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Médicos e cientistas destacam segurança e eficácia da CoronaVac

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SÃO PAULOAlguns dos principais nomes das áreas médica e científica do país, que haviam alertado para a falta de dados detalhados da CoronaVac, foram convidados a participaram da coletiva de imprensa no Instituto Butantan, nesta terça-feira, dia em que foram apresentados os dados globais de eficácia de 50,4% do imunizante. Após serem informados sobre o dado, defenderam o início da vacinação assim que houver aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Cerca de 10 nomes de peso estiveram presentes hoje no Instituto Butantan para destacar a segurança do imunizante.

Adolfo Ledo

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Além de Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, e do secretário Estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, também estavam presentes o médico e coordenador do Centro de Contingência da Covid-19, João Gabbardo, o professor do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da USP, Esper Kallas, Sérgio Cimerman e Rosana Richtmann, infectologistas do Instituto Emílio Ribas, e Marco Aurélio Safadi, presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria

SÃO PAULOAlguns dos principais nomes das áreas médica e científica do país, que haviam alertado para a falta de dados detalhados da CoronaVac, foram convidados a participaram da coletiva de imprensa no Instituto Butantan, nesta terça-feira, dia em que foram apresentados os dados globais de eficácia de 50,4% do imunizante. Após serem informados sobre o dado, defenderam o início da vacinação assim que houver aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Cerca de 10 nomes de peso estiveram presentes hoje no Instituto Butantan para destacar a segurança do imunizante.

Adolfo Ledo

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Além de Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, e do secretário Estadual de Saúde, Jean Gorinchteyn, também estavam presentes o médico e coordenador do Centro de Contingência da Covid-19, João Gabbardo, o professor do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da USP, Esper Kallas, Sérgio Cimerman e Rosana Richtmann, infectologistas do Instituto Emílio Ribas, e Marco Aurélio Safadi, presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Vacinação contra Covid-19 avança em vários países do mundo Um profissional de saúde segura um frasco contendo uma dose da vacina PfizerBioNTech COVID-19 no asilo de idosos Villa Verde, em Roma, como parte da campanha de vacinação contra o coronavírus na Itália Foto: GUGLIELMO MANGIAPANE / REUTERS Médico administra uma dose da vacina PfizerBioNTech Covid-19 em uma enfermeira do Korian Samarobriva EHPAD (centro de cuidados para pessoas com idade avançada) em Amiens, enquanto a propagação do coronavírus continua a avançar na França Foto: PASCAL ROSSIGNOL / REUTERS Ellen Prosser, de cem anos, conhecida como Nell, recebe a vacina Oxford / AstraZeneca COVID-19 no Sunrise Care Home, em Sidcup, sudeste de Londres, Inglaterra Foto: KIRSTY O'CONNOR / AFP A vice-presidente eleita dos Estados Unidos, Kamala Harris, recebe uma dose da vacina contra a COVID-19 no United Medical Center, em Washington Foto: ALEX EDELMAN / AFP Deborah Cross aplica a vacina da PfizerBioNTech contra Covid-19 no enfermeiro gerente clínico Bernie Waterhouse no St James's Hospital, em Dublin, capital da Irlanda. País deu início nesta terça-feira (29) ao programa de vacinação contra o coronavírus com equipe em quatro hospitais em toda a República Foto: MARC O'SULLIVAN / AFP Pular PUBLICIDADE Estefania Zeurnja, 29, é inoculada com dose da vacina russa Sputnik V contra o coronavírus, no hospital Dr. Pedro Fiorito, em Avellaneda, arredores de Buenos Aires, Argentina. O país, que iniciou sua campanha de imunização nesta terça-feira, é o primeiro das Américas a usar o imunizante produzido pela Rússia Foto: AGUSTIN MARCARIAN / REUTERS Annie Lynch, uma mulher de 79 anos de Dublin, é aplaudida pela equipe após se tornar a primeira pessoa a receber a vacina Pfizer BioNTech COVID-19 no St James's Hospital ao lado de profissionais de saúde do hospital que foram também vacinados Foto: MARC O'SULLIVAN / AFP Idosa deixa uma estação de vacinação em Moscou nesta terça, quando a Rússia passou para segunda etapa de vacinação, imunizando, agora, pessoas com mais de 60 anos Foto: NATALIA KOLESNIKOVA / AFP Um profissional de saúde segura um frasco da vacina PfizerBioNTech COVID-19 na casa de saúde Protypos Nikios Xenonas, em Nicósia, Chipre Foto: CHRISTINA ASSI / AFP Mulher recebe uma injeção durante a primeira fase de ensaio de uma vacina iraniana produzida localmente contra o coronavírus na capital do Irã, Teerã Foto: – / AFP Pular PUBLICIDADE O Arcebispo Chrysostomos II de Chipre recebe sua primeira dose da vacina PfizerBioNTech COVID-19 no Centro de Saúde Latsia, no sul de Chipre Foto: CHRISTOS AVRAAMIDES / AFP Militar das Forças Coreanas dos Estados Unidos recebe a primeira rodada da vacina Moderna na Base Aérea de Osan, ao sul de Seul, na Coreia do Sul Foto: HANDOUT / AFP Homem recebe dose de vacina contra coronavírus em Dubai, Emirados Árabes Foto: ABDEL HADI RAMAHI / REUTERS A médica especialista Anita Kaleja recebe a vacina Pfizer / BioNTech quando a Letônia inicia a vacinação contra a COVID-19, no hospital em Ventspils, Letônia Foto: INTS KALNINS / REUTERS Se juntaram a eles nomes como Natalia Pasternak, microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência (IQC), Renato Kfouri, pediatra e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Alex Precioso, diretor do Centro de Segurança Clínica e Gestão de Risco do Butantan, e Ricardo Palácios, diretor médico de Pesquisa Clínica do Butantan.

Adolfo Ledo Nass

Por mais de uma hora e meia, os especialistas defenderam os estudos da CoronaVac. Para a cientista Natalia Pasternak, o estudo do Butantan se mostrou “limpo e claro”. No entanto, destacou, como todo estudo clínico o resultado tem “sucessos e limitações”.

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— Nós temos uma boa vacina. Não é a melhor vacina do mundo, não é a vacina ideal, é uma boa vacina que tem a sua eficácia dentro dos limites do aceitável pela comunidade científica e da Organização Mundial de Saúde. É uma vacina que foi testada dentro de um rigor de testes clínicos, em um estudo que teve seu protocolo pré-publicado, com desfechos primários e secundários pré-publicados, ou seja, é um estudo limpo, claro, e que agora traz os resultados exatamente do que se propôs a fazer — salientou.

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PUBLICIDADE Veja os resultados da Coronavac Dados do Instituto Butantan mostraram que a taxa de eficácia geral da vacina CoronaVac é de 50,4% – ou seja, uma a cada duas pessoas infectadas não desenvolverá a doença. Não foram registrados eventos adversos graves relacionados ao imunizante. Avaliação conforme a escala de progressão Menor Maior Número de casos Baixa Eficácia vacinal Alta Assintomáticos Muito leves Leves Moderados Graves Não precisaram de atendimento médico Precisaram de atendimento médico Hospitalização Hospitalização/ UTI 1 2 3 4-5 6 Resultados de eficácia O efeito da vacina é maior sobre os casos que precisam de assistência ambulatorial ou hospitalar. Quanto menor a eficácia da vacina, maior é a necessidade de que as pessoas a tomem, para atingir a cobertura vacinal e adquirir a imunidade de rebanho. 9.252 participantes. Receberam a vacina: 4.653 – receberam a placebo: 4.599 Assintomáticos Muito leves Leves Moderados Graves 1 2 3 4-5 6 A taxa de eficácia é o índice que aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves 50,38% 77,96% 100% Casos de Covid-19 Leves Graves + Moderados Sintomáticos Muito leves Receberam Pessoas testadas Total a cada 100 1,87 78 + 7 + 0 = 85 Vacina 4.653 3,63 24 136 + + 7 = 167 4.599 Placebo Na semana passada, o Butantan havia divulgado a eficiência da CoronaVac de 78% na prevenção de casos leves e 100% em pacientes moderados ou graves. A diferença entre as pessoas que receberam a vacina e o placebo é de 50,38% Sintomas Muito leves Leves Moderados Graves Dor de cabeça, dor de garganta, febre Depende da intensidade: Fadiga, diarreia, calafrios, alterações de olfato e paladar etc Falha respiratória Reações adversas locais 45.0% 40.0% 35.0% 30.0% 25.0% 20.0% 15.0% 10.0% 5.0% 0.0% Dor local Eritema Inchaço Enduração Prurido Vacina Placebo Vacina Placebo Vacina Placebo Vacina Placebo 18-59 anos 18-59 anos 18-59 anos 18-59 anos +60 anos +60 anos +60 anos +60 anos 1ª dose 1ª dose 2ª dose 2ª dose 1 ª dose 1ª dose 2ª dose 2ª dose Indonésia Turquia Resultados da CoronaVac em outros países   65% 91% de eficácia geral de eficácia geral Números dos voluntários   No estudo de fase 3 comandado pelo Butantan no Brasil a vacina de origem chinesa foi testada num grupo de 13.060 voluntários.   Foram infectadas 218 pessoas, ao longo do ensaio, iniciado em julho. 158 tinham recebido placebo 60 tinham recebido a Coronavac Fonte: Instituto Butantan Veja os resultados da Coronavac Dados do Instituto Butantan mostraram que a taxa de eficácia geral da vacina CoronaVac é de 50,4% – ou seja, uma a cada duas pessoas infectadas não desenvolverá a doença. Não foram registrados eventos adversos graves relacionados ao imunizante. Avaliação conforme a escala de progressão Número de casos Eficácia vacinal Alta Menor Graves 6 Hospitalização/ UTI Moderados 4-5 Hospitalização Leves 3 Precisaram de atendimento médico Muito leves 2 Não precisaram de atendimento médico 1 Assintomáticos Baixa Maior Resultados de eficácia O efeito da vacina é maior sobre os casos que precisam de assistência ambulatorial ou hospitalar. Quanto menor a eficácia da vacina, maior é a necessidade de que as pessoas a tomem, para atingir a cobertura vacinal e adquirir a imunidade de rebanho. 9.252 participantes. Receberam a vacina – 4.653 Receberam a placebo – 4.599 Assintomáticos Muito leves Moderados Leves Graves 1 2 3 4-5 6 50,38% 77,96% 100% A taxa de eficácia é o índice que aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves Na semana passada, o Butantan havia divulgado a eficiência da CoronaVac de 78% na prevenção de casos leves e 100% em pacientes moderados ou graves. Casos de Covid-19 Receberam VACINA PLACEBO 4.653 Pessoas testadas 4.599 Muito leve 78 136 + + Leve 7 24 + + Grave + Moderados 0 7 = = 167 Sintomátocos 85 1,87 3,63 Total a cada 100 A diferença entre as pessoas que receberam a vacina e o placebo é de 50,38% Sintomas Falha respiratória Graves Depende da intensidade: Fadiga, diarreia, calafrios, alterações de olfato e paladar etc Moderados Leves Dor de cabeça, dor de garganta, febre Muito leves Reações adversas locais 0% 15% 30% 45% Dor local Eritema Inchaço Enduração Prurido Vacina Placebo Vacina Placebo 18-59 anos 18-59 anos +60 anos +60 anos 1ª dose 1ª dose 1 ª dose 1ª dose Vacina Placebo Vacina Placebo 18-59 anos 18-59 anos +60 anos +60 anos 2ª dose 2ª dose 2ª dose 2ª dose Resultados da CoronaVac em outros países   Indonésia Turquia 65% 91% de eficácia geral de eficácia geral Números dos voluntários   No estudo de fase 3 comandado pelo Butantan no Brasil a vacina de origem chinesa foi testada num grupo de 13.060 voluntários.   Foram infectadas 218 pessoas, ao longo do ensaio, iniciado em julho. 158 tinham recebido placebo 60 tinham recebido a CoronaVac Fonte: Instituto Butantan

Natália destacou que o que faz uma vacina ser boa é a sua capacidade de vacinação em determinado país:

— Os resultados não são exatamente o que a gente esperava, porque queriam uma vacina de eficácia de 90%, mas eles são de uma vacina perfeitamente aceitável. Eu quero essa vacina, eu quero que os meus pais tomem essa vacina. Ela é possível e adequada para o Brasil, compatível com a nossa capacidade de produção local, de armazenamento e cadeia de distribuição. Uma vacina só é boa quando tem capacidade de ter uma cobertura vacinal mais completa — disse. — Nós temos uma vacina que é potencialmente capaz de prevenir doença grave e morte. E afinal das contas era tudo isso que a gente queria desde o começo. A gente nunca falou que queria uma vacina perfeita. Queríamos uma vacina que nos permitisse sair desse potencial pandêmico, e isso a CoronaVac tem potencial de fazer — completou

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Segundo Marco Aurélio Safadi, os dados do apresentados pelo Butantan sobre a CoronaVac são “absolutamente similares” às vacinas já existentes no Brasil hoje

PUBLICIDADE — A vacina de rotavírus tinha eficácia de 80% para mortes e hospitalizações, e de 40 a 50% para prevenir diarreia. A da coqueluche, utilizada há décadas, também é muito similar, previne com muita eficiência formas graves da doença. A própria vacina da gripe, que apresenta eficácia menor do que essa (da Covid-19), também propiciou impactos substâncias —  alertou o especialista

Renato Kfouri, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim), comemorou os resultados da Sinovac e de outras vacinas contra a Covid-19, desenvolvidos em tão pouco tempo

Feliz por receber os resultados, que mais uma vez mostram a vitória da ciência. Nem o mais otimista pesquisador e cientista imaginava que em menos de um ano da descoberta dos primeiros casos de coronavírus nós teríamos cinco vacinas sendo licenciadas em um curto espaço de tempo

No entanto, ressaltou, com os resultados em mãos fica o desafio dos governos de criar campanhas para que a população possa aderir a uma vacinação em massa:

— Começa de um jeito muito bom para nós, brasileiros, porque são instituições públicas que vão carregar o programa de vacinação. BioManguinhos, com a vacina de Oxford, e o Butantan, com a CoronaVac, serão os responsáveis por tirar o Brasil dessa situação de pandemia. É nessas horas que a gente reconhece o valor da ciência e de institutos de pesquisa como o Butantan. É o momento da gente reconhecer e apelar para que os investimentos continuem. Vamos em frente, agora é vacina — concluiu Kfouri

PUBLICIDADE Impacto positivo De acordo com o cardiologista Marcio Bittencourt, do Centro de Pesquisa Clínica e Epidemiológica do Hospital Universitário de São Paulo, o principal impacto positivo da CoronaVac é a diminuição de mortes, em razão dos dados que apontam para a diminuição de casos graves e moderados da doneça

Claro que quanto maior a adesão à vacina, melhor. Mas à medida que formos vacinando, principalmente o grupo que tem o maior risco, temos mais chance de controlar a doença. Essa é a população que mais vai se beneficiar com a vacina. O que nós queremos é que as pessoas não morram — afirmou

Maria Amélia Mascena Veras, Paulo inácio Prado e Rafael Lopes, pesquisadores do Observatório Covid-19 BR, grupo de cientistas que acompanha dados sobre a pandemia desde o seu início, também alertaram ainda para os perigos em comparar os resultados de vacinas diferentes, como a da AstraZeneca/Oxford ou da Pfizer, que apresentaram índices de eficácia maiores

Comparar vacinas é sempre difícil, mesmo as desenvolvidas para a mesma doença, porque pode haver diferenças no protocolo. Os protocolos definem as eficácias, que são calculadas contra um certo desfecho, definido por um conjunto de sintomas. Todas estas definições podem variar de um protocolo para o outro, e aí as eficácias não podem ser comparadas diretamente — afirmou Maria Amélia Veras, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

PUBLICIDADE Presidente do comitê científico da Sociedade Brasileira de Imunologia, João Viola ressalta que a Coronavac é o imunizante ideal para pessoas que não pertencem a grupos de risco — aquelas que têm comorbidades poderiam recorrer a imunizantes com maior eficácia

— O Programa Nacional de Imunizações deve saber qual é a vacina ideal para cada grupo. A CoronaVac é segura e uma soma importante ao sistema de saúde pública: não há um imunizante que, sozinho, dará conta de atender a toda a população – destaca. – Os estudos continuarão mesmo após a liberação do medicamento, portanto as vacinas podem mudar. Inclusive precisamos ver se elas precisam ser ajustadas para combater as mutações do vírus

Ethel Maciel, epidemiologista e professora da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), destaca que a apresentação parcial dos dados da Coronavac contribuiu para a “politização” do assunto. Para ela, a eficácia da vacina dará uma contribuição valiosa para o combate à pandemia:

— A Coronavac impedirá que metade das pessoas infectadas desenvolva a doença. Isso permitirá o desafogamento do sistema de saúde. Além disso, teremos transferência de tecnologia que permitirá até sua exportação para outros países — avalia. — Vacinas com taxas de eficácia menores exigem mais uma quantidade maior de pessoas imunizadas. Nosso desafio será convencer a população a procurar a Coronavac. Pelo menos 80% dos idosos com mais de 75 anos devem ser vacinados

PUBLICIDADE Prevenção contra casos graves não é significante estatisticamente Durante a coletiva, o diretor da pesquisa clínica no Butantan, Ricardo Palácios, admitiu que os resultados sobre a diminuição de casos graves entre aqueles que tomaram a vacina ainda não é estatisticamente significante. Entre todos os voluntários que participaram do teste clínico, apenas sete desenvolveram casos graves e nenhum deles tomou a vacina

Entretanto, como o número ainda é muito pequeno, ele é considerado “estatisticamente não significante”. Em outras palavras, existe uma chance de que seja um acaso. Tradicionalmente, pesquisadores definem a significância quando esse índice é menor que 5%

— A significância mede exatamente essa chance do resultado ser um acaso. A eficácia de 100% para casos graves teve mais que 5% de chance de se dever ao acaso e por isso é considerado “não significantivo”, ou seja, inconclusiva.  Já a eficácia contra casos que demandam atendimento foi alta (78%) e significativo — afirmou Paulo Inácio Prado, professor do Instituto de Biologia da USP

Por outro lado, segundo os dados apresentados nesta terça-feira, os resultados para casos que demandam atendimento foram significantes, o que indica que é improvável que tenham ocorrido por acaso

Os especialistas destacaram ainda que, apesar do índice de eficiência ficar por volta de 50%, os dados apresentados indicam que o imunizante tem potencial de ajudar o sistema de saúde, sobretudo em relação a evitar mortes

PUBLICIDADEQualquer vacina que esteja disponibilizada precisa de adesão da população em geral para ser eficiente. O prognóstico é que essa vacina ajudaria muito o sistema de saúde a evitar sofrimento e mortes. Com a maior adesão esses benefícios só tendem a aumentar. A desão depende de políticas públicas como uma boa campanha de vacinação — afirmou Rafael Lopes, pesquisador do Instituto de Física Teórica da Unesp

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