BRASIL: Polícia procura professora que sumiu há uma semana no DF - EntornoInteligente

G1 Globo / Ézio Tadeu Lopes, irmão da professora A Polícia Civil do Distrito Federal investiga o sumiço da professora de ensino fundamental Márcia Regina Lopes, que desapareceu no último domingo (9) depois de deixar o namorado no Parque da Cidade. Titular da Divisão de Repressão a Sequestros, o delegado Leandro Ritt informou que está monitorando um suspeito, mas que não vai comentar os detalhes das investigações para não atrapalhar a apuração. O carro da mulher – um Ford Ka preto – também não foi localizado.

Irmão caçula dela, o engenheiro florestal Ézio Tadeu Lopes disse que a família está apreensiva pela falta de notícias. Os quatro irmãos de Márcia só souberam do sumiço depois que o diretor da escola em que ela trabalha, no Sudoeste, os comunicou via rede social pedindo notícias. Desde então, familiares se revezam em campanhas na internet e idas à delegacia para tentar descobrir o que aconteceu.

“Nós temos que elucidar esse caso por duas razões: primeiro, é minha irmã, e nós não vamos deixá-la. Depois, a gente é cidadão, não podemos permitir isso acontecer de novo, de ficar sem resposta diante da violência. Nós não vamos deixar, vamos continuar até o final. A gente tem esperança, mas a também gente é muito realista. Existem milagres, a gente acredita nisso, mas à medida que os dias vão avançando, por mais que você tenha fé, a gente sabe o que acontece. O que posso dizer é que a gente quer entender o que aconteceu”, disse Lopes.

Márcia Regina Lopes, professora que desapareceu há uma semana no DF (Foto: Ézio Tadeu Lopes/Arquivo pessoal) O engenheiro florestal, que mora no Espírito Santo e veio para Brasília apenas para ajudar nas buscas, afirma que a família não conhece o namorado de Márcia, mas que também não se posiciona contra ele. De acordo com Lopes, o casal teve um relacionamento anterior e voltou recentemente.

“Até onde sabíamos, reataram recentemente, em outubro ou novembro. Nós não o conhecemos, não temos contato nenhum com ele”, contou. “Por ocasião do primeiro rompimento, gerou um certo desconforto [a volta]. Mas ela é uma pessoa adulta, ela faz as próprias escolhas. Nos incomodou muito que eles reataram, mas nada contra ele, nunca nos posicionamos contra ele. É que términos são sempre difíceis. Mas essas são escolhas que cada um faz.”

Página da professora Márcia Regina Lopes, que desapareceu há uma semana no DF (Foto: Facebook/Reprodução) Para reforçar a procura pela professora, a família deve espalhar cartazes pelo DF durante a semana. Márcia é solteira e mora sozinha em um apartamento em Águas Claras.

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Con Información de G1 Globo

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