Primer Plano presenta Tu dors Nicole y Sarah préfère la course

ENTORNOINTELIGENTE.COM / En abril, Primer Plano propone una muestra del mejor cine contemporáneo canadiense a través de las historias de dos muchachas: una que no puede dormir, y una que no puede despertar. Para Nicole (Tu dors Nicole), el insomnio es un freno que le impide tomar el mando de su vida. Para Sarah (Sarah préfère la course), correr es un acelerador que la ayuda a no atormentarse con el paso del tiempo. Dos historias con nombre propio donde las chicas no quieren divertirse, sino vivir. Los miércoles a las 10.30p.m. Tu dors Nicole, al aire el miércoles 22, es una comedia dramática que sigue la cotidianeidad de una muchacha de 22 años mientras queda a cargo de la casa de sus padres durante el verano. Junto a su mejor amiga, Nicole experimenta la desilusión de vivir la temporada estival en un pequeñito pueblo canadiense, al tiempo que su hermano mayor irrumpe en ese mismo espacio para grabar un álbum con su banda de música. También deberá enfrentar un insomnio que la tiene a maltraer, y todo el veneno de su insatisfacción. Tercer largometraje del realizador franco canadiense Stéphane Lafleur, donde nos ofrece un retrato introspectivo de una joven y su particular vida. El film ha sido muy bien recibido por la crítica internacional, en especial por la delicada estética filmada en 35 mm en blanco y negro. Tu dors Nicole ha sido considerada una de las diez mejores películas canadienses del año 2014 y recibió premios en Vancouver. También fue seleccionada para participar en la sección Directors' Fortnight del Festival de Cannes. "Tu dors Nicole es una de esas agradables sorpresas que lo siguen a uno tras alejarse de la sala" (Pablo Conde, Otroscines.com). Protagonizada por Julianne Côté, Catherine St−Laurent y Pierre−Luc Lafontaine. La segunda opción llega de la mano de la directora Chloé Robichaud y su ópera prima Sarah préfère la course, a emitirse el miércoles 29. La Sarah del título es una joven corredora de media distancia cuyos sueños están en la pista. Su aspiración de asistir a una universidad que le ayude en su carrera como atleta profesional se ven desvanecidos cuando su madre rehúsa financiar sus estudios en Montreal. Pese a todo, ella hará lo imposible por convertir sus deseos en realidad. Porque, después de todo, el camino es la llegada. Protagonizada por Sophie Desmarais, Jean−Sébastien Courchesne y Geneviève Boivin−Roussy. Sarah préfère la course fue seleccionada en Cannes 2013, British Film Institute Awards y ganadora en el Festival Internacional de Cine Independiente de Buenos Aires (Mejor actriz, Premio Signis) y en Vancouver. "(…) para aquel que no corre, Sarah prefiere correr es la historia de una pasión, pero para quienes amamos correr, es mucho más la historia de nuestra pasión. Preferimos correr, porque como le ocurre a Sarah, correr es algo que depende completamente de nosotros". (Santiago García, Leercine.com.ar). Disfruta por I.SAT del mejor cine independiente de Canadá. En Primer Plano, los miércoles a las 10.30p.m. #PrimerPlano

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 Inicio > Economía | Publicado el Miercoles, 15 de Enero del 2014
Nova lei do material escolar reduz abusos

OGlobo / RIO − Quem tem filhos matriculados em colégios particulares ou é responsável pela educação de alguma criança ou adolescente enfrenta a cada início de ano o desafio de equilibrar o orçamento doméstico e a compra do material escolar solicitado pelas instituições. Dois meses após a entrada em vigor da lei que proíbe as escolas de incluírem nas listas produtos de uso coletivo, já é possível perceber a redução de exageros, dizem os consumidores. Mas outras práticas abusivas não previstas na nova legislação, como a cobrança de taxa de material sem apresentação dos itens que serão comprados, continuam sendo praticadas pelas escolas.

A Lei Federal 12.886/13 proíbe a inclusão na lista de material escolar do aluno itens de uso coletivo, como papel higiênico, detergente, álcool, copos e talheres descartáveis, grandes quantidades de papel, tinta para impressoras, grampeador, grampos e pastas classificadoras. Os custos de material de uso coletivo devem ser considerados no cálculo do valor das anuidades. O texto da lei, cujo projeto tramitou por cinco anos no Congresso, foi apresentado pelo deputado Chico Lopes (PCdoB−CE).

− Percebi que este ano deixaram de incluir itens que costumavam constar na lista, como grande quantidade de papel e canetas para escrever no quadro. Acho que estão pedindo coisas bem razoáveis desta vez − avalia Laíza Domingos, responsável pela compra do material escolar de um sobrinho de 11 anos e de uma sobrinha de 12, estudantes do 7º ano do ensino fundamental de uma escola da região metropolitana do Rio.

Listas adaptadas à nova realidade

Situação diferente foi observada pela dona de casa Karen Ferreira. Semana passada, ela procurava em uma papelaria do Centro do Rio 12 bastões de cola quente, canetas hidrográficas nas cores verde, vermelha, preta e azul, além de 25 folhas de papel especial para impressão.

− Meu filho tem 9 anos e está no 3º ano do Ensino Fundamental. Como uma criança vai usar isso tudo? Para que tanto bastão de cola quente? Sei que, no final, fica para a escola, mas não há muito o que fazer. A gente acaba entregando o que eles pedem para não criar atritos com a direção da escola. Ainda assim, a lista veio um pouco menor que a do ano passado − afirma.

De modo geral, as escolas do Rio e da região metropolitana adaptaram os pedidos de materiais à nova realidade imposta pela lei. Nas 180 listas de escolas cadastradas no site Itspaper, especializado na venda on−line de itens escolares e para escritórios, apenas 10% ainda incluem objetos proibidos pela nova legislação.

− Tenho observado que as escolas que cadastraram suas listas no nosso site deixaram de incluir este ano itens como material de limpeza e higiene. Também não vi pedidos de grandes quantidades de papel, de guardanapos, copos plásticos, como acontecia no passado − ressalta o economista Carlos Eduardo Lima, criador do site.

No entanto, nem toda conduta considerada abusiva no que se refere a material escolar está identificada na nova lei, que trata especificamente da proibição de itens de uso coletivo. Segundo especialistas em defesa do consumidor, uma prática muito comum por parte das escolas − a cobrança de taxa de material sem a apresentação da lista − ainda acontece e é considerada abusiva.

Opção de compra é dos pais

Adriana Mendes, mãe de Joanna, de 9 anos, pagou R$ 400 de taxa de material ao renovar a matrícula e ainda recebeu uma relação de itens a serem comprados.

− Não me mostraram os itens que serão comprados com esse valor da taxa. Disseram apenas que era para a compra do material de artes. Entregaram também essa lista incluindo cadernos, canetas, lápis, agenda e ainda há os livros didáticos. Sem dúvida, os gastos são muito altos − disse a mãe da aluna do 4ª ano do Ensino Fundamental de uma escola da Zona Sul.

Embora algumas instituições ainda adotem essa conduta, a Fundação Procon−SP lembra que a escola deve informar quais itens devem ser adquiridos pelos pais ou responsáveis, e são eles que deverão optar por comprar os produtos solicitados ou pagar pelo pacote oferecido pela instituição de ensino.

De acordo com o Código de Defesa do Consumidor (CDC), os pais têm o direito de conhecer a lista antes de assinar o contrato com a escola. Caso a listagem não esteja pronta, a família pode solicitar a relação do ano anterior para ter uma noção e combinar com o colégio uma data para recebê−la. Esta é a melhor forma de os pais evitarem surpresas desagradáveis, lembra a Proteste − Associação de Consumidores. E caso seja comprovada alguma cobrança indevida, a escola pode ser acionada na Justiça e obrigada a ressarcir, em dobro, o valor pago.

A Proteste ressalta ainda que a escola também não pode exigir que os pais comprem itens de uma determinada marca, em lojas específicas ou dentro da instituição. A escola pode até oferecer este serviço, mas tem de dar a opção de escolha à família e dar um prazo para a entrega do que é cobrado na lista. A única exceção neste caso é para as apostilas produzidas pela própria escola. Se este material for obrigatório, o colégio tem o dever de informar aos pais na hora da matrícula, destaca o Procon−SP.

− Os pais não devem ceder às eventuais pressões ou condições exigidas pelas escolas para a compra do material. A não ser nas exceções já citadas, essa compra deve ocorrer em locais escolhidos pelos responsáveis dos alunos. E, claro, dependendo da situação, pode−se recorrer à Justiça e pedir reparação por danos morais e materiais − afirma o advogado especialista em direito do consumidor José Alfredo Lion.

− Mas creio que é sempre melhor buscar um acordo. Afinal, quem gostaria de entrar em conflito com as pessoas que vão cuidar de seus filhos, que são responsáveis por parte importante da educação deles?

O Procon−SP também orienta os responsáveis pela compra de material escolar a avaliar a qualidade dos produtos, o preço e as condições de pagamento. Além disso, a nota fiscal, o tíquete do caixa ou o cupom do ponto de venda devem ser sempre exigidos pelo cliente, pois são fundamentais se houver necessidade de troca.

O que pode e o que não pode

TAXA: É abusiva a cobrança de taxa de material escolar sem a apresentação da lista

lista: Pais ou responsáveis pelos alunos têm o direito de conhecer a lista de material antes de assinar o contrato com a escola

ano anterior: É possível solicitar a lista de material do anterior para ter uma base do que é solicitado. É a única forma de os pais evitarem surpresas desagradáveis

MARCA: A escola não pode exigir que os pais comprem itens de uma determinada marca, papelaria ou dentro da instituição

USO COLETIVO: A lista não pode incluir materiais de uso coletivo, como de higiene e limpeza, nem taxas para suprir despesas com água e luz, por exemplo

apostilas: Algumas instituições utilizam apostilas como material didático. Somente para este item pode haver exigência de compra em determinados estabelecimentos ou na própria escola

cobrança: Caso seja comprovada alguma cobrança indevida em relação à lista de material, a escola pode ser punida e obrigada a ressarcir o valor pago em dobro

pacote: Os pais é que deverão optar por comprar os produtos solicitados ou pagar pelo pacote oferecido pela instituição de ensino




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