BRASIL: Empresários de Valença temem baixa no turismo após casos de febre amarela - EntornoInteligente

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RIO – Os casos de febre amarela provocaram outro efeito no município de Valença, além do medo nos habitantes: a apreensão do trade turístico. Entidades do setor garantem que ainda não há impactos nas hospedagens do município, que conta com cerca de 200 hotéis e pousadas, além de fazendas históricas do Vale do Café. Não negam, porém, medo com o futuro, especialmente caso sejam confirmados novos casos da doença.

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Distrito de Valença, Conservatória é popularmente conhecida como cidade das serestas, movimentando turistas ao longo de todo o ano. A região possui 68 pousadas e cinco hotéis, de acordo com a Associação Comercial, Rural, Industrial e Turística de Conservatória (Acritur). Durante o último fim de semana, a região recebeu a batalha de confetes, uma festa que celebra a abertura do carnaval local. A taxa de ocupação foi de 80%, diz a entidade.

Para o próximo fim de semana, porém, não há festa prevista no calendário – segundo a associação, os empresários locais realizam dois eventos por mês na região. A estimativa é que os leitos tenham ocupação entre 40% e 50%, uma média considerada normal para um fim de semana sem grandes eventos.

Vacinação contra febre amarela Aumenta busca por vacina em São João de Meriti, na Baixada Fluminense Foto: Gabriel Paiva / Agência O Globo Ana Carolina tomou a dose no posto de saúde Aníbal Viriato de Azevedo, em São João de Meriti Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo Em Valença, onde dois óbitos já foram confirmados, corrida aos postos de vacinação também foi grande nesta terça-feira Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo População foi vacinada no Centro de Imunização de Valença Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo O município de Valença já realizou 33 sorologias para casos suspeitos de febre amarela no município desde a última sexta-feira Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo Em 2018 foram registrados quatro casos de febre amarela silvestre em humanos: um em Teresópolis, sendo um óbito; três em Valença, sendo dois óbitos. Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo No distrito de Coroas, área rural de Valença, foi registrada a primeira morte por febre amarela Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo 1 de 7 Anterior Próximo – Até agora não tivemos baixas em reservas. Segundo os empresários, há uma ou outra consulta de turista sobre como está a região, mas está praticamente nulo o movimento ( de cancelamento ). Mas é claro que preocupa. A cobertura vacinal está boa, mas ficamos apreensivamos. Novos casos preocupam porque recebemos gente de todos os locais. Estamos com o pé no chão, evitando fazer alarde, mas há preocupação. Tem seis mil habitantes em Conservatória, mas tivemos 20 mil pessoas durante o último fim de semana, com a batalha de confetes, evento que tem banda, desfile na rua, e batalha entre as pessoas com saco de confete e serpentina – diz o presidente da Acritur, Mauro Contrucci.

O discurso da Secretaria de Turismo do município é semelhante. O titular da pasta, Hélio Suzano, que também é vice-prefeito do município, garante que a o setor turístico ainda não sentiu impacto.

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– ( A repercussão da febre amarela ) sempre impacta, mas ainda não conseguimos sentir isso. É muito recente. As fazendas mais relevantes e importantes estão em Valença, como a Florença. Nosso medo é o futuro. Precisamos que o turista venha vacinado – diz o secretário.

Em nota, o grupo Vale do Café, composto por 12 estabelecimentos turísticos da região do Vale do Café, afirmou que tem ciência sobre a situação da febre amarela no país e afirmou que “os estabelecimentos estão cumprindo com as medidas preventivas sob orientação das autoridades da saúde, como cuidado para não deixar expostos recipientes que possam acumular água parada, poda de mato e se certificando que todos os colaboradores tenham sido vacinados”.

O grupo, entretanto, reforça na nota que o problema não é exclusivo da região, mas se estende por todo o Rio e São Paulo. Os empresários lembram, ainda, que outros destinos turísticos, como África do Sul, Austrália, Egito e Tailândia exigem a vacina da febre amarela, o que, na visão do setor, “mostra que o problema não é pontual, e sim mundial”.

BRASIL: Empresários de Valença temem baixa no turismo após casos de febre amarela

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