Ingresos financieros del B.O.D. crecen 131,5% el último año

ENTORNOINTELIGENTE.COM / Los ingresos financieros del Banco Occidental de Descuento (B.O.D.) registran un crecimiento entre junio 2014/junio 2013 de Bs. 3.588,8 millones, equivalentes a 131,5%, siendo el tercer mayor aumento entre los 10 bancos líderes en este rubro. Este incremento, que incluye la cifra de fusión con Corp Banca, le ha permitido al B.O.D. consolidarse en la cuarta posición entre los banco privados, con mayores ingresos financieros con un saldo de Bs. 6.317,1 millones. Su cuota de mercado, en este rubro, se ubica en 7,0%. Los ingresos por cartera de créditos del B.O.D. representan al cierre de junio del año en curso el 75,1% del total de sus ingresos financieros, en contraste a 71,3% de la banca comercial y universal. Es igualmente importante destacar que los ingresos por cartera de créditos del B.O.D. constituyen el 60,7% del total de sus ingresos, cifra superior al 57,6%, registrado como promedio por la banca comercial y universal. Estas últimas cifras son demostrativas del impulso que ha tomado la participación de los ingresos por actividad crediticia en el total ingresos del B.O.D.

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 Inicio > Economía | Publicado el Jueves, 20 de Febrero del 2014
BRASIL: Ucrânia põe em xeque 'trégua delicada' entre Ocidente e Rússia

BRASIL: Ucrânia põe em xeque 'trégua delicada' entre Ocidente e Rússia

G1 Globo / O derramamento de sangue na Ucrânia traz o risco de intensificar tanto os rachas internos como a tensão diplomática entre vários países envolvidos na crise local.

saiba mais Entenda os protestos na Ucrânia Leia as últimas notícias sobre a crise Dentro da Ucrânia, mesmo que os protestos sejam mais complexos que uma simples divisão entre leste e oeste, a violência pode facilmente puxar os cidadão para os extremos da questão.

Internacionalmente, está sendo aberto um abismo entre a Rússia e potências do Ocidente, com possíveis amplas repercussões. Pode ainda não estar inteiramente claro quem é o responsável por inflamar a situação desta vez, mas as reações dos principais poderes, Leste e Oeste, representam uma divergência gritante.

O Kremlin se aliou firmemente com o presidente Viktor Yanukovich. O Ministro de Relações Exteriores russo descreveu a violência nos protestos que tomaram conta do país como uma 'tentativa de golpe' e exigiu que os líderes da oposição na Ucrânia 'dessem um fim ao derramamento de sangue'.

O presidente russo, Vladimir Putin, tem se mantido em contato por telefone com Yanukovich. O porta−voz do Kremlin Dmitry Peskov foi cuidadoso ao insistir que o presidente russo não ofereceu qualquer conselho ao governo, mas afirmou que a Ucrânia era um 'Estado irmão e amigo e um parceiro estratégico' e que a Rússia usaria toda sua influência para reestabelecer a paz e a ordem.

Por sua vez, líderes ocidentais apoiaram a oposição.

Nos Estados Unidos, o foco tem sido tentar persuadir Yanukovich a tirar as forças do governo das ruas e a agir com moderação. Segundo relatos, o vice−presidente, Joe Biden, falou com o presidente ucraniano pelo telefone e sugeriu que seria responsabilidade dele acalmar a situação e abordar as 'preocupações legítimas' dos manifestantes.

Ameaça de sanções Na Europa, o ministro de Relações Exteriores sueco, Carl Bildt, chegou a dizer que o presidente Yanukovich tinha 'sangue em suas mãos'.

O ministro de Relações Exteriores alemão, Frank−Walter Steinmeier, disse que a Ucrânia havia 'pago um preço caro' pelas recusas de seu presidente em ter conversas sérias para acabar com o conflito.

O primeiro−ministro da Polônia, Donald Tusk, disse que as autoridades ucranianas haviam perdido seu mandato democrático.

Uma série de países da União Europeia (UE), entre eles França e Alemanha, agora pedem sanções contra Kiev como um gesto de solidariedade com o povo ucraniano.

Essa é a primeira vez que a União Europeia levantou a hipótese de impor sanções ao governo de Yanukovich. Até agora, o foco estava em tentar mediar entre os dois lados do conflito, além de pedir ao presidente que reconsiderasse sua recusa em fortalecer laços comerciais com a UE e em aceitar um pacote de resgate do FMI.

Dessa forma, trata−se de uma mudança significativa na abordagem europeia à crise.

Mas é difícil ver como a imposição de sanções poderia mudar o cenário − além de estimular Yanukovich a dar as costas à Europa de vez.

Diplomacia De modo similar, há bons motivos para acreditar que Putin não queira ser visto envolvendo−se em confrontos mais amplos na Ucrânia. A experiência mostra que intervenções de Moscou, sejam elas políticas ou econômicas, tendem a intensificar a rejeição à influência russa.

O futuro imediato da Ucrânia pode depender mais das tentativas de mediação feitas por ex−políticos ucranianos e poderosos oligarcas locais, desesperados para evitar que a violência se agrave.

Mas, internacionalmente, as tensões ainda podem reverberar.

Já há algum tempo tem vigorado uma delicada trégua entre o Kremlin e as potências ocidentais. Quanto à Ucrânia, os dois lados trocaram acusações mútuas de interferência, mas concordaram em discordar, por assim dizer. Em outros temas, como a diplomacia envolvendo Irã e Síria, eles têm tentado colaborar entre si.

Mas parece haver muita desconfiança entre os dois lados, e esforços diplomáticos podem ser insuficientes − como mostra o recente colapso no diálogo internacional sobre a guerra civil síria. E sempre ronda o perigo de que a instável ponte entre o Ocidente e o Leste europeu balance ainda mais.

Geograficamente, a Ucrânia fica entre os dois lados. Até agora, as rivalidades dos tempos da Guerra Fria vinham sendo contidas. Diplomatas argumentam que é possível que Rússia e Ocidente colaborem entre si quanto ao futuro da Ucrânia, beneficiando os dois lados.

Mas, à medida que a crise se aprofunda, essa perspectiva parece estar mais distante.


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