BRASIL: Tiroteio assusta moradores do Complexo do Alemão, no Rio - EntornoInteligente

Entornointeligente.com / G1 Globo / Também no Alemão, um policial militar foi baleado no braço após troca de tiros com traficantes, na noite desta terça-feira (8). De acordo com a assessoria de imprensa das UPPs, ele foi socorrido e encaminhado à UPA do Alemão com ferimentos leves. O PM foi identificado como Rodrigo Tábua Mendes, lotado na UPP do Jacarezinho, mas que estava reforçando o policiamento no Alemão. Ele estava realizando uma patrulha na Avenida Central com outros policiais, quando cruzaram com criminosos.

UPPs atacadas Desde o início de 2014, o Rio já teve sete comunidades pacificadas com registro de ataques ou tiroteios. Destas comunidades, seis ficam em Complexos de Favelas, como o do Alemão. Ao todo, quatro policiais morreram. O Complexo do Alemão já havia tido registro de tiroteio na localidade chuveirinho, na favela Nova Brasília, em 20 de março, mesma noite em que as UPPs do Mandela e Camarista Méier sofreram ataques. No dia 6 de março, também no Alemão, o PM Rodrigo Paes Leme, de 33 anos, foi baleado no peito durante uma patrulha.

No Complexo de Manguinhos, criminosos incendiaram os contêineres na favela do Mandela. Dois policiais ficaram feridos, entre eles o comandante da UPP local, capitão Gabriel Toledo. Na comunidade Camarista Méier, no Conjunto de Favelas do Lins, homens armados atiraram contra a base da UPP. No fim de fevereiro, criminosos incendiaram um contêiner da favela do Gambá, no mesmo complexo.

Também em fevereiro, a soldado Alda Rafaela Castilho, da UPP Parque Proletário, no Complexo da Penha, Subúrbio do Rio, foi morta após ser baleada na barriga por criminosos, durante uma patrulha na Estrada José Rucas. No mesmo mês, o policial Wagner Vieira da Cruz, de 33 anos, foi baleado na cabeça, na Vila Cruzeiro, também no Complexo da Penha, e morreu. Já em março, o subcomandante da UPP local, Leidson Acácio Alves Silva, de 27 anos, foi morto durante um confronto entre policiais e criminosos. Um dia após a morte do subcomandante, policiais da UPP Rocinha foram atacados a tiros. A comunidade é a única que sofreu ataques em 2014 que não pertence a um complexo de favelas. Maré ocupada Tropas do Exército e da Marinha substituíram parte do efetivo da Polícia Militar no Conjunto de Favelas da Maré, na Zona Norte do Rio, no sábado (5). A operação batizada de “São Francisco” — coordenada pelo Comando Militar do Leste (CML) — tem 2.050 homens da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, 450 da Marinha, 200 da Polícia Militar e uma equipe avançada da 21ª DP (Bonsucesso). A Aeronáutica poderá auxiliar as operações, caso seja necessário. A ocupação do Conjunto de Favelas da Maré ocorreu após a série de ataques as UPPs. De acordo com o Ministério da Defesa, a Força de Pacificação atuará até o dia 31 de julho em uma área de aproximadamente dez quilômetros quadrados. A ação será comandada pelo general de brigada Roberto Escoto, comandante da Infantaria Paraquedista, uma unidade de emprego estratégico do Exército.

Con Información de G1 Globo

Entornointeligente.com

Add comment

Tu dirección de correo electrónico no será publicada. Los campos obligatorios están marcados con *

Follow Me

.