Diogo Jota, o herói substituto de Portugal » EntornoInteligente
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Quando Cristiano Ronaldo não está na selecção portuguesa, a sua ausência será sempre mais comentada e explorada do que quem quer que o vá “substituir” (tem de ser sempre entre aspas porque não é alguém substituível). E nunca a sua ausência terá sido tão explorada como esta, motivada por uma infecção de covid-19 . Sem Ronaldo, Fernando Santos repetiu a solução Diogo Jota para o lugar do capitão e foi o homem do Liverpool a alimentar com dois golos e uma assistência o triunfo português por 3-0 sobre os suecos, na quarta jornada do Grupo 3 da Liga das Nações.

Este triunfo mantém a selecção portuguesa no topo do agrupamento, com 10 pontos, tal como a França, que bateu a Croácia (1-2) em Zagreb , mas com uma diferença de golos maior (oito para quatro dos franceses). Com duas rondas ainda por disputar, apenas Portugal e França estão na luta pelo apuramento para a final a quatro , sendo que tudo pode ficar já decidido na próxima jornada, a 14 de Novembro, com um Portugal-França na Luz – quem ganhar qualifica-se (já que o primeiro critério de desempate são os pontos somados entre ambos), um empate deixa tudo para a ronda final, em que Portugal terá de jogar na Croácia e a França recebe a Suécia.

Mais populares Covid-19. Portugal ultrapassa os 2000 casos diários, mas pode chegar aos 3000. Morreram mais sete pessoas Covid-19: filha denuncia infecção da mãe em hospitais de Lisboa i-album Exposição Da Ausonia ao Emoneura, há anúncios vintage para ver no Museu da Farmácia Em Alvalade, Portugal esteve menos no controlo do que tinha estado em Paris, há quatro dias . Talvez motivada pelo cansaço ou pelo menor estatuto do adversário, a selecção orientada por Fernando Santos foi menos monolítica e mais dispersa, a aventurar-se mais no ataque e a deixar buracos mais atrás. Mas a verdade é que, antes dos cinco minutos, já podia estar a ganhar por 2-0.

Ainda mal tinham passado 60 segundos e já Diogo Jota tinha arrancado um remate rasteiro e perigoso que saiu ao lado da baliza de Olsen e, aos 4’, foi William Carvalho a cabecear ao poste após cruzamento de Cancelo. Aos 13’, os suecos responderam, com Lustig, em posição frontal, a falhar completamente o alvo após um mau alívio de Pepe.

Positivo/Negativo Positivo Diogo Jota Dois golos, uma assistência para um jogo em alta rotação do rapaz de Massarelos que se mudou no último Verão para o Liverpool e que está a ganhar o seu espaço na selecção. Por enquanto ainda é uma solução de recurso, mas não vai demorar muito para ser primeira opção

Positivo William Carvalho Ofensivamente, foi dos melhores da selecção portuguesa, com uma visão de jogo e uma capacidade de passe como poucos, para além de ter mandado uma bola ao poste.

Negativo Defesa da Suécia A mobilidade e rapidez do ataque português criaram muitos problemas ao sector mais defensivo da Suécia.

Negativo João Félix Muito perdulário. Teve a baliza aberta aos 67’, mas falhou completamente o alvo.

Acabou a “seca” de golos Aos 21’, a rapidez e mobilidade dos homens da frente da selecção portuguesa deu frutos. Bruno Fernandes conseguiu dar um toque na perfeição para Diogo Jota, que, rodeado de defesas suecos, optou por fazer o passe para o liberto Bernardo Silva, que acabou com a “seca” de golos da selecção portuguesa nesta última semana – com o duplo 0-0 com Espanha e França, mais os 21 minutos do jogo com a Suécia, Portugal já ia em 201 minutos sem marcar um golo.

A Suécia não se encolheu e voltou a estar perto do golo aos 34’, numa jogada de Lustig pelo flanco direito, a que se seguiu o cruzamento para o remate de Berg, que embateu no poste da baliza de Rui Patrício.

Fernando Santos diria após o jogo que a Suécia merecia ter marcado um golo em Alvalade e tinha razão. Mas também tinha razão ao dizer que Portugal também podia ter marcado mais.

Esse desperdício seria mais evidente na segunda parte e a culpa foi de outros que não de Diogo Jota (João Félix, por exemplo, teve uma perdida incrível quando só tinha o guarda-redes sueco pela frente). Aos 44’, o antigo jogador de Paços de Ferreira e FC Porto abriu a sua conta no jogo, ao responder da melhor maneira a um cruzamento de João Cancelo, marcando o seu segundo golo ao serviço da selecção.

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Subscrever × Ao segundo, seguiu-se o terceiro do jogador em que o Liverpool apostou forte neste Verão. Aos 72’, William Carvalho (boa exibição a atacar, menos boa a defender) calibrou bem o seu passe para a corrida de Jota e a sua técnica e remate fizeram o resto. Tirou dois do caminho, ganhou o espaço que precisava e bola lá para dentro, acabando praticamente com o interesse competitivo do jogo.

Jota acabaria por sair pouco depois, com os aplausos dos cinco mil que estiveram em Alvalade. E, à distância, de Cristiano Ronaldo, o herói habitual de Portugal, a ver o jogo pela televisão na sua casa em Turim. “É como se estivesse aí”, dizia CR7 à “malta” pelo Instagram antes do jogo começar. Sem o seu centro de gravidade, a “malta” voltou a dar-se bem.

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