Gobierno de Miranda entrega mangueras a comunidad de El Loro

ENTORNOINTELIGENTE.COM / Tras cinco años sin suministro regular de agua, 90 familias de la comunidad de El Loro de la parroquia Santa Lucia, del municipio Paz Castillo, podrán disponer del vital líquido sin dificultad, luego que el Ejecutivo regional, a través de Mantenimiento Miranda, entregara de manera gratuita 4 mil 500 metros de mangueras, en el marco del "Plan Mi Comunidad Progresa". La información fue suministrada por el director de la dependencia, Freddy Álvarez, quien expresó que las mangueras son de una pulgada y media de diámetro. "La comunidad organizada son los actores principales que ejecutarán esta acción. La inversión realizada por el Ejecutivo regional fue más de 300 mil bolívares". Álvarez destacó que el "Plan Mi Comunidad Progresa" tiene como finalidad atender las principales solicitudes de las distintas comunidades de la entidad, a través de la autogestión y constante acompañamiento del personal de Mantenimiento Miranda. "Nosotros en Miranda nos ocupamos de resolver los problemas de nuestro pueblo, sin importar el color político, solo pedimos encarecidamente que la comunidad se una para lograr un cambio para todos por igual". Por su parte, Cornelio Díaz, habitante de la comunidad, agradeció al Gobierno de Miranda por la entrega de estas mangueras. "Teníamos más de cinco años sin el suministro regular de agua, ahora nos sentimos muy contentos con esta entrega. El único que nos cumplió fue el gobernador Henrique Capriles. En marzo de 2014 hicimos esta misma petición a la Alcaldía de Paz Castillo y aún estamos esperando respuesta. Gracias a Dios ya podemos solucionar gran parte de lo que por muchos años hemos padecido".

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 Inicio > Internacionales | Publicado el Martes, 10 de Diciembre del 2013
Fronteiras da biotecnologia

Estadao / Plantas transgênicas vieram para ficar. E prevalecer. Suas variedades passaram a dominar a safra de grãos no Brasil. Na corrida tecnológica, ninguém segura a engenharia genética. A ciência vence o medo obscurantista.



Lavouras geneticamente modificadas de soja, milho e algodão, nessa ordem, lideram, com dois terços, a semeadura da área nacional. Produtividade, facilidade no trato, economia de defensivos: aqui as razões principais que explicam seu notável desempenho. Problemas agronômicos, como resistência de ervas invasoras a herbicidas ou ressurgência de pragas, existem, mas se assemelham aos das lavouras convencionais. Não se comprovou alguma tragédia ambiental, tampouco dano à saúde humana, decorrente do uso específico de transgênicos.

Há séculos o melhoramento genético tradicional tem modificado os organismos. As variedades atualmente plantadas ou criadas pouco se parecem com suas ancestrais: o frango deixou de ser caipira, o milho tornou−se ereto, as frutas perdem suas sementes. Nenhum alimento continua "natural". O patamar da evolução mudou, porém, quando os cientistas descobriram a possibilidade de modificar artificialmente o DNA das espécies. Sem cruzamento sexual.

Tudo começou em 1972. Pesquisadores perceberam que parasitas do gênero Agrobacterium transferiam partes de seu germoplasma para as plantas hospedeiras, estimulando nestas a produção de açúcar, do qual se alimentavam. Quer dizer, ocorria na natureza um mecanismo de transgenia. Dez anos depois, em Gent (Bélgica), cientistas conseguiram pioneiramente efetuar a transgênese em laboratório. Em seguida, certas bactérias foram geneticamente modificadas visando à produção de insulina humana. Os diabéticos comemoraram. A ciência havia dado um tremendo salto no conhecimento.

Desde então as equipes de ponta, em oficinas públicas e privadas, passaram a investir na engenharia genética, turbinando mundialmente a biotecnologia. Esta se destacou, inicialmente, na manipulação de microrganismos. Depois, em 1996, chegou ao campo, com o lançamento de uma variedade de soja resistente à aplicação de herbicida. Começou a grande polêmica. Ativistas ambientais denunciaram a "comida Frankenstein". Religiosos condenaram os cientistas por manipularem a vida. A opinião pública ficou confusa.

Tal temor, compreensível, resultou na proposta de uma "moratória" de cinco anos, precaução adotada pela União Europeia em 1999. Esse período se considerava suficiente para buscar o esclarecimento das dúvidas sobre a nova tecnologia. O tempo passou, a engenharia genética evoluiu, os preconceitos religiosos e ideológicos cederam lugar às evidências científicas. Novas transgenias surgiram, barreiras foram caindo. Hoje, na agricultura, as variedades modernas, geneticamente alteradas, se fazem presentes em 50 países, plantadas por 17,3 milhões de agricultores, ocupando 10% da terra arável do mundo. Não é mais uma experiência.

Novidades biotecnológicas continuam surgindo. Entre animais, desenvolvem−se cabras transgênicas que produzem em seu leite uma proteína típica da teia de aranha, capaz de gerar polímeros altamente resistentes. Nos vegetais, entusiasma a possibilidade da geração de plantas que suportam "stress hídrico". Na Embrapa, um gene de cafeeiros resistentes à seca foi introduzido em plantas de fumo, fazendo−as suportar a falta de água no solo. Em Israel, cientistas do Instituto de Tecnologia alteraram os genes de alface, impedindo que suas folhas murchem após a colheita. Sensacional.

Técnicas chamadas "DNA recombinante" invadem a medicina. Utilizando−as, o Instituto Butantã (São Paulo) desenvolveu recente vacina contra a hepatite B; também pela intervenção no genoma viral surgem vacinas contra influenza, dengue, coqueluche e tuberculose. Na Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto estuda−se uma vacina transgênica para combater câncer. Porcos geneticamente modificados em Munique (Alemanha) provocaram fraca reação do sistema imunológico humano, abrindo caminho para os xenotransplantes.

Bactérias, leveduras e fungos geneticamente modificados têm sido utilizados na fabricação de alimentos há tempos. Esses microrganismos atuam diretamente nos processos de fermentação, gerando queijos, massas, cerveja; ajudam até na definição do aroma em bebidas e comidas. Etanol celulósico, a partir do bagaço da cana ou de capim, virá de leveduras geneticamente modificadas. Na indústria, o sabão em pó contêm enzimas, oriundas de bactérias transgênicas, que facilitam a degradação de gordura nos tecidos.

Na fronteira da biotecnologia desenvolve−se aqui, na Embrapa, uma incrível técnica − dos promotores constitutivos − capaz de restringir a manifestação de certas proteínas transgênicas em folhas e frutos das plantas modificadas. Ou seja, a planta será transgênica, mas seus frutos, ou grãos, escapam do DNA alterado. O avanço da engenharia genética, base da biotecnologia, é extraordinário em todos os ramos, dando a impressão de que o melhor ainda está por vir.

Por que, então, diante de tanto sucesso ainda há restrições contra os transgênicos, taxando−os de produtos do mal? Boa pergunta. A resposta encontra−se no preconceito criado lá atrás. A rigor, hoje em dia os produtos transgênicos, submetidos a legislação super−rigorosa, são bastante seguros para o consumo. Já outros alimentos, embora "convencionais", mais parecem uma bomba química: salgadinhos, latarias, maioneses, doces insossos, essas gororobas, sim, impunemente destroem nossa saúde.

Conclusão: transgênico ou convencional, pouco importa. Vale o alimento ser saudável.

AGRÔNOMO, FOI SECRETÁRIO

DE AGRICULTURA E SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO

DE SÃO PAULO. E−MAIL:

XICOGRAZIANO@TERRA.COM.BR






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Texto completo y sin traducción de la Ley contra funcionarios de Venezuela

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