British Telecom gana 556 millones en su primer trimestre fiscal

ENTORNOINTELIGENTE.COM / La operadora británica British Telecom(BT) obtuvo un beneficio neto de 441 millones de libras esterlinas (556 millones de euros) en los tres primeros meses de su año fiscal, que finalizó el pasado mes de junio, lo que representa un aumento del 27% respecto al mismo periodo del ejercicio precedente, cuando obtuvo 346 millones de libras (436 millones de euros), informó la empresa. La operadora británica British Telecom (BT) obtuvo un beneficio neto de 441 millones de libras esterlinas (556 millones de euros) en los tres primeros meses de su año fiscal, que finalizó el pasado mes de junio, lo que representa un aumento del 27% respecto al mismo periodo del ejercicio precedente, cuando obtuvo 346 millones de libras (436 millones de euros), informó la empresa. La cifra de negocio de la compañía se redujo un 2%, hasta los 4.354 millones de libras esterlinas (5.489 millones de euros). La compañía ha indicado, no obstante, que los ingresos subyacentes crecieron un 0,5%. Por su parte, el beneficio bruto de explotación (Ebitda) aumentó un 3% en términos reportados, hasta los 1.391 millones de libras esterlinas (1.753 millones de euros). La compañía redujo su deuda neta un 12% en el primer trimestre de su ejercicio fiscal, hasta los 7.079 millones de libras esterlinas (8.925 millones de euros). El consejero delegado de BT, Gavin Patterson, ha indicado que la compañía ha tenido un "buen comienzo de año" con una mejora de los ingresos subyacentes, del beneficio antes de impuestos y con un flujo de caja sólido. Patterson ha explicado que le red de fibra de BT cubre más de veinte millones de unidades inmobiliarias, con despliegues de más de 70.000 edificios adicionales cada semana y una demanda "fuerte" con más de 3 millones de suscriptores. "Hemos anunciado 2.500 nuevos puestos de trabajo en los últimos meses para apoyar nuestras inversiones estratégicas en fibra y servicio al cliente", ha añadido el directivo. Los Ingresos, EBITDA, beneficio antes de impuestos de la compañía están en línea, o por encima de las previsiones de la city, y el free cash flow es sólido, a pesar del impacto de la regulación y de nuestras inversiones en BT Sport. Algunos otros datos clave, que podrían ser de su interés, se enumeran a continuación: BT Sport está ayudando a BT a ganar la batalla por los clientes de banda ancha. BT obtuvo el 64% de la ganancia neta en el Q1, sumando 104.000 clientes frente a los 50.000 de Sky y 10.000 de Talk Talk. En términos netos, BT ha ganado más clientes de banda ancha que Sky durante los últimos cuatro trimestres (desde el lanzamiento de BTS), dándole la vuelta a siete trimestres consecutivos en los que Sky había ganado más. Global Services ha mejorado su rentabilidad, al reducir los costes operativos en un 7% a través de la transformación de costes. El aumento de los ingresos en las regiones de alto crecimiento de Asia Pacífico, América Latina, Oriente Medio y África, ha compensado en parte la disminución en el Reino Unido.

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 Inicio > Internacionales | Publicado el Jueves, 20 de Marzo del 2014
BRASIL: Chefia de conselho da Petrobrás dava a Dilma acesso total a dados de refinaria
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Estadao / BRASÍLIA - Dirigentes da Petrobrás afirmam que, como presidente do Conselho de Administração da estatal, Dilma Rousseff tinha acesso a todos os documentos produzidos sobre a refinaria de Pasadena, incluindo pareceres jurídicos, antes de dar seu voto pela aprovação da polêmica compra da planta no Texas, EUA.

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Cronologia: a compra da refinaria pela Petrobrás



Dida Sampaio/Estadão Dilma em 2006, quando era ministra da Casa Civil

Conforme revelou ontem o Estado , a presidente da República justificou em nota oficial que só aprovou a compra de 50% da refinaria americana em 2006, quando era chefe da Casa Civil do governo Lula e comandava o conselho, porque recebeu "informações incompletas" e uma "documentação falha". Se tivesse todos os dados, disse a petista na nota, "seguramente" a compra da refinaria não seria aprovada.

O negócio de Pasadena é investigado pela Polícia Federal, Ministério Público, Tribunal de Contas da União e uma comissão externa da Câmara por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas. A oposição a Dilma no Congresso tenta também aprovar uma CPI sobre o caso.

Dilma afirmou nessa nota que, se soubesse de cláusulas como a que obrigava a Petrobrás a comprar o restante da refinaria em caso de desentendimento com sua sócia, não teria chancelado o negócio, que custou R$ 1,18 bilhão aos cofres da estatal.

Cláusulas como a Put Option, que obriga uma das partes a comprar as ações da outra em caso de desacordo, são consideradas praxe na rotina jurídica da Petrobrás, segundo dois diretores ouvidos ontem, nos bastidores, pela reportagem. Num contrato celebrado pela Petrobrás com uma sócia na Argentina em 2003, por exemplo, a cláusula estava presente.

Um terceiro diretor, hoje político, também sustenta a disponibilidade de informações a quem está no conselho. "Acho pouco provável que algum processo chegue ao conselho (de administração da Petrobrás ) sem estar devidamente instruído para liberação dos diretores e conselheiros", afirmou o senador Delcídio Amaral (PT-MS), que comandou a área de Gás e Energia da Petrobrás e é apontado como um dos padrinhos de Nestor Cerveró na estatal. Cerveró comandava a Área Internacional da Petrobrás em 2006 e foi responsável pelo "resumo técnico" enviado ao conselho naquele ano para que a compra da refinaria de Pasadena fosse aprovada ou não.

A estatal não se pronunciou oficialmente ontem. A presidente da companhia petrolífera, Graça Foster, era esperada em evento em São Paulo, mas cancelou sua participação na última hora.

Advogados afirmaram que a cláusula de Put Option é comum em negócios envolvendo grandes aquisições, mas que não é aceitável que essa informação seja omitida do conselho de administração. "O que não me parece admissível é a Petrobrás, com toda a estrutura de controle que tem, ter omitido do Conselho de Administração informações tão importantes, que poderiam ter sido decisivas para o prosseguimento ou não do negócio", disse o advogado especialista em Direito Empresarial Fernando Tibúrcio Peña. Nesse sentido, caberia responsabilização de quem omitiu a informação.

Conforme a ata 1.268 da reunião do conselho que tratou da compra dos primeiros 50% de Pasadena, por "solicitação" do então presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, o diretor internacional da empresa na época, Cerveró, participou da reunião do conselho, quando fez um relato sobre o negócio. Antes do colegiado, a diretoria executiva da empresa estatal já havia aprovado a compra, mas decidiu submetê-la à avaliação do conselho.

Outra cláusula. Na nota em que justificou o apoio à compra de 50% da refinaria, Dilma também disse que não tinha conhecimento de uma segunda cláusula. Chamada Marlim, garantia à sócia da Petrobrás, a belga Astra Oil, um lucro de 6,9% ao ano mesmo que as condições de mercado fossem adversas. Aqui, segundo os diretores ouvidos reservadamente pelo Estado , havia uma discrepância. O índice mais usado em negócios assim é de 5% para baixo sobre o capital investido.

As fontes da Petrobrás informaram, ainda, que o conselho poderia solicitar uma auditoria no contrato antes da compra, a qualquer tempo, caso houvesse dúvidas sobre o processo, o que não ocorreu com Pasadena. A Petrobrás só começou a agir contra o acordo em 2008, dois anos após a aprovação do negócio. Segundo a nota de Dilma, foi nesse ano que o conselho tomou conhecimento das cláusulas em questão. / COLABORARAM SABRINA VALLE e MARIANA SALLOWICZ

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