Vamos a enaltecer la carrera lírica en Venezuela

ENTORNOINTELIGENTE.COM / Con el tenor venezolano Guillermo Domínguez se abre una nueva etapa para que los venezolanos de todas las generaciones, especialmente niños y jóvenes inspirados en los grandes maestros de la lírica puedan adquirir destrezas y hacer carrera en canto operático. "Se ha apoyado a las orquestas, lo cual es muy loable, pero hay que rescatar también a los talentos emergentes individuales que no tienen los medios para formarse, y en este sentido es preciso conjugar esfuerzos para ampliar esta cruzada", comentó. Domínguez, nacido en Maracay, estudió con el maestro José Castro, reconocido tenor venezolano, y luego se estableció en Europa donde complementó sus estudios. De ahí en adelante el éxito estuvo de su lado conquistando los escenarios más exigentes, adquiriendo fama y reconocimientos. Después de 35 años vuelve a su país para volcar su pasión por la música entre jóvenes ansiosos por destacar, dando un vuelco a la lírica para que sea accesible a muchachos de diferente condición social. Desde la Fundación Guillermo Domínguez "Todos a la Opera" daremos excelencia a la carrera lírica, para recuperar el patrimonio operístico en Venezuela, con un calificado plantel de maestros, una escuela de ópera, talleres para la puesta en escena de operas, y géneros como la zarzuela, la opereta, entre otras expresiones artísticas. "Quiero dejar en mi tierra mi legado musical. Aquí hay mucho talento, Venezuela es un país de músicos y cantantes; lo importante es encauzar esa vocación", dijo. Entre proyectos y compromisos anunció que participará en la Gala de la Opera de Autores Venezolanos, titulada Opera Criolla, a realizarse el 31 de Octubre y el 1° de Noviembre del año en curso, en el Teatro Teresa Carreño. Posteriormente, los días 15 y 16 de Noviembre, se escenificará el espectáculo musical Viva la Zarzuela, en el Centro Cultural Chacao. En ambos eventos compartirá roles estelares con otros destacados artistas. El tenor Guillermo Domínguez dijo estar muy complacido porque ha culminado el disco Pasión Opera, bajo la dirección musical de Elisa Vegas, grabado junto a la Orquesta Filarmónica Nacional en la sala José Félix Ribas. Es el primer disco realizado de un recital lírico de un tenor venezolano, que muy pronto se presentará al público y a los medios de comunicación. El segundo trabajo que estamos realizando es una recopilación de obras de autores venezolanos y latinoamericanos, que se llamará Autores Nuestros. Ambas producciones musicales cuentan con el auspicio del Centro Nacional del Disco y del Centro Nacional de la Música.

Con Información de ENTORNOINTELIGENTE.COM

www.entornointeligente.com

Visite tambien www.mundinews.com | www.eldiscoduro.com | www.tipsfemeninos.com | www.economia-venezuela.com | www.politica-venezuela.com | www.enlasgradas.com | www.cualquiervaina.com | www.espiasdecocina.com | www.videojuegosmania.com

Síguenos en Twitter @entornoi

Ampliar Contenido











ADVERTENCIA: Los anuncios publicitarios del programa Google Adsense han sido deshabilitados en esta noticia por poseer contenido considerado como NO APTO PARA MENORES

 Inicio > Internacionales | Publicado el Martes, 10 de Diciembre del 2013
Fronteiras da biotecnologia

Estadao / Plantas transgênicas vieram para ficar. E prevalecer. Suas variedades passaram a dominar a safra de grãos no Brasil. Na corrida tecnológica, ninguém segura a engenharia genética. A ciência vence o medo obscurantista.



Lavouras geneticamente modificadas de soja, milho e algodão, nessa ordem, lideram, com dois terços, a semeadura da área nacional. Produtividade, facilidade no trato, economia de defensivos: aqui as razões principais que explicam seu notável desempenho. Problemas agronômicos, como resistência de ervas invasoras a herbicidas ou ressurgência de pragas, existem, mas se assemelham aos das lavouras convencionais. Não se comprovou alguma tragédia ambiental, tampouco dano à saúde humana, decorrente do uso específico de transgênicos.

Há séculos o melhoramento genético tradicional tem modificado os organismos. As variedades atualmente plantadas ou criadas pouco se parecem com suas ancestrais: o frango deixou de ser caipira, o milho tornou−se ereto, as frutas perdem suas sementes. Nenhum alimento continua "natural". O patamar da evolução mudou, porém, quando os cientistas descobriram a possibilidade de modificar artificialmente o DNA das espécies. Sem cruzamento sexual.

Tudo começou em 1972. Pesquisadores perceberam que parasitas do gênero Agrobacterium transferiam partes de seu germoplasma para as plantas hospedeiras, estimulando nestas a produção de açúcar, do qual se alimentavam. Quer dizer, ocorria na natureza um mecanismo de transgenia. Dez anos depois, em Gent (Bélgica), cientistas conseguiram pioneiramente efetuar a transgênese em laboratório. Em seguida, certas bactérias foram geneticamente modificadas visando à produção de insulina humana. Os diabéticos comemoraram. A ciência havia dado um tremendo salto no conhecimento.

Desde então as equipes de ponta, em oficinas públicas e privadas, passaram a investir na engenharia genética, turbinando mundialmente a biotecnologia. Esta se destacou, inicialmente, na manipulação de microrganismos. Depois, em 1996, chegou ao campo, com o lançamento de uma variedade de soja resistente à aplicação de herbicida. Começou a grande polêmica. Ativistas ambientais denunciaram a "comida Frankenstein". Religiosos condenaram os cientistas por manipularem a vida. A opinião pública ficou confusa.

Tal temor, compreensível, resultou na proposta de uma "moratória" de cinco anos, precaução adotada pela União Europeia em 1999. Esse período se considerava suficiente para buscar o esclarecimento das dúvidas sobre a nova tecnologia. O tempo passou, a engenharia genética evoluiu, os preconceitos religiosos e ideológicos cederam lugar às evidências científicas. Novas transgenias surgiram, barreiras foram caindo. Hoje, na agricultura, as variedades modernas, geneticamente alteradas, se fazem presentes em 50 países, plantadas por 17,3 milhões de agricultores, ocupando 10% da terra arável do mundo. Não é mais uma experiência.

Novidades biotecnológicas continuam surgindo. Entre animais, desenvolvem−se cabras transgênicas que produzem em seu leite uma proteína típica da teia de aranha, capaz de gerar polímeros altamente resistentes. Nos vegetais, entusiasma a possibilidade da geração de plantas que suportam "stress hídrico". Na Embrapa, um gene de cafeeiros resistentes à seca foi introduzido em plantas de fumo, fazendo−as suportar a falta de água no solo. Em Israel, cientistas do Instituto de Tecnologia alteraram os genes de alface, impedindo que suas folhas murchem após a colheita. Sensacional.

Técnicas chamadas "DNA recombinante" invadem a medicina. Utilizando−as, o Instituto Butantã (São Paulo) desenvolveu recente vacina contra a hepatite B; também pela intervenção no genoma viral surgem vacinas contra influenza, dengue, coqueluche e tuberculose. Na Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto estuda−se uma vacina transgênica para combater câncer. Porcos geneticamente modificados em Munique (Alemanha) provocaram fraca reação do sistema imunológico humano, abrindo caminho para os xenotransplantes.

Bactérias, leveduras e fungos geneticamente modificados têm sido utilizados na fabricação de alimentos há tempos. Esses microrganismos atuam diretamente nos processos de fermentação, gerando queijos, massas, cerveja; ajudam até na definição do aroma em bebidas e comidas. Etanol celulósico, a partir do bagaço da cana ou de capim, virá de leveduras geneticamente modificadas. Na indústria, o sabão em pó contêm enzimas, oriundas de bactérias transgênicas, que facilitam a degradação de gordura nos tecidos.

Na fronteira da biotecnologia desenvolve−se aqui, na Embrapa, uma incrível técnica − dos promotores constitutivos − capaz de restringir a manifestação de certas proteínas transgênicas em folhas e frutos das plantas modificadas. Ou seja, a planta será transgênica, mas seus frutos, ou grãos, escapam do DNA alterado. O avanço da engenharia genética, base da biotecnologia, é extraordinário em todos os ramos, dando a impressão de que o melhor ainda está por vir.

Por que, então, diante de tanto sucesso ainda há restrições contra os transgênicos, taxando−os de produtos do mal? Boa pergunta. A resposta encontra−se no preconceito criado lá atrás. A rigor, hoje em dia os produtos transgênicos, submetidos a legislação super−rigorosa, são bastante seguros para o consumo. Já outros alimentos, embora "convencionais", mais parecem uma bomba química: salgadinhos, latarias, maioneses, doces insossos, essas gororobas, sim, impunemente destroem nossa saúde.

Conclusão: transgênico ou convencional, pouco importa. Vale o alimento ser saudável.

AGRÔNOMO, FOI SECRETÁRIO

DE AGRICULTURA E SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO

DE SÃO PAULO. E−MAIL:

XICOGRAZIANO@TERRA.COM.BR




http://futuroenusa.com/
(Ads By Web24)

FuturoEnUSA.com está lleno de información, casos y consejos para migrar
http://www.clippingdigital.com
(Ads By Web24)

Tenemos la herramienta para capturar todas las noticias
http://resumido.com/
(Ads By Web24)

Póngase al día en tan sólo 30 minutos
SÍGUENOS
Mas noticias en EntornoInteligente.com
http://www.web24horas.com/
(Ads By Web24)

En Web24 IT Services realizamos su página Web con tecnología y diseño de alta calidad.
http://www.web24horas.com/
(Ads By Web24)

Entérate de todo lo que podemos ofrecerte para crear tu imagen digital
http://artelaser21.com/
(Ads By Web24)

Última tecnología en grabado láser para acrílicos madera y MDF
TAMBIEN TE PUEDE INTERESAR

¡¡¡INCREIBLE!!! Mujer quiere estar embarazada toda la vida (Noticiero CualquierVaina 21-05-2014)

¡INCREÍBLE! Nace cabra de ocho patas en Croacia (Noticiero CualquierVaina 09-05-2014)

Mujer desnuda causa accidente de tránsito NOTICIERO CUALQUIERVAINA 20-06-2014