"Ruffles invita a cuidar las playas venezolanas"

ENTORNOINTELIGENTE.COM / Por 4to. año consecutivo, Ruffles llevará a cabo acciones para limpiar las playas venezolanas. En el marco de la celebración del Día Mundial de Playas, la marca líder en el mercado de papas en Venezuela busca crear conciencia ecológica en jóvenes que deseen ser participantes activos en la conservación del ambiente. Para este año se espera la participación de más de 70 voluntarios interesados en la conservación del ambiente. En 2013, Ruffles celebró el Día Mundial de las Playas con una actividad que despertó la conciencia en las personas que hacen uso de las costas venezolanas, resaltando la importancia de mantener la limpieza en ellas. De la mano con Fudena de 70 voluntarios que asistieron a una jornada de recolección, clasificación y cuantificación de desechos sólidos, en playa Pelúa, ubicada en el estado Vargas. De esta manera, la marca insta a las personas a contribuir individualmente con el medio ambiente. Adicionalmente para que las acciones fueran duraderas en el tiempo, Ruffles entregó material de limpieza a kioskeros y tolderos de la playa, pues la icónica marca de pasapalos se ha planteado el reto de ayudar a cambiar la actitud de los usuarios mediante la sensibilización y participación directa en la solución de estos problemas. Este año Ruffles también llevará cabo este tipo de actividades. Este tipo de iniciativas surge como parte de una acertada y oportuna responsabilidad social ejercida por Ruffles. La marca apuesta ciegamente al desarrollo de actividades que contribuyan a formar una madura conciencia ambiental dentro de la colectividad, debido a que esa es una de las banderas de Pepsico a nivel mundial. Conocida como la mejor opción de papas en Venezuela, por su alta calidad, por ser onduladas y crujientes, Ruffles invita a todos sus consumidores a participar en este tipo de actividades, que tienen como intención conservar espacios naturales y al aire libre, para mantenerlos al alcance del disfrute de todos.

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BRASIL: Ucrânia põe em xeque 'trégua delicada' entre Ocidente e Rússia




 Inicio > Economía | Publicado el Jueves, 20 de Febrero del 2014
BRASIL: Ucrânia põe em xeque 'trégua delicada' entre Ocidente e Rússia

G1 Globo / O derramamento de sangue na Ucrânia traz o risco de intensificar tanto os rachas internos como a tensão diplomática entre vários países envolvidos na crise local.

saiba mais Entenda os protestos na Ucrânia Leia as últimas notícias sobre a crise Dentro da Ucrânia, mesmo que os protestos sejam mais complexos que uma simples divisão entre leste e oeste, a violência pode facilmente puxar os cidadão para os extremos da questão.

Internacionalmente, está sendo aberto um abismo entre a Rússia e potências do Ocidente, com possíveis amplas repercussões. Pode ainda não estar inteiramente claro quem é o responsável por inflamar a situação desta vez, mas as reações dos principais poderes, Leste e Oeste, representam uma divergência gritante.

O Kremlin se aliou firmemente com o presidente Viktor Yanukovich. O Ministro de Relações Exteriores russo descreveu a violência nos protestos que tomaram conta do país como uma 'tentativa de golpe' e exigiu que os líderes da oposição na Ucrânia 'dessem um fim ao derramamento de sangue'.

O presidente russo, Vladimir Putin, tem se mantido em contato por telefone com Yanukovich. O porta−voz do Kremlin Dmitry Peskov foi cuidadoso ao insistir que o presidente russo não ofereceu qualquer conselho ao governo, mas afirmou que a Ucrânia era um 'Estado irmão e amigo e um parceiro estratégico' e que a Rússia usaria toda sua influência para reestabelecer a paz e a ordem.

Por sua vez, líderes ocidentais apoiaram a oposição.

Nos Estados Unidos, o foco tem sido tentar persuadir Yanukovich a tirar as forças do governo das ruas e a agir com moderação. Segundo relatos, o vice−presidente, Joe Biden, falou com o presidente ucraniano pelo telefone e sugeriu que seria responsabilidade dele acalmar a situação e abordar as 'preocupações legítimas' dos manifestantes.

Ameaça de sanções Na Europa, o ministro de Relações Exteriores sueco, Carl Bildt, chegou a dizer que o presidente Yanukovich tinha 'sangue em suas mãos'.

O ministro de Relações Exteriores alemão, Frank−Walter Steinmeier, disse que a Ucrânia havia 'pago um preço caro' pelas recusas de seu presidente em ter conversas sérias para acabar com o conflito.

O primeiro−ministro da Polônia, Donald Tusk, disse que as autoridades ucranianas haviam perdido seu mandato democrático.

Uma série de países da União Europeia (UE), entre eles França e Alemanha, agora pedem sanções contra Kiev como um gesto de solidariedade com o povo ucraniano.

Essa é a primeira vez que a União Europeia levantou a hipótese de impor sanções ao governo de Yanukovich. Até agora, o foco estava em tentar mediar entre os dois lados do conflito, além de pedir ao presidente que reconsiderasse sua recusa em fortalecer laços comerciais com a UE e em aceitar um pacote de resgate do FMI.

Dessa forma, trata−se de uma mudança significativa na abordagem europeia à crise.

Mas é difícil ver como a imposição de sanções poderia mudar o cenário − além de estimular Yanukovich a dar as costas à Europa de vez.

Diplomacia De modo similar, há bons motivos para acreditar que Putin não queira ser visto envolvendo−se em confrontos mais amplos na Ucrânia. A experiência mostra que intervenções de Moscou, sejam elas políticas ou econômicas, tendem a intensificar a rejeição à influência russa.

O futuro imediato da Ucrânia pode depender mais das tentativas de mediação feitas por ex−políticos ucranianos e poderosos oligarcas locais, desesperados para evitar que a violência se agrave.

Mas, internacionalmente, as tensões ainda podem reverberar.

Já há algum tempo tem vigorado uma delicada trégua entre o Kremlin e as potências ocidentais. Quanto à Ucrânia, os dois lados trocaram acusações mútuas de interferência, mas concordaram em discordar, por assim dizer. Em outros temas, como a diplomacia envolvendo Irã e Síria, eles têm tentado colaborar entre si.

Mas parece haver muita desconfiança entre os dois lados, e esforços diplomáticos podem ser insuficientes − como mostra o recente colapso no diálogo internacional sobre a guerra civil síria. E sempre ronda o perigo de que a instável ponte entre o Ocidente e o Leste europeu balance ainda mais.

Geograficamente, a Ucrânia fica entre os dois lados. Até agora, as rivalidades dos tempos da Guerra Fria vinham sendo contidas. Diplomatas argumentam que é possível que Rússia e Ocidente colaborem entre si quanto ao futuro da Ucrânia, beneficiando os dois lados.

Mas, à medida que a crise se aprofunda, essa perspectiva parece estar mais distante.


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