Daniela Tugues: danza MESTIZA en el Trasnocho

ENTORNOINTELIGENTE.COM / Mestizajes viejos, renovados y fortalecidos por la historia, han gestado el baile mestizo: el Flamenco Latino, género cada día más en boga en esta parte del mundo, cuya máxima exponente y defensora es Daniela Tugues, bailaora venezolana cuyo talento ha sido aplaudido en Venezuela y en escenarios de Estados Unidos, Canadá, Perú, Costa Rica, Argentina, España, Alemania, Suiza, Reino Unido, Holanda, Luxemburgo, Holanda, Bélgica, Rumania, Australia, Hong Kong, Singapur y Taiwan. Intensa e inspirada, esta reconocida artista caraqueña, de raíces hispanas y criollas, presenta MESTIZA, espectáculo que durante cuatro jueves consecutivos, 7, 14, 21 y 28 de mayo, a las 7:00 p.m., ofrecerá al público citadino la oportunidad de disfrutar una propuesta que venía creciendo en su mente y que, ahora, llega a escena con toda la fuerza de la musicalidad indígena, la intensidad del flamenco y el ímpetu africano. "MESTIZA es un espectáculo de danza y música nunca visto en Venezuela. Lo distingue un sabor inimitable hecho a fuego lento, cuyos ingredientes, sin perder la fuerza de su origen, han creado un sabor nuevo al fundirse unos en otros", apunta Daniela Tugues quien, en una carrera ascendente y exitosa iniciada a muy temprana edad, celebra con este montaje 35 años sobre las tablas. Cabe destacar que, en 1994, participó en el documental "Flamenco", dirigido por el director español Carlos Saura, siendo la única bailaora extranjera seleccionada para este importante trabajo sobre el flamenco contemporáneo. Bajo la dirección experta de la coreógrafa y bailarina Luz Urdaneta, Tugues baila la música creada por el compositor y guitarrista Aquiles Báez, deslumbrando en un espectáculo indómito, de voz alzada, poli−rítmico en su centro y de oscuro bordón. Eleonora Gotopo en la voz, Julio Alcocer en la percusión, Freddy Solarte en el violín y Víctor Barrios en la guitarra flamenca y el cuatro, completan el elenco. MESTIZA, jueves 7, 14, 21 y 28 de mayo, 7:00 p.m. en el Espacio Plural del Trasnocho Cultural. Entradas a la venta en las taquillas del teatro y en www.ticketmundo.com. MÁS INFORMACIÓN EN Twitter: @danielatugues

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 Inicio > Internacionales | Publicado el Jueves, 20 de Marzo del 2014
BRASIL: Chefia de conselho da Petrobrás dava a Dilma acesso total a dados de refinaria
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Estadao / BRASÍLIA - Dirigentes da Petrobrás afirmam que, como presidente do Conselho de Administração da estatal, Dilma Rousseff tinha acesso a todos os documentos produzidos sobre a refinaria de Pasadena, incluindo pareceres jurídicos, antes de dar seu voto pela aprovação da polêmica compra da planta no Texas, EUA.

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Cronologia: a compra da refinaria pela Petrobrás



Dida Sampaio/Estadão Dilma em 2006, quando era ministra da Casa Civil

Conforme revelou ontem o Estado , a presidente da República justificou em nota oficial que só aprovou a compra de 50% da refinaria americana em 2006, quando era chefe da Casa Civil do governo Lula e comandava o conselho, porque recebeu "informações incompletas" e uma "documentação falha". Se tivesse todos os dados, disse a petista na nota, "seguramente" a compra da refinaria não seria aprovada.

O negócio de Pasadena é investigado pela Polícia Federal, Ministério Público, Tribunal de Contas da União e uma comissão externa da Câmara por suspeita de superfaturamento e evasão de divisas. A oposição a Dilma no Congresso tenta também aprovar uma CPI sobre o caso.

Dilma afirmou nessa nota que, se soubesse de cláusulas como a que obrigava a Petrobrás a comprar o restante da refinaria em caso de desentendimento com sua sócia, não teria chancelado o negócio, que custou R$ 1,18 bilhão aos cofres da estatal.

Cláusulas como a Put Option, que obriga uma das partes a comprar as ações da outra em caso de desacordo, são consideradas praxe na rotina jurídica da Petrobrás, segundo dois diretores ouvidos ontem, nos bastidores, pela reportagem. Num contrato celebrado pela Petrobrás com uma sócia na Argentina em 2003, por exemplo, a cláusula estava presente.

Um terceiro diretor, hoje político, também sustenta a disponibilidade de informações a quem está no conselho. "Acho pouco provável que algum processo chegue ao conselho (de administração da Petrobrás ) sem estar devidamente instruído para liberação dos diretores e conselheiros", afirmou o senador Delcídio Amaral (PT-MS), que comandou a área de Gás e Energia da Petrobrás e é apontado como um dos padrinhos de Nestor Cerveró na estatal. Cerveró comandava a Área Internacional da Petrobrás em 2006 e foi responsável pelo "resumo técnico" enviado ao conselho naquele ano para que a compra da refinaria de Pasadena fosse aprovada ou não.

A estatal não se pronunciou oficialmente ontem. A presidente da companhia petrolífera, Graça Foster, era esperada em evento em São Paulo, mas cancelou sua participação na última hora.

Advogados afirmaram que a cláusula de Put Option é comum em negócios envolvendo grandes aquisições, mas que não é aceitável que essa informação seja omitida do conselho de administração. "O que não me parece admissível é a Petrobrás, com toda a estrutura de controle que tem, ter omitido do Conselho de Administração informações tão importantes, que poderiam ter sido decisivas para o prosseguimento ou não do negócio", disse o advogado especialista em Direito Empresarial Fernando Tibúrcio Peña. Nesse sentido, caberia responsabilização de quem omitiu a informação.

Conforme a ata 1.268 da reunião do conselho que tratou da compra dos primeiros 50% de Pasadena, por "solicitação" do então presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, o diretor internacional da empresa na época, Cerveró, participou da reunião do conselho, quando fez um relato sobre o negócio. Antes do colegiado, a diretoria executiva da empresa estatal já havia aprovado a compra, mas decidiu submetê-la à avaliação do conselho.

Outra cláusula. Na nota em que justificou o apoio à compra de 50% da refinaria, Dilma também disse que não tinha conhecimento de uma segunda cláusula. Chamada Marlim, garantia à sócia da Petrobrás, a belga Astra Oil, um lucro de 6,9% ao ano mesmo que as condições de mercado fossem adversas. Aqui, segundo os diretores ouvidos reservadamente pelo Estado , havia uma discrepância. O índice mais usado em negócios assim é de 5% para baixo sobre o capital investido.

As fontes da Petrobrás informaram, ainda, que o conselho poderia solicitar uma auditoria no contrato antes da compra, a qualquer tempo, caso houvesse dúvidas sobre o processo, o que não ocorreu com Pasadena. A Petrobrás só começou a agir contra o acordo em 2008, dois anos após a aprovação do negócio. Segundo a nota de Dilma, foi nesse ano que o conselho tomou conhecimento das cláusulas em questão. / COLABORARAM SABRINA VALLE e MARIANA SALLOWICZ

Notícias relacionadas: Dilma se reúne com Jader Barbalho em Belém Para Dilma, Mais Médicos é 'caminho certo' 'Estamos no caminho certo', diz Dilma sobre Mais Médicos Oposição pede informações sobre compra de refinaria 'Governo jamais olha partido', garante Dilma em Belém" Tópicos: Petrobrás , Refinaria de pasadena , Dilma ,

Con Información de Estadao



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