Crítica: 'Medo profundo' - EntornoInteligente

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A cena de abertura de “Medo profundo” é uma espécie de paródia homenageando “Tubarão”, o clássico de Steven Spielberg. Infelizmente o humor e a criatividade ficam por aí. Nos quase 90 minutos restantes o filme se leva a sério demais, o que torna evidente todos os seus defeitos. É difícil dizer o que é mais ridículo na história das duas irmãs americanas que, de férias numa paradisíaca praia mexicana, resolvem fazer aquele mergulho turístico em que se fica numa gaiola de ferro observando tubarões. Uma delas é destemida, a outra é medrosa. Mas topa ir porque, como tomou um fora do namorado, acha que se o seu bumbum aparecer bonito nas fotos do passeio pode ser que ele mude de ideia.

Tudo é muito previsível até o momento em que um acidente as leva para o fundo do mar, sem conseguirem contato com a superfície. Por mais que o diretor de fotografia Mark Silk faça um baita esforço para tornar o filme plausível e claustrofóbico, o roteiro enche a narrativa de diálogos submarinos ridículos e dispensáveis entre as irmãs, quebrando a tensão. Além do sadismo do diretor-roteirista Johannes Roberts em relação às personagens, que comem o pão que o diabo amassou, ele telegrafa reiteradamente para o espectador tudo o que poderá acontecer em seguida.

Crítica: ‘Medo profundo’

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