Governo estuda concess�o para o Trem Intercidades
 Inicio > Internacionales | Publicado el Viernes, 21 de Abril del 2017
Governo estuda concess�o para o Trem Intercidades


Correio Popular / A proposta de construção de um trem de passageiros ligando São Paulo a Campinas poderá ser incluída no rol do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que reúne os principais projetos de concessões do governo federal. De acordo com o diretor-presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), José Carlos Medaglia Filho, o projeto pode ser viabilizado por meio de concessão ou, eventualmente, de uma parceria público-privada. "Dificilmente ele será um investimento público puro", disse Medaglia à Agência Brasil. O trem Intercidades deverá ter um trajeto de 135 quilômetros, com nove estações. A expectativa é de atender até 60 mil passageiros por dia. "É uma alternativa bastante interessante para dar uma solução de transporte ferroviário de passageiros para uma das regiões onde há necessidade", acrescenta. Segundo Medaglia, a viabilização do projeto será feita em parceria entre a União e o governo do Estado de São Paulo. "Há trechos que já têm concessão federal, e aí a gente precisa conseguir fazer um compartilhamento da mesma linha ou da mesma faixa de domínio", explica. Além do trem, a EPL está estudando outros projetos que também podem entrar na lista de concessões do PPI. Segundo Medaglia, estão em estudo mais de 30 trechos de rodovias federais, cerca de 40 terminais portuários, além de toda a malha ferroviária brasileira. Também estão em estudo aeroportos que podem ser concedidos à iniciativa privada. "Dependendo das decisões que o governo tomar em seguida, traremos como prioridade os aeroportos", disse Medaglia, sem adiantar quais poderiam ser os próximos terminais concedidos. A próxima reunião do PPI, que vai definir uma nova lista de concessões à iniciativa privada, pode ocorrer ainda no primeiro semestre, prevê Medaglia. O governo já anunciou duas levas de concessões, a primeira em setembro do ano passado, com 35 projetos, e a segunda em março deste ano, com 55 novas concessões. De acordo com o presidente da EPL, um dos cuidados que o governo está tomando é o de não apresentar projetos muito grandes, por causa das dificuldades de grandes construtoras de participar das concessões, devido às investigações da Operação Lava Jato. "Sabemos que, neste momento, os grandes players não estão com todo apetite, sabemos das dificuldades das grandes construtoras e concessionárias tradicionais. Então, é preciso que a gente esteja adequado a este momento."  Falta de interessados engavetou o TAV Tratado como um dos grandes projetos de infraestrutura nos governos dos presidentes Luis Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, o trem de alta velocidade (TAV) previsto para ligar Campinas ao Rio de Janeiro, passando por São Paulo, foi engavetado pelo presidente Michel Temer, por considerar o projeto inviável atualmente. Desde 2013, o trem-bala saiu da pauta federal por falta de interesse de empresas privadas na obra, pelo custo elevado da construção, de R$ 33 bilhões estimado na época. Segundo informou o diretor-presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), José Carlos Medaglia Filho, à Agência Brasil, esse trem não está entre as prioridades do governo no momento, pela forma como foi concebido, com altos investimentos públicos. "A situação do País não é a mesma, o apetite para investimentos nesse volume não é o mesmo e a possibilidade daquele modelo que foi preconizado lá atrás, que era de termos um investimento muito grande com recurso público, hoje não está mais no nosso horizonte", disse Medaglia. O trem só seria viável, segundo ele, por concessão. Em 2011, o governo federal realizou o leilão do TAV, mas nenhum grupo apareceu. O risco era grande porque seria bancado pela iniciativa privada, ao contrário do que ocorre nos países onde o trem de alta velocidade existe, que é bancado pelo governo. O fracasso levou a mudanças importantes, como a realização de dois leilões, um para a escolha da tecnologia e do operador do sistema e outro para a obra. Além disso, o governo havia decidido também que arcaria com os eventuais prejuízos, caso a demanda não fosse suficiente para que o operado pague pelo arrendamento combinado pelo uso da infraestrutura, já que uma parte do valor dependerá de passageiros. Na época, o governo trabalhava com a proposta de iniciar as obras em 2016, mas os leilões não chegaram a ocorrer e o projeto foi para a gaveta, onde permanece. Já no ano passado, o TAV foi excluído da lista dos 25 projetos nas áreas de transportes, energia e saneamento que serão concedidos à iniciativa privada pelo governo Temer. Embora o secretário-executivo Moreira Franco, da Secretaria-Executiva do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), tenha sinalizado em junho do ano passado a necessidade de colocar o TAV em prática para gerar empregos, o projeto de infraestrutura dos governos dos presidentes Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff não é prioridade no atual governo. Para Medaglia, a única forma de trazer de volta a ideia da construção do trem-bala seria por meio de uma concessão à iniciativa privada. "Reestudando trechos, prazos de implantação, buscando uma equação financeira que não conte exclusivamente com recursos públicos e, provavelmente, mobilizando outros meios para dar atratividade, como desenvolvimento imobiliário ao longo do trecho, que são coisas mais modernas, utilizadas em outros países", explica. Segundo ele, o governo não abandonou a ideia de ter um trem de alta velocidade. Governo estuda concess�o para o Trem Intercidades

Con Información de Correio Popular

http://entornointeligente.com/articulo/9901670/Governo-estuda-concess

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