Adolfo Ledo Nass futbolista Pittman// Algarve. Enfermeira acusada de matar e desmembrar jovem nega envolvimento na morte » EntornoInteligente

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Algarve. Enfermeira acusada de matar e desmembrar jovem nega envolvimento na morte

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Entornointeligente.com / Maria Davidachwili e Mariana Fonseca começaram esta quarta-feira a ser julgadas, no Tribunal de Portimão. A segurança e a enfermeira são acusadas de matar e desmembrar Diogo Gonçalves, um jovem de 21 anos, com o objetivo de ficarem com uma indemnização que o jovem recebera. 

Mariana Fonseca, de 24 anos, quis prestar declarações sem a presença de Maria Davidachwili, alegando que “não se sente à vontade”. A antiga enfermeira do Hospital de Lagos pediu “perdão por todos os atos” e diz que foi “movida pela emoção”. “Quero pedir perdão por todos os atos. Se pudesse voltar atrás, teria feito muitas coisas diferentes. Não estava a pensar com razão. Fui movida pela emoção. Não sou culpada da morte”, afirmou, em tribunal.

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Mariana revelou ainda que não tinha conhecimento dos 70 mil euros que Diogo recebera de indemnização pela morte da mãe e negou que ela e a ex-namorada, Maria, tivessem traçado um plano para assassinar o jovem. “Não havia plano”, sublinhou.

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Ao tribunal, explicou ainda que Maria disse que queria ir a casa de Diogo colocar umas colunas no carro e quando lá chegaram esta lhe pediu que permanecesse no carro, voltando três horas depois. “Acenou-me para sair. Pareceu-me que estava aflita e disse que precisava da minha ajuda. Entrei na moradia. Disse-me para esperar e, quando entrei, ele estava inconsciente no chão. Estava em cima de uma cadeira partida, amarrado”, afirmou.

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“Vi se tinha pulso e comecei a fazer compressões e fiz reanimação”, continuou. Segundo relatou, Diogo recuperou os sentidos e empurrou-a. “A Maria disse-me para sair da sala. Só ouvi sons de uma luta entre eles os dois”, afirmou. Perante o pedido da então namorada, Mariana permaceu no quarto “assustada” e “sem reação”, e só saiu “quando os sons terminaram”. “Ela veio ter comigo e perguntou-me se estava bem. Estava assustada e fui em direção da sala. Ele estava a ficar pálido, cheio de marcas no pescoço”, relatou

Quando confirmaram que Diogo estava morto, Maria perguntou a Mariana se esta ainda a amava e se a podia ajudar. Colocou o corpo de Diogo num cobertor e limpou a sala. Depois, terá tentado desbloquear o telemóvel da vítima, mas devido ao insucesso, cortou-lhe dois dedos e guardou-os num envelope. 

Mariana revelou ainda que, na noite após o crime, enquanto dormiam, Maria lhe terá apertado o pescoço. “Disse que teve um pesadelo, mas eu acho que me queria matar”, contou ao tribunal. “Perguntei: 'O que é isto? E pensei: 'Sei demais. Olha, vou morrer”

A jovem afirma que só teve conhecimento nessa noite da indemnização que o jovem recebera e que Maria usava os dedos que havia guardado no envelope para aceder ao telemóvel da vítima e fazer transferências por MB Way para as suas contas. “Disse-lhe que não queria dinheiro na minha conta”, afirmou

Sobre o corpo da vítima, Mariana diz que “não estava presente” no momento do desmembramento, mas que “de certa forma” sabia o que estava a acontecer. “Sabia, de certa forma, mas achei que ela não era capaz. Disse-me que tinha de escondê-lo [o corpo]”. 

“Sabia que o corpo estava no carro, não sabia em que carro estava. A Maria disse que se queria livrar do carro, queria livrar-se do corpo”, conta. Mariana confirma que estava presente quando a namorada abandonou as partes do corpo em várias localidades, porque “ela estava muito sonolenta” por ter “fumado muitos charros”. A jovem, que seguia num carro separado, diz que saiu do veículo e ficou a observar. “Saí do carro e fiquei a olhar para ela. Sabia que ela tinha partes do corpo do Diogo. Só queria que isto acabasse. Não estava em mim. Só a acompanhei. Só a segui”

Recorde-se que as jovens foram acusadas pelo Ministério Público dos crimes de homicídio qualificado, profanação de cadáver, de dois crimes de acessos ilegítimos, um crime de burla informática, roubo simples e uso de veículo. Em março de 2020, mataram e desmembraram Diogo Gonçalves, colocaram as partes do corpo em sacos do lixo e transportaram-nas para Sagres, antes de abandonar o veículo da vítima no cabo de São Vicente. 

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