CDU vai propor que comparticipação nacional para projectos com fundos europeus não conte para o défice - EntornoInteligente
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A CDU vai propor que as verbas que o país investe na sua quota de contrapartida nacional dos projectos apoiados por fundos comunitários não sejam contabilizadas para apuramento do défice das contas públicas. O anúncio foi feito nesta quinta-feira por João Ferreira, durante uma arruada no centro de Gondomar.

Mais populares Arquitectura Siza Vieira não esperava ter projecto em Nova Iorque aos 85 anos América do Sul No Brasil há desfiles de crianças para adopção. E isso gera revolta i-album Interior Despovoamento: as histórias de quem viu partir toda a gente A ideia é que não faz sentido que a União Europeia imponha quotas cada vez mais elevadas de co-financiamento nacional e depois ainda penalize Portugal ao obrigar a que tudo o que é investimento seja considerado despesa para efeitos de contabilização do défice. Isso faz com que o Governo aperte critérios e dificulte o andamento de projectos, de forma a minimizar a despesa e consiga assim cumprir as metas impostas por Bruxelas para o défice anual.

Para o próximo quadro de apoio o Parlamento Europeu, com os votos de PS, PSD e CDS, está a propor que seja aumentada a taxa de co-financiamento nacional para as regiões de transição, que é actualmente de 20% – sendo a europeia de 80% -, baixando a europeia para 65%, enquanto a Comissão Europeia quer que seja reduzida mesmo até aos 55%.

Na rua, em Gondomar, João Ferreira fez questão de salientar os problemas de mobilidade do município, já que é o único concelho da área metropolitana do Porto que, apesar de ser servido pelo metro, este não tem ligação à sede do concelho. “É um exemplo de como é preciso avançar em investimentos na mobilidade urbana e de como é preciso adaptar os regulamentos dos fundos estruturais às nossas necessidades de investimento”, afirmou o candidato, vincando que os eurodeputados da CDU fizeram propostas de alteração a todos os regulamentos de todos os programas de apoio comunitário.

E fez questão de responder a António Costa: “Não somos uma força de protesto , mas uma força que constrói e as nossas propostas demonstram-no. Ao contrário dos deputados do PS, que estiveram lá não a construir mas a destruir porque votaram contra, alinhados com a lista de voto do seu grupo mas desalinhados com o interesse nacional.” Por isso, a acusação do secretário-geral do PS “pode lavar a consciência [do PS]… mas só dá para isso”.

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