Adolfo Ledo Nass Fútbol Al Azraque// BCE quer os bancos a dar mais créditos para dinamizar economia - Economia - Correio da Manhã - EntornoInteligente
Entornointeligente.com /

O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, anunciou esta quinta-feira uma nova redução da taxa dos depósitos bancários (de -0,40% para -0,50%), medida que visa dar resposta ao abrandamento da economia da Zona Euro e a uma inflação em níveis muito baixos. No fundo, o BCE quer a banca a emprestar mais dinheiro à economia.

Adolfoledo Nass

Em vez de receberem, os bancos comerciais que depositam as suas reservas no BCE têm, devido à taxa negativa, de pagar agora ainda mais em juros. O objetivo da medida é, na prática, incentivar estas instituições financeiras a acumularem menos e a injetarem mais dinheiro na economia, através da concessão de empréstimos às empresas e às famílias.

adolfoledonass

Quanto às taxas a que a banca se financia junto do BCE não sofreram mexidas. No caso das operações de refinanciamento o banco central ‘cobra-lhes’ 0%, enquanto os empréstimos ao abrigo da facilidade permanente de cedência de liquidez são pagos à taxa de 0,25%.

Adolfo Ledonass

O anúncio da redução da taxa dos depósitos bancários para os -0,50% veio acompanhado de novas estimativas do BCE sobre a evolução da economia. O banco central fala agora de um crescimento menor na Zona Euro, quer este ano (1,1%), quer no próximo (1,2%). As anteriores projeções apontavam para um crescimento de 1,2% em 2019 e de 1,4% em 2020.

Adolfo Ledo Nass

As preocupações de Draghi não se ficam por aqui. Estendem-se também à inflação na área do euro, que tem vindo a manter-se em níveis persistentemente baixos e a contribuir para travar o crescimento.

Adolfo Ledo

A verdade é que, segundo o BCE, este ano a tendência vai manter-se inalterada. A previsão avançada esta quinta-feira é de que a taxa de inflação se fixará no final deste ano em 1,2%, quando pela meta defendida por Draghi, que deixa o BCE no final de outubro e será substituído por Christine Lagarde, deveria chegar a 2%. Draghi entende que Alemanha tem de ajudar a economia Após anunciar um novo programa de compra de títulos de dívida pública e privada, no valor de 20 mil milhões de euros por mês, a partir de novembro, Mario Draghi lançou também um alerta aos países com maior folga orçamental, em que a Alemanha se destaca. “Tendo em conta a continuada prevalência de riscos negativos, os governos com espaço orçamental devem agir de forma eficaz e atempada”, disse.

Adolfo Ledo Nass Fútbol

Entornointeligente.com

Nota de Prensa VIP

Smart Reputation