PORTUGAL: Lobos meiguinhos não batem em ninguém - EntornoInteligente

Diario Noticias / Tal como a estória da criança a quem o juiz pergunta se prefere ficar ao cuidado da mãe ou do pai que tão maus tratos lhe dão, também ao ver hoje as exibições produzidas pela equipa portuguesa no estádio Prince Chichibu será caso para dizer que o melhor é ficar com esta seleção nacional de sevens, pois ela não bate mesmo em ninguém.

Apresentando de novo um conjunto de jogadores muito jovens – cinco dos 12 atletas convocados têm 19 ou 20 anos – para lá de se registarem estreias, em etapas do circuito mundial, para Manuel Raposo e Bernardo Seara Cardoso, Portugal foi presa fácil para três seleções muito fortes e recheadas de jogadores experientes, que não permitiram que os Lobos de Pedro Netto alguma vez entrassem na discussão das partidas.

Mal a atacar (só três ensaios conseguidos), pois os movimentos eram constantemente lateralizados, sem profundidade e com uma angustiante incapacidade de perfuração e mantendo as habituais falhas defensivas (que redundaram em 17 ensaios sofridos!) – quer de placagem individual quer de movimentação coletiva – e as por de mais conhecidas deficiências de captação de pontapés de recomeço, a seleção nacional começou por perder por 40-5 com o Canadá, com quem há poucas épocas se batia de igual para igual.

Portugal concedeu seis ensaios, com o único toque de meta português a surgir por intermédio de Pedro Ávila correspondendo a um longo e teleguiado passe ao pé do regressado Pedro Leal.

Frente à Nova Zelândia, foi mais meia dúzia de ensaios sofridos, para nova derrota por 40-7, com os pontos nacionais a nascerem de uma iniciativa individual de Pedro Leal que, a solo, ultrapassou toda a defesa “all black”, e acrescentando dois pontos pela respetiva conversão.

Con Información de Diario Noticias

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