Donald Trump queria um fosso com crocodilos contra migrantes - Mundo - Correio da Manhã - EntornoInteligente
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O presidente Donald Trump sugeriu que os migrantes ilegais poderiam ser baleados nas pernas e ponderou construir um fosso infestado de crocodilos e serpentes venenosas para travar a entrada de ilegais nos EUA a partir do México.

A revelação chocante surge num novo livro da autoria de dois jornalistas do ‘New York Times’. Intitulado ‘Border Wars: Inside Trump’s Assault on Imigration’, baseia-se em depoimentos de uma dezena de assessores e conselheiros da Casa Branca envolvidos no caso. A sugestão chocante do presidente foi feita em março, numa altura em que Trump estava obcecado com o cumprimento da promessa de campanha de construir um muro para travar a imigração ilegal.

“Falou muitas vezes de fortificar o muro na fronteira com um fosso cheio de água, com cobras e crocodilos, levando mesmo os assessores e fazerem estimativas sobre os custos do projeto”, lê-se no livro, onde se relata ainda o pânico na Casa Branca, quando o presidente ordenou o fecho total da fronteira do México em apenas 24 horas. Só a custo os assessores conseguiram convencer Trump a desistir dessa ideia, por ser inviável, e também das propostas mais extremas. Tiveram de lembrar ao presidente, por exemplo, que disparar sobre migrantes desarmados seria uma violação da lei.  PORMENORES Denuncia “golpe” O presidente Donald Trump denunciou esta quarta-feira que o processo de destituição iniciado pela oposição democrata contra ele “é um golpe destinado a retirar o poder das mãos do povo”. Pompeo ouviu conversa O Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, admitiu esta quarta-feira ter participado no telefonema ao PR ucraniano no qual Trump fez pressões para que o filho de Joe Biden fosse investigado num caso de corrupção na Ucrânia, telefonema esse que está na base do processo de destituição do presidente. Barr pediu ajuda à Itália O ‘Corriere della Sera’ afirma que o procurador-geral dos EUA, William Barr, manteve dois encontros secretos com agentes da espionagem italiana como parte da investigação em curso, ordenada por Trump, para apurar como surgiu o inquérito Mueller à interferência da Rússia nas presidenciais que o levaram ao poder, em 2016.

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