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Covid-19: Estado do Rio está saindo de terceira onda, mas medidas de proteção precisam ser mantidas, diz secretário de Saúde

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Entornointeligente.com / RIO – O secretário estadual de Saúde do Rio de Janeiro, Alexandre Chieppe, disse, nesta terça-feira, dia 11, que o Rio, assim como São Paulo, está saindo de uma terceira onda da pandemia de Covid-19, que seria relacionada à variante P1, descoberta em Manaus. No entanto, o secretário ressaltou que as medidas de proteção precisam ser mantidas, especialmente devido ao surgimento de novas variantes e à chegada da época mais fria do ano, já que o inverno tem início no próximo mês.

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— Os estados do Rio de Janeiro e de São Paulo estão saindo da terceira onda da pandemia de Covid-19, que está relacionada à entrada da variante P1, de Manaus. Essa variante causou uma segunda onda em outros estados do país e, especificamente nesses dois, uma terceira, maior ainda do que as duas primeiras — afirmou o secretário, e acrescentou que há uma perspectiva positiva para as próximas semanas. — O número de novas solicitações de internações já está em patamares menores, compatíveis com os de períodos entre ciclos. A tendência, para as próximas semanas, é de uma queda na taxa de ocupação de leitos.

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Nesta terça-feira, segundo o Painel de Monitoramento da Covid-19 da Secretaria estadual de Saúde (SES), a taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 estava em 86,5%. O número vem caindo desde o índice da semana entre 28 de março e 3 de abril, quando estava em 91%, mas continua em patamar elevado. Chieppe reforça a importância de, mesmo com a queda, manter as medidas protetivas:

— Mantemos um alerta, ou seja, essas informações sobre queda das taxas de internações não significam que possa haver qualquer tipo de desmobilização. Além disso, o surgimento de novas variantes é uma grande preocupação, assim como a chegada do período mais frio do ano. As medidas de proteção devem ser mantidas.

Desde a primeira dose: veja, em imagens, como a vacinação contra Covid-19 avança no Rio Secretário Municipal de Saúde, Daniel Soranz, aplica vacina da Pfizer na gestante Mariana Leite, 38 anos, no Rio Comprido Foto: Maria Isabel Oliveira / Agência O Globo – 04/05/2021 A vacina da Pfizer chegou à capital com lote de 46.800 e causou corrida à Clínica da Família Estácio de Sá, no Rio Comprido, Zona Norte, onde o secretário de Saúde participou de uma vacinação simbólica, para marcar a chegada do imunizante vindo dos Estados Unidos Foto: Marcos de Paula / Prefeitura do Rio – 04/05/2021 Lucimara Augusto, 61 anos (de boina) e Eulina Gomes, 60 anos aguardam, sentadas no chão, para receber a vacina da Pfizer na Clínica da Família Estácio de Sá, no Rio Comprido, que recebeu apenas 12 frascos para cerimônia simbólica de vacinação, o equivalente a 60 doses Foto: Guito Moreto / Agência O Globo – 04/05/2021 Prefeitura do Rio inclui garis no grupo prioritário e profissionais começam a ser vacinados em abril Foto: Fábio Motta / Prefeitura do Rio – 26/04/2021 Secretaria estadual de Saúde realizou entrega de nova remessa de 500 mil vacinas contra a Covid-19, além de medicamentos do chamado "kit intubação" em meados de abril Foto: Hermes de Paula / Agência O Globo – 18/04/2021 Pular PUBLICIDADE Municípios fluminenses receberam novos lotes de vacina contra a Covid-19 pelo ar. Helicópteros das forças estaduais são essenciais para logística ágil de transporte para o interior do estado Foto: Antonio Scorza / Agência O Globo Sem necessidade de apresentar comprovante de residência, o primeiro dia de vacinação em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, foi marcado por aglomeração, tumulto e frustração Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo Fila em direção a um posto de vacinação para receber uma dose da vacina contra o coronavírus em Belford Roxo, Baixada Fluminense Foto: Ricardo Moraes / Reuters Fila no drive-thru em Duque de Caxias para receber a vacina da Covid-19 Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo Mulher recebe vacina CoronaVac contra o novo coronavírus na sede do Cacique de Ramos, um dos blocos carnavalescos mais tradicionais do Rio de Janeiro Foto: Ricardo Moraes / Reuters Pular PUBLICIDADE Homem é imunizado contra o novo coronavírus com a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, maior produtor de vacinas da América Latina, em um centro de vacinação montado no complexo cultural Cidade das Artes, na Zona Oeste Foto: Mauro Pimentel / AFP Planetário da Gávea foi o local do primeiro dia de vacinação por distinção de gênero, além da faixa etária, na capital do Rio. O resultado foi uma vacinação tranquila e sem filas Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Museu do Amanhã começou a ser usado para aplicar vacina contra a Covid-19 no início de março Foto: Marcos de Paula / Agência O Globo Marlene Benedito Falcão, de 79 anos, recebe uma dose da vacina. Ela já teve Covid-19 e ficou internada e entubada por 11 dias Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Dijanira Chagas da Silva, de 86 anos, é imunizada contra a Covid-19 em sua casa, na Cruzada São Sebastião, no Leblon. Equipe Trombeta, da Secretaria Municipal de Saúde, faz a vacinação em casa de idosos com dificuldades de locomoção Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE O técnico de enfermagem Milton Gomes Nunes Júnior aplica a vacina em Maria Palmira Maximiliano, de 87 anos, enquanto a agente comunitária Íris da Silva Brito preenche as carteirinhas de vacinação Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Idosa recebe dose da vacina contra a Covid-19, no Museu da República, o Palácio do Catete, na Zona Sul do Rio Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo Cacique indígena Guarani Jurema Nunes, de 39 anos, é vacinado no acampamento da tribo São Mata Verde Bonita, na terra indígena Guarani, na cidade de Maricá Foto: Mauro Pimentel / AFP Vacinação no Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, é feita no sistema drive-thru Foto: Gabriel de Paiva em 16-02-2021 / Agência O Globo O cantor e compositor Zeca Pagodinho é imunizado contra a Covid-19 na sexta-feira, dia 19 de abril Foto: Divulgação Pular PUBLICIDADE A cantora Alcione, de 73 anos, recebeu a vacina contra Covid-19, no drive-thru do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio Foto: Reprodução O sambista Monarco, de 87 anos, foi um dos primeiros a participar da vacinação no Sambódromo. Integrantes da Velha Guarda das escolas de samba foram os primeiros a receber o imunizante no drive-thru na Avenida Marquês de Sapucaí Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Na mesma cerimônia em que esteve Nelson Sargento, o comediante e dublador Orlando Drummond, o inesquecível Seu Peru, da "Escolhinha do professor Raimundo"de 101 anos, recebeu sua primeira dose de vacina anti-Covid Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Aos 76 anos, Zezé Motta foi vacinada no Retiro dos Artistas, no dia 20 de janeiro, com a primeira dose da CoronaVac. Ela é vice-presidente da instituição e contou que mais de 50 residentes começaram a ser imunizados Foto: Instagram / Reprodução Helicópteros são carregados com doses da vacina CoronaVac, no 12º BPM, em Niterói. PM e Bombeiros passaram fazer a logística da vacina para o interior Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo Pular PUBLICIDADE Dona Maria José, de 101 anos, foi a primeira a receber a dose da CoronaVac em Rio das Flores Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Dulcineia da Silva Lopes, 59 anos, recebe vacina CoronaVac diante da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro. Ela e Therezinha da Conceição, de 80 anos, foram as primeiras moradoras do Rio a receberem a vacina Foto: Ricardo Moraes / Reuters  

Dengue, zika e chikungunya O secretário falou ainda sobre as arboviroses — que são as doenças causadas pelos arbovírus, como o vírus da dengue, o zika vírus, a febre chikungunya e a febre amarela. Como as épocas mais quentes do ano são as que demandam mais atenção em relação à transmissão destas doenças, Chieppe acredita que já é possível dizer que foi um ano com baixos índices de contaminação.  

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PUBLICIDADE — Passamos da época do ano mais crítica para as chamadas arboviroses, e havia uma preocupação muito grande, mas foi um ano de baixa transmissão dessas doenças. Podemos afirmar com um certo grau de certeza que não foi um ano de alta transmissão — afirmou o secretário.

O secretário acredita que dois fatores podem ter colaborado com essa diminuição: a menor circulação de pessoas e o fato de já estar acontecendo uma pandemia de outro vírus, o Sars-CoV-2. Segundo Chieppe, não ser comum a ocorrência de duas epidemias ao mesmo tempo:

— O aumento de casos esperado para o ano passado não ocorreu. O mesmo estamos percebendo este ano. Uma das hipóteses levantadas é a diminuição da mobilidade das pessoas, que pode ter contribuído. A outra hipótese se deve ao fato de, historicamente, sabermos da dificuldade de ocorrência de duas epidemias de forma simultânea.

No entanto, Chieppe destaca que, com o inverno tendo início no dia 21 do próximo mês, “o preocupante, agora, nesta época do ano, são as doenças respiratórias de uma forma geral”.

 

LINK ORIGINAL: OGlobo

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