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Doações de comida despencam na pandemia; saiba como contribuir

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Entornointeligente.com / RIO e SÃO PAULO — No galpão da Ação da Cidadania, na Gamboa, 600 cestas básicas se perdem num imenso espaço diante da escassez de doações. Quase ao mesmo tempo, a pouco mais de um quilômetro dali, havia uma fila com dezenas de pessoas que se aglomeram, em tempos de pandemia, em frente à Biblioteca Parque, na Avenida Presidente Vargas. O motivo não é a procura por livros, mas a busca por quentinhas distribuídas, na hora do almoço, pelo governo do estado.

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Nos 28 anos, que se completa este mês, à frente de campanhas contra a fome, a Ação Cidadania constatou que a ajuda de alimentos minguou. Se no ano passado foram distribuídas 80 mil cestas por mês, a campanha agora só consegue 8 mil a cada 30 dias.

Presidente do Conselho da Ação da Cidadania, Daniel de Souza, de 55 anos, convoca a sociedade civil a fazer doações para a compra de alimentos. Ele, que toca o legado do pai, o sociólogo Herbert de Souza, na luta contra a fome, prevê que, ao fim da pandemia, quando as pessoas já estiverem vacinadas, a fome se intensifique ainda mais, por conta do desemprego.

— A busca de doações para amenizar a dor de quem sente fome é um trabalho de resistência, ao mesmo tempo que percebemos um retrocesso de 2017 para cá. No ano seguinte, tivemos o desmonte do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) pelo governo federal, quando, em 2014, tínhamos saído do mapa da fome elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Não foi fácil essa passagem. Agora, a sociedade civil precisa voltar a com as ações de solidariedade doando recursos e quilos de alimentos para os mais carentes — ressalta Souza. — O trabalho da Ação da Cidadania é simbólica, porque há a necessidade de políticas públicas.

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Segundo ele, a queda na arrecadação de doações e alimentos se deve ao cansaço da população pelo longo período de isolamento imposto pela pandemia, além de outros fatores:

— Existe cansaço, crise e desesperança. A redução é percebida por todas as ações de combate à fome. Chama a atenção o caso de pessoas que antes eram doadores e, atualmente, pedem uma cesta básica. O empobrecimento é geral. São empresas fechando, pessoas desempregadas, gente morrendo. O que tem mantido as nossas doações é a fidelização por parte de empresários. Hoje mesmo (terça-feira), o empresário Roberto Medina nos procurou para saber como pode ajudar. A Latam está levando as cestas básicas para todos os estados e a Vale do Rio Doce está disponibilizando os trens. É isso, a locomotiva não pode parar — explica Souza.

PUBLICIDADE ONG quer atender 222 mil famílias Como o Ação da Cidadania, o Mesa Brasil Sesc RJ também tem uma abrangência nacional na distribuição de alimentos, sendo que foca no aproveitamento dos produtos, sem desperdício. No Rio, com a pandemia, surgiram programas como o Movimento União Rio, com 70 organizações parceiras, e o “Tem Gente Com Fome, Dá de Comer”, com uma campanha que conta com artistas para impulsionar as colaborações por parte da sociedade civil. Esta última se impôs uma meta: atender mais de 222 mil famílias cadastradas no Rio e em outros estados. 

— Parece que só reagimos diante do medo do novo. Depois, apesar da triste contabilidade das mortes que se avolumam dia após dia, nos acostumamos com a dura realidade. Mas não podemos! Com a fome, muitas dessas pessoas em extrema vulnerabilidade social acabam impulsionando um macabro ciclo vicioso: vão às ruas para tentar conseguir comida e acabam contraindo e multiplicando o coronavírus, agravando a crise sanitária — afirma Luiza Serpa, diretora do Instituto Phi, que faz a gestão da campanha do União Rio de apoio a comunidades.

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PUBLICIDADE Regina Pinho, diretora do Sesc Regional, também cita que a pandemia deu visibilidade aos invisíveis:

— Desde 2020, por conta dessa situação completamente atípica, reforçamos e ampliamos o nosso fazer ao longo de duas décadas. Com a pandemia e o desemprego, as diferenças sociais e as carências básicas agravaram-se, tornando-se ainda mais visíveis.

Distribuição de cestas básicas e lançamento de livro em SP Em São Paulo, o G10 Favelas (iniciativa formada por líderes das 10 maiores comunidades do país, que juntas movimentam R$ 7 bilhões por ano) distribuiu, na terça-feira, 2 mil cestas básicas a famílias carentes, principalmente às mais afetadas pela pandemia. Mulheres que perderam seus empregos com a crise causada pelo coronavírus e sustentam a família ou homens que precisam escolher entre pagar o aluguel e comprar remédio para os filhos estão entre os que vêm recebendo auxílio por meio do movimento #PanelasVazias. A iniciativa teve início há um mês, segundo Gilson Rodrigues, presidente do G10, quando a rede compreendeu que o agravamento da crise afetava ainda mais quem já passava dificuldade.

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 — Percebemos também que as pessoas passaram a se acostumar com o normal de que falta comida na mesa. É o Brasil do home office e o Brasil da fome. (Como não saem de casa), as pessoas não estão enxergando a fome. Antes conseguíamos preparar cerca de 10 mil marmitas por dia, hoje não passamos de 700. As doações caíram drasticamente — lamenta Rodrigues.

PUBLICIDADE Com objetivo de chamar atenção para um outro grupo fortemente afetado pela pandemia, os moradores de rua, a ONG SP Invisível lançou o livro “A pandemia que ninguém vê”. Reunindo 100 relatos de pessoas que não puderam parar seus trabalhos por serem considerados essenciais — do médico da linha de frente aos catadores de recicláveis — a ideia é que o dinheiro arrecadado com a venda dos exemplares possa auxiliar moradores de rua.

— O dinheiro arrecadado contribui para dar visibilidade à população de rua. Já vendemos 1.500 livros, só restam 1 mil. São histórias que agregam muito para nossas vidas — afirma André Soler, criador do livro e fundador da SP Invisível.

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Segundo Soler, as iniciativas solidárias foram muito afetadas pela pandemia, principalmente pela necessidade de cumprir isolamento social. Não aglomerar, no caso, tornou-se o maior desafio na hora de ser solidário.

— Nas nossas ações, chegávamos a ter 400 pessoas reunidas, então tivemos de reduzir muito o número. Conseguimos fazer diferença pelo movimento drive-thru, em que os voluntários passam pegando as doações e distribuem para moradores de rua do bairro, por exemplo.

PUBLICIDADE Cariocas percorrem grandes distâncias por um prato de comida O retrato da fome pode ser observado no rosto de homens, mulheres e crianças que, diariamente,  aguardam a refeição oferecida pelo programa “Rj Alimenta”, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, em parceria com a Fundação Leão XIII. A ação atende desde agosto do ano passado as pessoas que mais sofreram os impactos da pandemia. De acordo com a secretaria, o projeto, previsto para acabar em fevereiro de 2021, teve que ser estendido. Segundo o estado,  já foram distribuídas 1,2 milhões de refeições no espaço da Biblioteca Parque.

Perto dali, no Largo da Carioca, outra longa fila de pessoas em busca de uma quentinha, também todos os dias. Neste ponto, a distribuição fica por conta do Serviço Franciscano e Solidariedade (Sefras).

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O perfil de quem tem fome é o mesmo: desempregados ou pessoas que viviam da informalidade, mas que ficaram sem poder trabalhar por conta das medidas restritivas impostas pela pandemia. Como o auxílio-emergencial estava suspenso, as filas aumentaram.

Juliano Rosa Filho, de 37 anos, que perdeu o emprego há três meses, precisou entregar o apartamento onde morava de aluguel em Sepetiba e agora comparece rigorosamente no mesmo local e horário para não perder o café da manhã e o almoço do dia. 

PUBLICIDADE — A situação de pandemia tá levando muita gente ao desespero. E não adianta só dar comida, os governantes tem que dar emprego pra gente sair dessa situação. Vejo aqui não só pessoa em situação de rua que vem buscar refeição, mas gente que não tem opção. Têm pessoas de favelas que acabam se mudando para as ruas para poder ficar mais próximas das entregas de comida — afirma Rosa Filho, enquanto esperava sua vez para pegar uma das mil refeições.

Após deixar o trabalho como auxiliar de cozinha e limpeza num dos abrigos da prefeitura, ele, que é pai de duas meninas, de 8 e 13 anos, que moram em Bangu com a mãe, foi trabalhar de manobrista no Centro. Rosa Filho conta que precisou abandonar o bico, pois entrou em rota de colisão com os guardadores locais, por não haver uma fiscalização do município. Agora migrou para outra função na informalidade: descarrega caminhões de água e batata vindos de São Paulo para lojas de doce no Centro.

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As amigas Aline Rodrigues da Silva, de 30 anos, e Cristiane dos Santos, de 46, moram no hotel popular da Prefeitura na Tijuca desde que não puderam mais custear as despesas de casa. De acordo com elas, por vezes foi servida comida estragada nos abrigos, e por isso não enxergaram outra saída senão buscar os almoços gratuitos.

PUBLICIDADE No momento, Cristiana conta que faz bicos enquanto não arranja um trabalho com carteira assinada. Ela afirma que já trabalhou como trocadora de ônibus e operadora de caixa. Antes de se mudar para um dos abrigos, Cristiana morava no Rio das Pedras, na Zona Oeste, onde pagava o aluguel com o dinheiro do auxílio emergencial. Mas, segundo ela, com os sucessivos cortes no valor do benefício, as despesas encareceram e por isso precisou entregar o apartamento.

— Ainda faço alguns bicos, panfletando por exemplo, mas não é toda hora. Hoje, tô vindo pela terceira vez pegar refeição. A gente vem andando por 40 minutos, come aqui mesmo e depois volta. Às vezes o Campo de Santana tá aberto aí a gente senta em um dos banquinhos e come — relata.

Diminuição de doações faz famílias inteiras irem para fila Segundo Nicolas Pereira, auxiliar administrativo no projeto do Sefras, a demanda pelas refeições segue crescendo. Muitos recém-desempregados, ele conta, passaram a frequentar a tenda, desde garçons e professores a cuidadores de idosos. Ele observa que principalmente nesta pausa de dez dias de feriadão, com as ruas vazias e o comércio fechado, muitos que dependiam de algum tipo de auxílio de restaurantes, bares e outros estabelecimentos se voltaram às refeições gratuitas.

PUBLICIDADE — No ano passado distribuímos almoço e janta por seis meses. Mas com com a piora da pandemia a captação diminuiu. Hoje podemos oferecer 300 refeições diárias, o que está muito aquém da quantidade de pessoas que nos procuram — afirmou Pereira.

De acordo com ele, cada solicitante só pode pegar uma refeição por vez, o que obriga a alguns a levarem toda a família, incluindo filhos pequenos, a fim de conseguir pratos de comida para todos. No período de maior atividade na tenda, eram entregues 800 refeições, possibilitando algumas pessoas a levar as sobras para familiares em casa. Agora, as quentinhas restantes, ele ressalta, estão cada vez mais raras.

— Não deixar que eles levem mais de uma é o ‘não’ mais doloroso que se pode dar. Mas não tem jeito, pois, infelizmente, estão chegando cada vez menos doações — lamenta o auxiliar administrativo.

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O estivador Flavio Sanchez, de 52 anos, espera sentado na fila para não forçar a hérnia adquirida no trabalho diário que exercia no Porto do Rio. Sanchez deu entrada na aposentadoria em novembro do ano passado e até agora está em “análise”. Inativo por falta de demanda no Porto, Sanchez também não tem as condições socioeconômicas necessárias para pleitear o auxílio-emergencial. Com a esposa dentro de casa, ele sai na esperança de conseguir pegar duas refeições.

PUBLICIDADE — Antes de toda essa pandemia começar, eu trabalhava todo dia. Tinha meu emprego no Porto há 30 anos e ganhava meu dinheiro. Daí, a partir de março, meus colegas foram sendo demitidos aos poucos, até que fui afastado. Agora tem dois meses que venho todo dia nesse horário buscar meu almoço.

Deslocamento de bicicleta e ajuda de vizinho Quem também precisou recorrer aos projetos de auxílio neste período pandêmico foram os ambulantes e camelôs. Praticamente sem clientela, devido às restrições que diminuíram a mobilidade de pessoas nas ruas, Elias Batista, de 53 anos, pegou sua refeição gratuita pela primeira vez na última sexta-feira santa. Morador da comunidade da Vila Cruzeiro, ele vem de bicicleta por 1h30 ao Centro do Rio na tentativa e vender seus produtos, que incluem pomada e meias para senhores de idade.

— Hoje ainda vou à praia. Vou almoçar lá e ver se tem algum gato pingado pra comprar os protetores solares que eu trouxe. Desde a pandemia, mudou muito, precisa nem falar, só ver aí o tamanho da fila e a quantidade de gente na rua. Antes, tinha bastante venda e dava pra sobreviver melhor do que agora. Mas graças a Deus meus filhos estão criados e eu não pago aluguel — afirma Batista.

PUBLICIDADE Paralelo às atividades como camelô, Batista exerce sua profissão de pedreiro e pintor. No entanto, a demanda por trabalho cada vez mais escassa o obrigou a diminuir o preço do seu serviço para não perder as oportunidades. Em um desses trabalhos, Batista ajudou a construir a casa de um vizinho da comunidade, que é dono de uma padaria na região.

— Esse amigo me fortalece um pão de manhã, um leite, um açúcar quando preciso, porque ele vê minha luta. Ele disse que me ajudaria quando fosse preciso, ou seja, hoje em dia ele reconhece a luta, até porque ele também batalhou muito. Tô devendo uns R$ 100 pra ele, mas ele sabe que vou pagar quando tiver — disse o pedreiro, que completa: — Tem que correr atrás e ter força de vontade. Dou graças a Deus de ter essa força. Porque vejo muita mãe com três, quatro filhos passando necessidade.

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Para Batista, nesses momentos de dificuldade é preciso economizar na alimentação e se satisfazer com menos. Segundo ele, a ajuda de parentes, como de sua tia que é assalariada e recebe aposentadoria, é indispensável. Ela mora em Belford Roxo, cerca de 18km de distância dele. Batista faz o caminho com sua bicicleta, da qual, ele afirma, não abre mão por nenhum dinheiro. Às vezes, conta Batista, ele vai até à tia para fazer reparos na casa dela e dos vizinhos e aproveita para conseguir um almoço ou uma janta.

PUBLICIDADE Já Antônio Carlos Marcos, de 47 anos, encaixou a atividade de camelô para complementar a renda que levanta como feirante fixo no Ceasa e de itinerante em outras feiras no Centro. Segundo ele, desde o começo da pandemia, viu seu faturamento cair para menos da metade do que recebia antes. Agora, roda no Centro vendendo placas de computador e carregador de celular e depois volta de ônibus para casa onde mora com a irmã no Engenho Novo, há cerca de 9,5 km do ponto de entregas de quentinha. Na última sexta-feira, pegou sua segunda refeição na semana: um prato com peixe e salada de cenoura.

— A comida tava gostosa hoje. A comida aqui é bacana, saudável e alimenta. Faz um mês que venho buscar almoço e janta aqui. Tenho minha carteirinha de feirante no Ceasa e compro mercadoria por preços menores quando sobra lá. Vi muita gente sendo demitida no Ceasa. Ultimamente, o movimento na rua tá bem fraco, mas vendendo um pouco aqui e outro ali já tá bom. As coisas estão bem complicadas, até nas feiras tá difícil — relata Marcos.

Em SP, prefeito e empresários doam leitos de UTI Em Piedade, cidade do interior do estado de São Paulo, com 52 mil habitantes, o prefeito Geraldo Camargo Filho começou um movimento para aumentar os leitos de internação na Santa Casa do município. Pela prefeitura, conta, por mais “boa vontade que tivesse”, os processos seriam demorados por dependerem de licitação.

PUBLICIDADE — Me bateu desespero quando aumentaram as internações, então busquei no mercado se eu conseguiria abrir leitos comprando os equipamentos. Busquei a associação comercial e industrial de Piedade e falei com eles: “Olha, a minha parte está aqui”. Tive sorte porque naquele dia tinham três monitores disponíveis para comprar, então usei do meu salário, como doação, cerca de R$ 12.500 em cada aparelho — conta Filho.

A iniciativa deu certo, segundo o prefeito, e a partir da sua doação empresários, agricultores e comerciantes passaram a ajudar diretamente a Santa Casa. O hospital, que já recebeu cerca de R$ 140 mil em doações, conseguiu dobrar de cinco para dez o número de leitos de UTI. De enfermaria, passou de cinco para 15 nas últimas semanas.

— Ainda não está do jeito que eu quero, pois precisamos de mais leitos. Mas já avançamos bem. A expectativa é que essa corrente continue. Nós temos que nos ajudar pois ninguém sabe onde vai parar isso.

Como ajudar Amor que move

O projeto oferece marmitas para pessoas em situação de desamparo em Brasília. A distribuição é feita às segundas e quartas nos hospitais regionais de Ceilândia (HRC) e Taguatinga (HRT). Além de alimentos, a iniciativa também recebe doações de material de limpeza, utensílios para casa, materiais de construção e contribuições financeiras.

Contato para doações: (61) 8116-7008 / 9239-5151 ou depósitos por PIX: 016.495.281-08 (CPF).

www.instagram.com/grupoamorquemovebsb/

PUBLICIDADE Amparaí

O projeto da ONG Misturaí distribui diariamente refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade social em Porto Alegre, RS. Doações pelo site www.apoia.se/misturai ou por PIX: [email protected]

G10 Favelas – #PanelasVazias

A iniciativa de líderes das dez maiores comunidades do país distribui cestas básicas a famílias carentes. Doações em alimentos: Rua Itamotinga 100, Paraisópolis. Doações em dinheiro: PIX: 12.772.787/0001-99 (CNPJ).

Movimento União Rio

Acessar o site clicando aqui. Para contribuir com o Mesa Brasil Sesc RJ, a entidade disponibiliza o email [email protected] para contatos.

Panela cheia

O movimento organizado pela Central Única das Favelas (CUFA), Gerando Falcões e Frente Nacional Antirracista arrecada recursos para a compra de 2 milhões de cestas básicas para instituições de todo o país.

Doações no site:

www.panelacheiasalva.com.br

Rio Negro, nós cuidamos!

A campanha arrecada recursos para comprar alimentos, produtos de higiene e ações de comunicação em saúde voltadas para 23 povos indígenas da Amazônia. A iniciativa é coordenada pela Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN). Contato por Whatsapp: (97) 9840-61078 ou (97) 9810-44598

PUBLICIDADE Santa Casa de Misericórdia de Piedade

De leitos de UTI a dinheiro, doações podem ser feitas ao hospital. Contatos pelo número (15) 3244-8200 ou pela Associação Comercial e Industrial de Piedade (Acip): (15) 3344-9770.

SP Invisível

O dinheiro arrecadado com a venda de exemplares do livro da ONG, “A pandemia que ninguém vê”, é dirigido a ações de apoio a moradores em situação de rua de São Paulo. Para comprar o livro: www.lojainvisivel.org/product-page/SPinvisivel. Para doações: www.spinvisivel.org/doar

Tem gente com fome

A campanha nacional de financiamento coletivo arrecada fundos para ações emergenciais de enfrentamento à fome, à miséria e à violência durante a pandemia. É possível contribuir com valores a partir de R$10, para ajudar 222.895 famílias vulneráveis. A iniciativa é organizada por Coalizão Negra Por Direitos, Anistia Internacional, Oxfam Brasil, Redes da Maré, Ação Brasileira de Combate às Desigualdades, 342 Artes, Nossas — Rede de Ativismo, Instituto Ethos, Orgânico Solidário e Grupo Prerrô. Depósitos por PIX: 11.140.583/0001-72 (CNPJ). www.temgentecomfome.com.br/#block-36324

Você tem fome de quê?

Organizada pelo Coletivo Resistência Preta (CRP), a campanha arrecada cestas básicas e materiais de higiene para distribuição em dez comunidades de Salvador, Bahia. Combinar entrega por telefone: (71) 99117-8531 ou (71) 99688- 0599. Doações por PIX: 30.800.325.0001- 29 (CNPJ). www.instagram.com/coletivoresistenciapreta

 

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LINK ORIGINAL: OGlobo

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