Concejo Municipal de Caracas entregó Premio de Artes Visuales

ENTORNOINTELIGENTE.COM / Un total de 80 piezas pictóricas iluminaron los espacios del Centro para las Artes "Arturo Michelena", de la Fundación Banco Industrial de Venezuela, en la entrega del Premio Municipal de Artes Visuales Salón "Juan Lovera", en su XLIII Edición. El evento, organizado por la Comisión Permanente de Educación y Cultura, bajo la presidencia del Concejal Roque García, reunió la participación de 300 artistas, provenientes de 12 Estados del país. Para "nosotros los y las concejales del Municipio Libertador, es un honor que dicho premio lleve el nombre de un pintor patriota y revolucionario, autor de dos obras emblemáticas para la historia independentista de Venezuela, como lo son "19 de abril de 1810" y "5 de julio de 1811", mencionó el concejal, destacando la puesta en marcha de una política de inclusión e integración de las diversas manifestaciones culturales y artísticas existentes en el seno venezolano. El Premio Municipal Obra Bidimensional, lo mereció Ivano Aspesi, con su obra PALIMPSESTOS TTRANSITORIOS, una obra de arte con "un contenido subjetivo relacionado con el recuerdo y la ensoñación, los cuales se van borrando a lo largo del tiempo, y siempre se generan rastros, y esos rastros en sí son los palimpsestos transitorios", una metáfora del encuentro de las huellas de lo anterior, borradas para dar paso a lo ahora existente. Francisco Pinto, galardonado con el Premio Municipal Obra Tridimensional, reivindicó "a la raza negra" rememorando las primeras rebeliones africanas que se dieron en Venezuela, encabezadas por el Negro Miguel, a través de su obra KIMBUNDO (LIBRE COMO LA LIEBRE) SERIES BASTONES DE MANDO. Mencionó Pinto, que dicho evento "es una motivación para la nueva generación… un escalón, uno de los principales (espacios) para el artista emergente", para quienes se estén iniciando en el campo de las artes plásticas y deseen dar a conocer su trabajo, "yo vengo barriendo los salones donde se ha presentado este premio desde el 2005, ganándome la mención honorifica de pintura el año anterior". EL PRESENTE SIN TIEMPO, de la artista Yenimar López, obtuvo el Premio Municipal de Fotografía "Ciudad de Caracas" y, Rubén Morales, se adjudicó el Premio Municipal de Obra Gráfica, con MÁS DE LO MISMO. Las Distinciones Honorificas Obra Bidimensional, Tridimencional, Dibujo "Jacobo Borges" y Fotografía "Ciudad de Caracas", fueron para Umabali Granado Díaz, con HORROR AL VACIO; Sandra Tibisay Infante, ERES TU POR FAGIO; Jorge Luis Contreras, HUELLAS ANCESTRALES; y EL HACEDOR DE UNIVERSOS, de Orlando Baquero. La Mención Especial denominada "Juventud Luchadora y Revolucionaria destacada en el ámbito de las actividades de las Artes Visuales", la logró Javier Rodríguez, con su obra RETRATO HONORABLE.

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 Inicio > Internacionales | Publicado el Domingo, 02 de Febrero del 2014
BRASIL: Ônibus anfíbio faz passeio por terra e água no Rio

Estadao / Cariocas e turistas aproveitaram o domingo de sol para conhecer a novidade de lazer na cidade: o primeiro ônibus anfíbio do País, que leva os passageiros a um passeio de uma hora meia, metade do tempo sobre rodas e a outra metade, transformado em barco, pela Baía de Guanabara.

Veja também:

Galeria de fotos do ônibus anfíbio



Marcos de Paula/Estadão Veículo é a novidade do turismo no Rio de Janeiro



O ponto de partida, na Urca, em frente à estação do bondinho do Pão de Açúcar, ficou cheio de famílias que tentavam lugares em uma das 28 vagas do ônibus, construído em São Paulo, durante cinco anos, pelos sócios Ilídio Augusto Guerra Soares, Paulo Valladares e Lucas Machado.



Depois de vinte minutos de caminho por terra até a Marina da Glória, o motorista do ônibus dá lugar a um MOC (moço oficial de convés), que se encarrega do "tchibum", o momento em que o veículo entra nas águas da Guanabara e a hélice é acionada. Os passageiros comemoram com aplausos.



O ônibus anfíbio estreou na última sexta−feira e foi sucesso de público nos primeiros dias. É resultado de R$ 2 milhões aplicados pelos sócios da empresa Duck Tour Brasil desde 2009. Para os passageiros também é um investimento. Os ingressos custam R$ 100, com desconto de 50% para cariocas que levarem comprovante de residência. Crianças de até dez anos e pessoas com mais de 60 também pagam R$ 50.



Ilídio conta que teve a ideia de construir o ônibus anfíbio quando viu iniciativa semelhante em Washington, mas não teve oportunidade de fazer o passeio. Paulo e Lucas embarcaram no veículo ambivalente em Boston. No Brasil, o trio resolveu embarcar na aventura.



"É um passeio novo, você vê a cidade de outro ponto de vista e não podia ser em outro lugar que não fosse o Rio", diz o carioca Lucas. O paulista Ilídio concorda. "Sempre pensamos no Rio como o lugar para iniciar. Foi uma saga que agora se viabilizou", diz o empresário. A carroceria foi erguida em cima de um chassis de ônibus. "O Rio tem a memória triste do Bateau Mouche, então tomamos todos os cuidados com a segurança, usamos compartimentos estanques com isopor naval. A carroceria é feita com uma chapa especial de ferro antioxidação", diz Ilídio.



Para a família de turistas do Acre que embarcou ao meio−dia, foi a diversão do domingo. "Um ônibus virar barco parece até que é mentira. É um passeio maravilhoso", elogiou o empresários Júlio César Pinheiro Rosa, acompanhado da mulher, Gleicyane, e da sogra, Francinete.



A maioria dos passageiros até agora, no entanto, é carioca. Uma delas é Regina Coelho, que tentou passear com a família no sábado, sem sucesso, e voltou ontem. "É muito bom, viemos assim que soubemos desse passeio", diz. Para a paraense Maria José Santos, moradora do Rio há mais de 40 anos, valeu a pena participar da uma das primeiras viagens do ônibus anfíbio. "Você passa uma marcha e vira barco, é muito interessante. Além disso, o passeio é ótimo, mostra o essencial do Rio", elogia.



No caminho em terra, a guia Telma Camargo mostra e conta histórias de pontos turísticos como o Cristo Redentor e o Outeiro da Glória. Na Baía de Guanabara, as atrações vão do iate do cantor Roberto Carlos, Lady Laura, às paisagens do Pão de Açúcar, praias e ilhas próximas. O ônibus anfíbio faz quatro passeios − entre 10h e 16h − de terça a sábado e cinco − com uma viagem extra às 18h − aos domingos.

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