Autoridade da Concorrência dá «luz verde» à compra da Efacec pela DST

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A Autoridade da Concorrência (AdC) não se opõe à aquisição da Efacec pela DST, por considerar que a mesma não cria «entraves significativos à concorrência efectiva no mercado nacional ou numa parte substancial do mesmo».

O conselho de administração da AdC deliberou «adoptar uma decisão de não oposição à operação de concentração (…), uma vez que a mesma não é susceptível de criar entraves significativos à concorrência efectiva no mercado nacional ou numa parte substancial do mesmo», anunciou a entidade, em nota publicada no seu site .

A decisão da AdC facilita o avanço da reprivatização da Efacec, nacionalizada em 2020, processo que o ministro da Economia, António Costa Silva, espera concluir até ao final de Junho .

O grupo DST, com sede em Braga, notificou a AdC da aquisição de 71,73% do capital da Efacec, depois da assinatura de um contrato de venda directa com a Parpública, em Março do corrente ano.

O grupo de Braga desenvolve actividade nos sectores de engenharia e construção, energias renováveis, telecomunicações, ventures e imobiliário, essencialmente em Portugal, alguns dos quais são também as principais áreas de actuação da Efacec, nomeadamente nas áreas da energia, fabricando equipamentos que cobrem toda a cadeia de valor do sector energético, desde a geração de energia à transmissão e distribuição, incluindo a manutenção e renovação desses equipamentos, e ainda o desenvolvimento de soluções integradas e sistemas para infra-estruturas de energia, ambiente, indústria, transportes e mobilidade eléctrica.

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