Denunciar contribuye a la acción frente al contrabando

ENTORNOINTELIGENTE.COM / "Todos los tachirenses y venezolanos estamos obligados y en el deber de denunciar el contrabando, así como a las mafias y a las bandas criminales que lo propician y viven de ese delito", afirmó el gobernador José Gregorio Vielma Mora. Denuncias que deben efectuarse a través de fotografías, llamadas telefónicas anónimas y las redes sociales −para el mandatario− "no sirve de nada si vemos o sabemos quiénes son los que contrabandean y dirigen las bandas y no hacemos nada por ayudar a resolver el problema". En la búsqueda de las soluciones a este flagelo, el Gobernador aseguró que "no podemos ni debemos convertirnos en cómplices". Declaraciones ofrecidas, este martes en el programa "Vladimir a la 1", moderado por el periodista Vladimir Villegas, en el canal Globovisión, desde donde reiteró su convocatoria a la participación de la ciudadanía en general para enfrentar el contrabando de extracción. En su opinión, "hay mucha gente que denuncia a través de los medios de comunicación, por twitter, facebook y hay también quienes solo critican, pero no hacen nada por aportar o sugerir ideas. Esas personas se han convertido en denunciantes de oficio, y no contribuyen con ideas que ayuden a resolver las situaciones". "Queremos que nos den nombres o identidades de los capos de las bandas y mafias del contrabando, pero nadie lo hace, porque solo denuncian por denunciar y critican por criticar cada vez que el gobierno implementa medidas o acciones dirigidas a evitar desafueros como es el delito del contrabando", sentenció el primer mandatario estadal. Recordó que hasta la fecha de este martes 26 de agosto, los organismos de seguridad del Estado, entre ellos la Guardia Nacional Bolivariana, el Ejército Bolivariano, la Policía Nacional Bolivariana y la Policía del estado Táchira, han decomisado 503 toneladas de alimentos que los contrabandistas pretendían pasar a Colombia contraviniendo leyes y normas establecidas por el Estado venezolano para comercializar productos fuera del país. Se investiga el "negocio" de la gasolina Dijo Vielma Mora desconocer sobre los rumores de que la empresa estatal de petróleos de Colombia− Ecopetrol−, estaría procesando la gasolina que legalmente vende nuestro país, a través Petróleos de Venezuela a Colombia. "No tenemos información oficial al respecto, pero esa es materia que está en estudio y bajo un proceso de investigación, porque hasta ahora no conocemos sobre la certeza o no de esos rumores". Nadie desconoce los acuerdos legales entre Venezuela y Colombia para el intercambio y negociaciones, de los cuales la venta de combustibles de Petróleos de Venezuela al país hermano, forma parte de esos convenios aún vigentes, manifestó el gobernante del Táchira. Insistió en que "quien caiga como responsable de llevar productos de contrabando a Colombia, recibirá su sanción, sea quien sea". Por permitir el paso de vehículos usados para el contrabando por alcabalas de la GNB, "hay varios efectivos detenidos y sometidos a un proceso de investigación", aseveró. El gobernador del Táchira reiteró su llamado a los tachirenses en el sentido de que "denuncien sin temor a través del 0800 Táchira− 8224472, línea asignada para recibir las denuncias sobre el contrabando de extracción de comestibles y otras mercancías".

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 Inicio > Política | Publicado el Viernes, 07 de Marzo del 2014
BRASIL: Suspeito de roubar mulher que acusou ator por engano é preso
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G1 Globo / Policiais da 26ª DP (Todos os Santos) prenderam em flagrante, na noite desta quinta-feira (6), Dione Mariano da Silva, de 24 anos, suspeito de ter roubado a mulher que admitiu ter se enganado ao apontar o ator Vinicius Romão como assaltante. Dione tem passagens por furto e estava com um revólver, apreendido. Ele foi autuado por porte ilegal de arma. Na delegacia, Dione Mariano da Silva negou que seja o autor do crime, mas confessou que é viciado em cocaína e é usuário de maconha. Ele disse que é morador de rua e dorme na Rua Piauí, no bairro Todos os Santos, no Subúrbio. A família do suspeito mora em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. "É uma injustiça, estou sendo acusado de uma coisa que não fiz. A vítima não veio até agora me reconhecer", disse Dione.

saiba mais Alvará de soltura de ator preso por engano atrasa devido a falta de luz Ator preso por engano no Rio deve ser solto nesta quarta-feira Pai de ator acredita que filho foi preso ao ser confundido com outra pessoa Polícia investiga se ator teria sido preso por engano no Rio Corregedoria vai apurar irregularidade na prisão de ator por roubo no Rio Ator preso por engano é abraçado por amigos e diz que 'perdoa'; assista O ator e vendedor Vinícius Romão de Souza foi preso após ser acusado por uma mulher de tê-la assaltado e ficou 16 dias preso na Cadeia Pública Patrícia Acioli, em São Gonçalo, Região Metropolitana. A copeira Dalva Moreira da Costa o reconheceu por engano no dia do crime. Após assumir o erro, ela pediu perdão pela acusação, durante o programa "Encontro com Fátima Bernardes", no dia 27.

"Em primeiro lugar, quero pedir perdão. Estou pedindo ao Espírito Santo para tirar toda mágoa, toda tristeza e toda depressão do seu coração. E dizer que Deus é fiel e que estou aqui reconhecendo o meu erro", contou, por telefone.

Vinicius Romão foi abraçado por amigos e familiares ao sair da cadeia (Foto: Reprodução / TV Globo) A copeira disse ainda que se sente aliviada pela liberdade de Vinicius. "Eu estou dando glória a Deus que ele foi solto. Estou comemorando. O local era escuro e naquele momento eu tinha que identificar. Eu fui, fiquei esperando, e ele, infelizmente, passou na hora errada. Mas eu estava nervosa, falei que tinha problema de vista e estava sem o óculos. Infelizmente, ele parecia com o suposto ladrão e naquele nervosismo, quando o policial falou: 'É ele?'. Eu disse: 'É parecido'. O policial disse que não poderia haver dúvidas. Eu perguntei pra ele se ele tinha pegado minha bolsa", narrou ela.

Durante a entrevista, Vinícius explicou a situação que o levou para a cadeia. Ele confessou ter ficado com medo de reagir à prisão injusta por parte da polícia. “Eu estava voltando para casa e fui abordado. Não esbocei nenhuma reação porque se eu corresse ou confrontasse talvez não estaria aqui hoje relatando o que aconteceu”, disse.

O jovem de 26 anos foi solto na quarta-feira (26) e contou como foi a primeira noite em casa, após duas semanas dividindo a cela com mais de 10 detentos. “Eu não consegui dormir, vi os vídeos de tudo o que aconteceu porque eu não sabia de nada. Fiquei sabendo que meus amigos estavam lá na segunda, quando os policiais me contaram que eu estava aparecendo na televisão e que meus amigos estavam se mobilizando”, contou.

Ator perdoa acusação Poucas horas depois de sair da cadeia, Romão falou com jornalistas no playground de seu prédio, no Méier, Zona Norte do Rio. Na ocasião, ele reencontrou amigos, que gritavam seu nome, emocionados. Sobre a copeira Dalva Moreira da Costa, que o acusou, ele disse que ela errou e que a perdoa. Ele disse ainda que é preciso descobrir outros "Vinícius".

"Tem muitos Vinícius lá dentro. Meus amigos lutaram por mim aqui fora, coisa que eu não podia fazer. Se não fosse por eles, estaria apodrecendo lá como muitas pessoas estão", agradeceu, sem mágoas da copeira. “Eu não guardo rancor. Ela foi vítima. Pelo que ela diz, foi assaltada, estava nervosa e infelizmente me confundiu. Eu vou ter oportunidade de falar com ela. Só quero dizer que perdoo ela e ela pegou o cara errado”, completou.

Para o ator, o momento mais difícil de toda a história foi quando foi abordado pelo policial na hora do assalto. "Ele apontou a arma pra mim. Foi a parte mais revoltante."

Condições 'desumanas ' Vinícius denunciou condições "desumanas" na cadeia e contou que ficou em uma cela com cerca de 15 detentos, presos por tráfico de drogas e pela Lei Maria da Penha, e dormiu no chão, em papelões. "Eu falei que era neutro e fiquei num lugar que não tinha facção", explicou. "Meu maior medo foi que fizessem alguma coisa comigo, mas não pelo pessoal do meu convívio. Preferi ficar junto com outras pessoas e não queria ficar sozinho numa cela [tinha direito por ter diploma de curso superior]."

Amigas de Vinícius Romão o aguardaram na saída da cadeia pública em São Gonçalo (Foto: Guilherme Brito/G1) Mesmo após 16 dias preso injustamente, o ator diz que conseguiu tirar boas lições: "Eu li 'Polyana' [clássico da literatura infanto-juvenil], que sempre tira coisas boas de tudo que acontece. O que eu tirei de bom é aproveitar cada minuto. Cada coisa que a gente não leva a sério, como abrir a geladeira e beber uma água. Lá a água eu bebia na hora do banho, quando a gente enchia as garrafas", contou, ansioso para voltar ao trabalho como vendedor, na loja em que foi efetivado recentemente. "Estou com saudades e sei que eles vão me receber de braços abertos."

Um oficial de Justiça levou o alvará de soltura à casa de detenção, onde amigos e parentes também o aguardavam. O ator ficou preso em uma cela com mais 15 detentos. A chegada do alvará de soltura atrasou por falta de luz na Central de Mandados de Alcântara, em São Gonçalo.

No dia 25, a 33ª Vara Criminal do Rio concedeu habeas corpus a Romão, depois que a copeira Dalva Moreira da Costa, vítima do roubo, afirmou em novo depoimento na 25ª DP (Engenho Novo) que se enganou ao fazer o reconhecimento do ator como o suposto ladrão. Após ouvir o depoimento, o titular da delegacia, delegado Niandro Lima, pediu à Justiça do Rio habeas corpus para o ator.

Mesmo após conseguir a liberdade, Vinícius Romão terá de responder a processo por roubo.

Prisão é investigada A Corregedoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro vai investigar se houve irregularidades na prisão do ator. As condutas do policial Waldemiro Nunes de Frietas Junior, que trabalha na 11ª DP (Rocinha), e do delegado que estava de plantão no dia, Willian Lourenço Bezerra, serão analisadas.

Vinicius disse que o advogado vai cuidar de uma possível ação, mas não confirmou se vai processar. "Eu acho que eu tinha que ligar na hora do ocorrido, mas não consegui, só no dia seguinte", disse. Copeira volta atrás A reviravolta no caso ocorreu com o depoimento de Dalva. Ela disse que pensou em ir à polícia no dia seguinte para retirar a queixa, mas não tinha dinheiro para a passagem. "Ela admite a hesitação no primeiro reconhecimento dele, o que é natural, porque foi uma ação violenta e ela pode ter se confundido", explicou Niandro. O delegado disse também que não acredita em má-fé. "Ninguém dos dois teria interesse em prejudicar uma pessoa inocente."

Jair Romão de Souza, pai de Vinicius preso por engano (Foto: Mariucha Machado/ G1) Pai aliviado O pai de Vinícius, Jair Romão falou sobre como reagiu ao saber da notícia da liberdade do filho. "Graças a Deus, ocorreu tudo bem, como eu esperava. Em momento algum eu admitia ele ter sido o culpado de cometer esse roubo", disse, sem saber explicar como vai reagir ao reencontrá-lo. "Ah, emoção a gente só pode dizer no momento o que vai ocorrer."

O G1 teve acesso ao registro de ocorrência do caso. No registro, a vítima contou que após o assalto o homem teria pulado o muro da estação de trem para fugir e que dentro da bolsa roubada havia a quantia de R$ 10, um crachá, um celular e documentos. Ela contou que o homem estava de camiseta e bermuda preta, era negro e tinha o cabelo estilo black power.

No registro de ocorrência, o policial militar que fez a prisão afirma que nenhum pertence da vítima foi encontrado com o ator. "No depoimento, o policial disse que o Vinicius tinha passado o material para uma pessoa conhecida como 'Braço', só para justificar a prisão dele, mas não fez nenhuma diligência para procurar essa pessoa", disse Jair Romão.


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