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Com pandemia, dinâmica de grupo para estágio migra para a internet; G1 acompanhou processo

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Entornointeligente.com / Acesse sua conta

ou cadastre-se grátis grupo globo sair da conta Com pandemia, dinâmica de grupo para estágio migra para a internet; G1 acompanhou processo Com menos candidatos e etapas mais enxutas, processo da Safoni desafiou jovens a apresentarem competências e resolverem desafio sobre vacinação em app de videoconferência. Por Patrícia Basilio, G1

18/04/2021 06h00 Atualizado 18/04/2021

1 de 2 Líderes da dinâmica em grupo da Sanofi: Maria Motta e Bruna Martins, da Sanoffi, e Natália Moreira, da Companhia de Estágios. — Foto: Reprodução Líderes da dinâmica em grupo da Sanofi: Maria Motta e Bruna Martins, da Sanoffi, e Natália Moreira, da Companhia de Estágios. — Foto: Reprodução

Na sala da reunião, os participantes aguardavam ansiosos em seus assentos. A seleção teve início com a apresentação da empresa e da vaga de estágio aberta. Em seguida, os candidatos se apresentaram aos recrutadores e aos concorrentes. Só então, o grupo se uniu para resolver atividades e desafios.

A dinâmica de grupo teria sido igual às que sempre aconteceram em processos seletivos para estágio, não fosse por um motivo: ocorreu pelo aplicativo Zoom. Ou seja, foi 100% à distância.

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Na quarta-feira (14), o G1 acompanhou um processo da Safoni, organizado pela Companhia de Estágios. Participaram cinco universitárias, duas profissionais da farmacêutica francesa e uma recrutadora.

Agendado para às 14h, o processo seletivo não atrasou. Ninguém precisou se deslocar até a empresa. Em menos de cinco minutos, a recrutadora Natália Moreira deu as boas-vindas às candidatas e apresentou as profissionais da farmacêutica Bruna Martins (gerente de produtos sênior) e Maria Motta (atual estagiária).

Como as reuniões de trabalho atualmente, o primeiro desafio das universitárias foi escolher o local adequado para participar da dinâmica: tranquilo, com boa iluminação e sem grandes interferências visuais.

Apresentação

Elas também tiveram que testar câmera, microfone e, acima de tudo, pesquisar sobre a unidade de imunização da Sanofi (à qual estavam pleiteando) e se preparar para apresentar as próprias competências e histórico profissional.

Com três minutos cronometrados para cada candidata, as apresentações tiveram foco na experiência que cada uma teve na faculdade, pesquisas científicas realizadas fora de horário de aula e diferenciais competitivos.

Um ponto de inflexão chamou atenção: projetos realizados durante a pandemia. Todas as participantes destacaram trabalhos voluntários e aprendizados conquistados durante o tempo livre da quarentena — desde curso de coreano a cuidados com idosos.

Tiago Mavichian, CEO e fundador da Companhia de Estágios, afirma que essas iniciativas realmente chamam a atenção das empresas, principalmente em processos de estágio, em que os candidatos geralmente não têm experiência.

“A pergunta de 2021 vai ser: o que você fez durante a pandemia? O trabalho voluntário é muito melhor do que um curso porque nele você desenvolve soft skills. Não é esperado trabalho para estagiários, mas sim, atitude”, disse.

Desafio

Por volta das 15h, a parte prática da dinâmica teve início. As cinco candidatas se reuniram para solucionar um desafio que a Companhia de Estágios havia enviado na semana passada a elas por e-mail: “Criar estratégias para aumentar a cobertura vacinal no mercado público”.

Para discutir o caso, as jovens tiveram 25 minutos. Enquanto isso, as líderes do processo seletivo ativaram o mudo e acompanharam o desempenho das candidatas na discussão.

É importante destacar a importância das universitárias terem respeitado a vez de cada uma expor sua ideia e argumentar. Em um grupo de cinco garotas, se todas tivessem falado ao mesmo tempo, teria sido difícil para as líderes entendê-las — o que causaria uma enorme confusão.

Após o debate, restaram cinco minutos para apresentação dos resultados e minutos adicionais para as profissionais da Safoni realizarem perguntas para as candidatas.

2 de 2 Gabriella Yukie Araujo, de 21 anos, da Unesp, foi a candidata selecionada para a vaga da Sanofi. — Foto: Arquivo Pessoal Gabriella Yukie Araujo, de 21 anos, da Unesp, foi a candidata selecionada para a vaga da Sanofi. — Foto: Arquivo Pessoal

Seleção das finalistas

Diferente dos processos seletivos mais antigos — que demoravam um semestre e reuniam até 10 candidatos em uma dinâmica — nos atuais, as etapas são mais enxutas e poucos jovens são reunidos virtualmente.

Segundo Mavichian, antes da pandemia, as dinâmicas eram organizadas em grupos de 40 candidatos e as etapas eram agendadas para dias diferentes. Hoje, são reunidos no máximo 10 profissionais e a dinâmica de grupo ocorre na mesma data que a entrevista com os finalistas. Com isso, o processo seletivo completo passou de seis meses para pouco menos de três.

“Fazemos um alinhamento com o gestor para dizer o papel a responsabilidade dele no processo. Ele realmente precisa sair dali com a decisão tomada. Demos objetividade ao processo”, disse.

Duas horas após o início da dinâmica da Safoni, por exemplo, as líderes se reuniram virtualmente para definir as duas finalistas, enquanto as candidatas aguardaram no link da reunião anterior para receber os resultados — bastante ansiosas.

O que acham os participantes?

A estudante do último semestre de farmácia e bioquímica Gabriella Yukie Araújo, de 21 anos, foi selecionada para a vaga da Sanofi. Estudante da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, interior de São Paulo, foi o segundo processo seletivo à distância do qual participou — o anterior foi para a General Electric.

A jovem participou apenas de processo seletivo presencial na empresa júnior da faculdade, mas já consegue avaliar os prós e contras de dinâmicas virtuais:

“O legal de ficar em casa é que não há o imprevisto de chegar atrasada e dá para fazer uma colinha. Eu deixei minha folha sulfite ao lado do computador. Estava preparada para a apresentação. No entanto, ficamos presos numa tela. Não tem mais o olho no olho”, avaliou a universitária.

Apesar de distante fisicamente das demais candidatas, Gabriella afirma ter trocado contatos com a segunda colocada no processo seletivo, que também é estudante da Unesp.

“Trocamos nossas contas de redes sociais porque tivemos mais tempo juntas na etapa de entrevista. O networking é fundamental para meu futuro profissional e, principalmente, de fazer novas amizades”, comemorou a nova estagiária.

LINK ORIGINAL: G1 Globo

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