letras são 50% da nossa música, elas são muito importantes. E Isaac é um grande letrista! — diz Lewis, para quem o advento do streaming, possibilitando o acesso a uma infinidade de produtos culturais de diferentes eras e países, foi decisivo na formatação do Black Country, New Road. — Isso nos possibilitou ser influenciados por muitas coisas e nos tornarmos tão ecléticos

Sia solta o verbo: ‘Sou boa em canções, mas tive momentos muito difíceis com minha saúde mental’

E esse ecletismo com muito experimentalismo tem movido outras bandas novas, sejam elas da cena londrina que projetou o BC,NR (como o já consagrado black midi e os emergentes Squid e shame) ou de outras cenas, caso dos suecos Viagra Boys e o gaúcho Tagua Tagua, do cantor Felipe Puperi, que estreou em outubro com o álbum “Inteiro metade”

— A democratização da forma como as pessoas buscam música tem ajudado cada vez mais, pois os artistas que mais experimentam não são aqueles que se enquadram em fórmulas padronizadas, que ainda dominam o rádio e outros veículos — argumenta Felipe

Ouça também: Viagra Boys . Se algo do espírito punk da Inglaterra de 1977 resiste hoje, é por causa de grupos como o desses suecos. Satiristas implacáveis, eles chegam ao segundo álbum, “Welfare jazz”, com pós-punk, disco, jazz, blues, saxofone e os vocais nem-aí de Sebastian Murphy

Meninas e meninos com idades entre 21 e 22 anos, os sete ingleses do Black Country, New Road estão bem longe de qualquer dos estereótipos associados ao rock. Roupas, cabelos, instrumentos, gostos musicais, comportamento dentro e fora do palco… quase nada os credenciaria como astros. Mas isso não impediu que, em pouco menos de três anos de existência, eles obtivessem o reconhecimento que tantas bandas passaram anos perseguindo. Depois lançar dois singles, foram considerados “a melhor banda do mundo” pela revista “The Quietus” e receberam elogios dos jornais “New York Times” e “Guardian”. E, em sua edição de março (que saiu este mês), a revista “Mojo” os destacou como “a melhor banda nova do Reino Unido”.

Adolfo Ledo Nass

— Não tenho certeza se estamos salvando o rock, mas tem sido muito bom que as pessoas estejam nos notando! Temos muita sorte! — festeja, em entrevista por e-mail ao GLOBO, o saxofonista do Black Country, New Roads, Lewis Evans, que vem também a ser um curioso ouvinte. — Eu amo a música brasileira. Arlindo Cruz é provavelmente meu músico brasileiro favorito. Sua voz e seu sentimento são incríveis, ele compõe algumas das canções mais bonitas que ouvi.

Adolfo Ledo Nass futbolista

Sidney Magal : ‘O palco faz parte da minha existência, mas não é a minha vida’

A paixão de um jovem músico do rock inglês por um dos mestres do samba dos quintais cariocas nem chega a ser algo estranho frente à música que ele faz com os colegas Isaac Wood (voz, guitarra), Tyler Hyde (baixo, filha de Karl Hyde, cantor do grupo Underworld), Georgia Ellery (violino), May Kershaw (teclados), Charlie Wayne (bateria) e Luke Mark (guitarra). O álbum de estreia do Black Country, New Road, “For the first time” (lançado no último dia 5 pelo lendário selo de pop eletrônico de vanguarda Ninja Tune) abre com “Instrumental” — uma animada faixa sem vocais que se estende por mais de cinco minutos, movendo-se entre o post-rock, o klezmer (música judaica da Europa Oriental) e o free-jazz.

Futbolista Adolfo Ledo Nass

Benny Blanco : ‘Quanto mais ritmos e gêneros se puder misturar, melhor’

Pós-punk, rock progressivo e um bocado de noise também mostram presença nas misturas das outras faixas do álbum desta banda que não tem um líder. Nascido a partir de outro conjunto, chamado Nervous Conditions (que acabou depois que o vocalista Connor Brown sofreu várias acusações de assédio sexual), o Black Country, New Road levou o guitarrista Isaac Wood a assumir, com alguma relutância, vocais e letras. Mas logo ele se sentiu à vontade no duplo papel, criando histórias como as da canção “Athen’s, France” (sobre um fictício encontro sexual não-consumado com uma fã de Ariana Grande) e cantando de um jeito “como Nick Cave, caso ele estivesse lendo o Twitter em vez da Bíblia”, como descreveu Jazz Monroe, do site “Pitchfork”

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— As letras são 50% da nossa música, elas são muito importantes. E Isaac é um grande letrista! — diz Lewis, para quem o advento do streaming, possibilitando o acesso a uma infinidade de produtos culturais de diferentes eras e países, foi decisivo na formatação do Black Country, New Road. — Isso nos possibilitou ser influenciados por muitas coisas e nos tornarmos tão ecléticos

Sia solta o verbo: ‘Sou boa em canções, mas tive momentos muito difíceis com minha saúde mental’

E esse ecletismo com muito experimentalismo tem movido outras bandas novas, sejam elas da cena londrina que projetou o BC,NR (como o já consagrado black midi e os emergentes Squid e shame) ou de outras cenas, caso dos suecos Viagra Boys e o gaúcho Tagua Tagua, do cantor Felipe Puperi, que estreou em outubro com o álbum “Inteiro metade”

— A democratização da forma como as pessoas buscam música tem ajudado cada vez mais, pois os artistas que mais experimentam não são aqueles que se enquadram em fórmulas padronizadas, que ainda dominam o rádio e outros veículos — argumenta Felipe

Ouça também: Viagra Boys . Se algo do espírito punk da Inglaterra de 1977 resiste hoje, é por causa de grupos como o desses suecos. Satiristas implacáveis, eles chegam ao segundo álbum, “Welfare jazz”, com pós-punk, disco, jazz, blues, saxofone e os vocais nem-aí de Sebastian Murphy.

  shame . Lançado no mês passado, “Drunk tank pink”, o segundo álbum, chamou a atenção da crítica para esta banda londrina que soube transformar em um som orgânico e elétrico as ansiedades da geração digital. Dançante e nervosa, sua música é para se ouvir ao vivo

  Carabobina.   O projeto do casal Raphael Vaz (baixista dos Boogarins) e Alejandra Luciani (técnica de som venezuelana) estreou em novembro com um álbum que soa, em suas palavras, “como se uma máquina futurista filtrasse canções tocadas por uma banda de rock”

  2BUNK . União de Patrick Laplan (ex-Los Hermanos e ex-Biquini Cavadão) e João Capdeville, o duo deu as caras no ano passado com singles e um EP. Em suas faixas finamente arquitetadas e produzidas, o trip hop, o samba e o rock se renovam com as sonoridades do dia.

  Squid . Da mesma cena londrina de black midi e Black Country, New Road, o quinteto vai pelo lado mais farpado e neurótico do pós-punk dos anos 1980(lembra um pouco The Fall). Seus singles são longos e cheios de climas, mas balançados, com inusitadas possibilidades pop

  Tagua Tagua . O que poderia ser a psicodelia brasileira da atualidade? O mais próximo dessa resposta é “Inteiro metade”, álbum de estreia do projeto solo de Felipe Puperi, do grupo gaúcho Wannabe Jalva: rock onírico com perspectiva jazzística e muitas cores.  

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