Fundación Techo Baruta celebra su semana aniversario

ENTORNOINTELIGENTE.COM / La fundación Techo Baruta organizó − para hoy miércoles – un almuerzo para las personas en situación de calle que actualmente reciben atención integral en la sede de ese instituto, esto con motivo de la celebración de su semana aniversario y los cuatro años de su creación. El evento contó la participación del acalde Gerardo Blyde quien hizo hincapié en la necesidad de continuar los proyectos de ampliación y crecimiento que este organismo tiene por cumplir a corto plazo. "Le hemos dado seguimiento al funcionamiento de Techo Baruta, ahora el foco de atención debe ser la prevención, la cual nos ayudará a disminuir considerablemente la población en situación de calle", dijo el jefe municipal. La primera autoridad de Baruta agregó que este es un modelo a replicar que debe servir como ejemplo "para muchos que no creen en la ayuda que aquí brindamos y para otros que se muestran incrédulos de caer en la calle por diferentes motivos". De igual forma, Blyde añadió que propósitos como éste lo conmueve y le hace pensar que las cosas si se pueden hacer, "la esperanza existe en Baruta y en Venezuela", apuntó. Por su parte, María Carolina Nelson, directora ejecutiva de la institución explicó que cada año el crecimiento y la vigilancia a los afectados ha ido incrementándose gracias a las jornadas de atención en calle, operativos que incluyen cuidado médico integral, así como evaluaciones legales. "Nosotros trabajamos de la mano con la comunidad, la alcaldía y PoliBaruta, esto nos ayuda a ser más eficaces en los abordajes, diurnos y nocturnos para poder establecer una relación de confianza con el afectado", expresó Nelson. Jorge Primera es uno de los ciudadanos que se atrevió a dar un cambio a su vida, tiene cuatro meses asistiendo a cada una de las actividades diarias de este ente humanitario y dijo que esta es su segunda familia "aquí me han brindado toda la ayuda necesaria para dejar los vicios y reinsertarme en la sociedad". Al igual que Primera, más 160 personas han sido rescatadas por la institución, brindándoles atención médica, psicológica, comida y productos de higiene. "La oportunidad que me ha dado Techo Baruta no tiene precio", precisó Naboa Paredes otro de los usuarios.

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 Inicio > Internacionales | Publicado el Martes, 10 de Diciembre del 2013
Fronteiras da biotecnologia

Estadao / Plantas transgênicas vieram para ficar. E prevalecer. Suas variedades passaram a dominar a safra de grãos no Brasil. Na corrida tecnológica, ninguém segura a engenharia genética. A ciência vence o medo obscurantista.



Lavouras geneticamente modificadas de soja, milho e algodão, nessa ordem, lideram, com dois terços, a semeadura da área nacional. Produtividade, facilidade no trato, economia de defensivos: aqui as razões principais que explicam seu notável desempenho. Problemas agronômicos, como resistência de ervas invasoras a herbicidas ou ressurgência de pragas, existem, mas se assemelham aos das lavouras convencionais. Não se comprovou alguma tragédia ambiental, tampouco dano à saúde humana, decorrente do uso específico de transgênicos.

Há séculos o melhoramento genético tradicional tem modificado os organismos. As variedades atualmente plantadas ou criadas pouco se parecem com suas ancestrais: o frango deixou de ser caipira, o milho tornou−se ereto, as frutas perdem suas sementes. Nenhum alimento continua "natural". O patamar da evolução mudou, porém, quando os cientistas descobriram a possibilidade de modificar artificialmente o DNA das espécies. Sem cruzamento sexual.

Tudo começou em 1972. Pesquisadores perceberam que parasitas do gênero Agrobacterium transferiam partes de seu germoplasma para as plantas hospedeiras, estimulando nestas a produção de açúcar, do qual se alimentavam. Quer dizer, ocorria na natureza um mecanismo de transgenia. Dez anos depois, em Gent (Bélgica), cientistas conseguiram pioneiramente efetuar a transgênese em laboratório. Em seguida, certas bactérias foram geneticamente modificadas visando à produção de insulina humana. Os diabéticos comemoraram. A ciência havia dado um tremendo salto no conhecimento.

Desde então as equipes de ponta, em oficinas públicas e privadas, passaram a investir na engenharia genética, turbinando mundialmente a biotecnologia. Esta se destacou, inicialmente, na manipulação de microrganismos. Depois, em 1996, chegou ao campo, com o lançamento de uma variedade de soja resistente à aplicação de herbicida. Começou a grande polêmica. Ativistas ambientais denunciaram a "comida Frankenstein". Religiosos condenaram os cientistas por manipularem a vida. A opinião pública ficou confusa.

Tal temor, compreensível, resultou na proposta de uma "moratória" de cinco anos, precaução adotada pela União Europeia em 1999. Esse período se considerava suficiente para buscar o esclarecimento das dúvidas sobre a nova tecnologia. O tempo passou, a engenharia genética evoluiu, os preconceitos religiosos e ideológicos cederam lugar às evidências científicas. Novas transgenias surgiram, barreiras foram caindo. Hoje, na agricultura, as variedades modernas, geneticamente alteradas, se fazem presentes em 50 países, plantadas por 17,3 milhões de agricultores, ocupando 10% da terra arável do mundo. Não é mais uma experiência.

Novidades biotecnológicas continuam surgindo. Entre animais, desenvolvem−se cabras transgênicas que produzem em seu leite uma proteína típica da teia de aranha, capaz de gerar polímeros altamente resistentes. Nos vegetais, entusiasma a possibilidade da geração de plantas que suportam "stress hídrico". Na Embrapa, um gene de cafeeiros resistentes à seca foi introduzido em plantas de fumo, fazendo−as suportar a falta de água no solo. Em Israel, cientistas do Instituto de Tecnologia alteraram os genes de alface, impedindo que suas folhas murchem após a colheita. Sensacional.

Técnicas chamadas "DNA recombinante" invadem a medicina. Utilizando−as, o Instituto Butantã (São Paulo) desenvolveu recente vacina contra a hepatite B; também pela intervenção no genoma viral surgem vacinas contra influenza, dengue, coqueluche e tuberculose. Na Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto estuda−se uma vacina transgênica para combater câncer. Porcos geneticamente modificados em Munique (Alemanha) provocaram fraca reação do sistema imunológico humano, abrindo caminho para os xenotransplantes.

Bactérias, leveduras e fungos geneticamente modificados têm sido utilizados na fabricação de alimentos há tempos. Esses microrganismos atuam diretamente nos processos de fermentação, gerando queijos, massas, cerveja; ajudam até na definição do aroma em bebidas e comidas. Etanol celulósico, a partir do bagaço da cana ou de capim, virá de leveduras geneticamente modificadas. Na indústria, o sabão em pó contêm enzimas, oriundas de bactérias transgênicas, que facilitam a degradação de gordura nos tecidos.

Na fronteira da biotecnologia desenvolve−se aqui, na Embrapa, uma incrível técnica − dos promotores constitutivos − capaz de restringir a manifestação de certas proteínas transgênicas em folhas e frutos das plantas modificadas. Ou seja, a planta será transgênica, mas seus frutos, ou grãos, escapam do DNA alterado. O avanço da engenharia genética, base da biotecnologia, é extraordinário em todos os ramos, dando a impressão de que o melhor ainda está por vir.

Por que, então, diante de tanto sucesso ainda há restrições contra os transgênicos, taxando−os de produtos do mal? Boa pergunta. A resposta encontra−se no preconceito criado lá atrás. A rigor, hoje em dia os produtos transgênicos, submetidos a legislação super−rigorosa, são bastante seguros para o consumo. Já outros alimentos, embora "convencionais", mais parecem uma bomba química: salgadinhos, latarias, maioneses, doces insossos, essas gororobas, sim, impunemente destroem nossa saúde.

Conclusão: transgênico ou convencional, pouco importa. Vale o alimento ser saudável.

AGRÔNOMO, FOI SECRETÁRIO

DE AGRICULTURA E SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO

DE SÃO PAULO. E−MAIL:

XICOGRAZIANO@TERRA.COM.BR




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