Consultora financeira julgada por morte em atropelamento - Portugal - Correio da Manhã - EntornoInteligente
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A consultora financeira, de 29 anos, seguia ao volante de um Mercedes 204K, na EN224, em Vale de Cambra, quando atropelou mortalmente um homem, de 60 anos, que seguia a pé na berma. Eram 05h00 do dia 13 de agosto de 2017 e Joaquim Vasconcelos foi atingido pelo retrovisor e pelo guarda-lamas do carro, tendo sido projetado para uma valeta. Apesar de ter sentido o embate, a arguida, que tinha ingerido bebidas alcoólicas, fugiu do local para casa de uma amiga. Está acusada de homicídio por negligência e omissão de auxílio. De acordo com a acusação do Ministério Público (MP), o embate deveu-se à “falta de cuidado e de atenção” da arguida que transpôs a linha contínua que separa a via de trânsito em que seguia, da berma, local onde embateu na vítima. O acidente mortal ocorreu de noite, numa zona de reta de 300 metros, onde não há passeios e a iluminação é pública. O processo refere ainda que a acusada não efetuou qualquer travagem. Joaquim Vasconcelos foi encontrado caído na valeta por um casal que passou no local. “Teria evitado a morte se tivesse usado prudência e cumprido as regras estradais. Atuou com o intuito concretizado de não auxiliar nem promover o auxílio da vítima”, diz o MP, que pede que a arguida seja ainda punida com uma pena acessória de inibição de condução de veículos a motor. Na investigação, não ficou claro se a arguida circulava em excesso de velocidade (50 km/h no local) nem qual a taxa de álcool que tinha. O julgamento começa no final deste mês.
LINK ORIGINAL: Correio da manha

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