Djokovic e Nadal mostram que estão prontos em Roland Garros

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Foi um segundo dia de Roland-Garros chuvoso, mas o tecto do court Philippe Chatrier abriu-se para o regresso de Rafael Nadal ao torneio francês. Detentor de 13 títulos conquistados no mesmo court , o tenista espanhol voltou a Paris como favorito, mas não de uma forma tão categórica, por causa da lesão no pé esquerdo (síndrome de Muller-Weiss) que limitou a sua preparação para Roland-Garros a cinco encontros. No entanto, na sua estreia frente a Jordan Thompson, não se viu Nadal condicionado na movimentação.

«É um bom começo, claro, em três sets . Joguei bem durante um bocado, mas há coisas que posso fazer melhor e preciso de fazer melhor», afirmou Nadal, após a vitória sobre Thompson (82.º mundial), com um triplo 6-2, estabelecendo um novo recorde no ténis masculino de encontros ganhos no mesmo torneio do Grand Slam: 106.

O actual número cinco no ranking vai procurar a vitória n.º 300 em torneios do Grand Slam na próxima ronda, frente ao francês Corentin Moutet (139.º), que eliminou, por 2-6, 6-3, 6-7 (2/7) e 6-3, o campeão de 2015, Stan Wawrinka, ainda a recuperar a melhor forma desde o regresso ao circuito em Março, depois de uma cirurgia no pé esquerdo.

O novo tecto amovível no court principal de Roland-Garros permite agora sessões nocturnas e a honra na estreia foi dada a Novak Djokovic, que derrotou Yoshihito Nishioka (99.º), por 6-3, 6-1 e 6-0.

Actual campeã eliminada No torneio feminino, continuaram as eliminações de vencedoras de torneios do Grand Slam. Foi o caso da campeã em título, Barbora Krejickova (2.ª), que no seu o primeiro encontro desde Fevereiro e depois de recuperar de uma lesão no cotovelo, foi afastada pela francesa Diane Parry (97.ª), por 1-6, 6-2 e 6-3. A jogadora de 19 anos e ex-número um mundial júnior, contou com o apoio do público para superar a checa que se tornou na terceira detentora do título a ser eliminada na estreia na edição seguinte, sucedendo a Anastasia Myskina (2005) e Jelena Ostapenko (2018).

Também Naomi Osaka (38.ª) não chegou a Paris nas melhores condições – devido a uma lesão no tendão de Aquiles, que só lhe permitiu disputar dois encontros em terra batida – e perdeu, por 7-5, 6-4, com a norte-americana Amanda Anisimova (28.ª), que já a tinha eliminado no Open da Austrália. Ao contrário do ano passado, quando abandonou o torneio antes de disputar a segunda ronda, alegando exaustão mental, Osaka compareceu na conferência de imprensa, onde explicou que, agora, espera alguns dias após perder um encontro antes de visitar as suas redes sociais. A japonesa adiantou ainda que pensa em não ir competir em Wimbledon, depois da decisão dos circuitos ATP e WTA não atribuírem pontos nesse torneio, em consequência do impedimento dos tenistas russos e bielorrussos de jogarem na Grã-Bretanha.

Na segunda ronda está a campeã de 2020 e grande favorita, Iga Swiatek, depois de uma vitória concludente sobre Lesia Tsurenko (119.ª), por 6-2, 6-0, em 54 minutos. A polaca mantém uma série de 29 encontros consecutivos sem conhecer a derrota. Também a dupla campeã de Wimbledon, Petra Kvitova (34.ª) venceu Anna Bondar (61.ª) em dois sets : 7-6 (7/0), 6-1.

Dificuldades sentiram as outras campeãs de majors , Emma Raducanu (12.ª), Victoria Azarenka (15.ª), Angelique Kerber (17.ª) e Bianca Andreescu (72.ª), que venceram em três sets .

João Sousa, que esta semana subiu ao 63.º lugar do ranking, estreia-se em Roland Garros no encontro que abre a jornada de terça-feira (10 horas em Portugal) no court 10, onde vai defrontar Chun-hsin Tseng (109.º), de Taiwan.

LINK ORIGINAL: Publico

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