70 fogos ativos em Portugal. Aveiro, Viseu e Porto são as zonas mais afetadas - EntornoInteligente
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Duas pessoas sofreram hoje ferimentos ligeiros nas operações de combate a um incêndio florestal na zona de Gandra, concelho de Paredes, disse à Lusa fonte da proteção civil distrital, que afirmou desconhecer as circunstâncias da ocorrência.

Segundo a fonte, os feridos pertencem à Afocelca, equipa de prevenção e combate aos incêndios florestais criada por empresas do setor florestal.

O incêndio começou cerca das 13:15 e lavrava, às 15:30, em zona de mato, havendo equipas de bombeiros junto a zonas habitacionais e fábricas, a título preventivo.

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Subscrever As operações de combate envolviam àquela hora 119 operacionais, apoiados por 35 viaturas e três meios aéreos.

Mais de 100 bombeiros combatem fogo em Valpaços Mais de cem bombeiros, apoiados por 29 viaturas e quatro meios aéreos, combatem um incêndio em Ervões, no concelho de Valpaços, adiantou à Lusa fonte do CDOS de Vila Real. O alerta para o incêndio em zona florestal na localidade do distrito de Vila Real foi dado às 13:36, segundo o Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) de Vila Real.

Pelas 15:45 combatiam o incêndio cerca de 117 bombeiros de várias corporações do distrito, apoiados por 29 viaturas e quatro meios aéreos, acrescentou a mesma fonte.

Fonte do serviço municipal da Proteção Civil de Valpaços explicou que o vento forte a falta visibilidade está a complicar o combate às chamas.

Duas máquinas de rasto já estavam, pelas 16:00, a ser enviadas para o local para apoiar a ação dos bombeiros, adiantou ainda.

Suspeito do incêndio de Odemira detido A GNR identificou um homem por suspeitas de ter provocado de forma negligente o incêndio florestal que consumiu 195 hectares e causou a morte de 34 cabeças de gado esta semana no concelho de Odemira, foi anunciado esta sexta-feira.

Fonte da GNR explicou à Lusa que “o incêndio teve origem negligente, na sequência de trabalhos de corte com uma rebarbadora” realizados pelo homem, de 66 anos.

A GNR refere em comunicado enviado à Lusa que, após o alerta de incêndio, que deflagrou na terça-feira, na zona da Cova da Zorra, na freguesia de São Luís, militares da força de segurança deslocaram-se ao local, onde procederam a diligências de investigação e detetaram o ponto inicial de ignição. O homem foi identificado na terça-feira.

Segundo a GNR, que remeteu os factos para o Tribunal Judicial de Odemira, o incêndio consumiu uma área de 195 hectares composta por sobreiros, azinheiras, medronheiros, mato e pasto, e causou a morte de 34 cabeças de gado , entre vacas, ovelhas e porcos, “em consequência das queimaduras sofridas e da inalação de fumos”.

O incêndio deflagrou na terça-feira, por volta das 14:00, e tinha sido dado como dominado na quarta-feira, cerca das 09:00, mas na quinta-feira teve uma reativação, às 11:47, que acabou por ser dominada no mesmo dia, às 14:53.

Jovem de 17 anos detido Em matéria de combate aos incêndios, a Polícia Judiciária (PJ) deteve um adolescente de 17 anos, já com antecedentes criminais, por suspeita da prática de um crime de incêndio florestal em Penalva do Castelo e Mangualde , divulgou esta sexta-feira fora de segurança.

“A Polícia Judiciária, através da diretoria do Centro, com a colaboração do Núcleo de Proteção Ambiental da GNR de Mangualde, deteve um adolescente, de 17 anos, pela presumível prática de um crime de incêndio florestal, ocorrido no dia 7 do corrente mês”, no distrito de Viseu, refere o comunicado.

Segundo a nota, o suspeito ateou um foco de incêndio numa zona florestal com pinheiros e mato, próximo de habitações e de um lar de idosos.

“Ardeu uma área florestal considerável” e o incêndio “teria proporções mais gravosas caso não tivesse havido uma rápida intervenção dos populares, elementos da junta de freguesia e bombeiros locais” , esclarece a polícia.

Segundo a PJ, em causa estará “um quadro de perturbação psicológica” .

“O suspeito já tinha antecedentes pelo mesmo tipo de crime, contudo, à data dos anteriores factos era inimputável em razão da idade”, refere. Vai ser presente a primeiro interrogatório judicial, para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas.

LINK ORIGINAL: Diario Noticias

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